Em sua boate no Rio a patroa interroga um jovem golpista pego no ato. A tensão domina o ambiente enquanto ela exerce sua femdom sobre o submisso amarrado.
O conflito de poder coloca a patroa no comando total sobre o gerente e seu irmão. A situação escala quando ele entende que não existe escolha além de obedecer ao comando dela.
A patroa mantém o controle sobre o negão que cresce de raiva após os cliques vazios. O disparo real perto da orelha faz a aposta escalar e ele obedece saindo tremendo.
Na boate a patroa observa do escritório uma novata com medo no canto do salão. O medo da garota faz a mulher mais velha planejar sua iniciação na submissão.