Parte 3
Meu Deus… Aquela novinha estava me fazendo quase gozar. Como caralho eu consegui manter distância dela todos esses anos? Que mina gostosa, que boquete delicioso, quente e molhado. A excitação tomava conta do meu corpo inteiro, como se viesse de assalto.
Segurei ela pelo braço mais forte do que deveria e puxei, jogando-a de joelhos no sofá. Ela caiu de quatro, soltando um “Eita…” surpresa, rindo.
Forcei a cabeça dela pra baixo contra o estofado, fazendo a bunda empinar bem alto. Afastei os joelhos dela com os meus, abrindo-a completamente. O cheiro dela subiu forte — doce, quente, aquele perfume jovem misturado com tesão fresco e um leve suor de nervoso. A pele macia estava arrepiada, os pelinhos finos da nuca e da lombar todos ouriçados.
Olhei pro rego dela e quase perdi o controle. A bocetinha virgem era uma perfeição: os grandes lábios castanhados inchados e brilhando de excitação, ligeiramente abertos pelo jeito que ela estava exposta. Os pequenos lábios rosados apareciam timidamente, molhados, com um fiozinho grosso e transparente de tesão escorrendo devagar. O cuzinho rosado piscava levemente acima, fechadinho e intacto. Tudo tão apertado... tão novo.
Apertei a base do meu pau com força, respirando fundo pra não gozar só de olhar. Se eu metesse agora ia gozar em menos de um minuto e machucar a menina no processo. Eu era um cara maduro, precisava me controlar. Olhei pro tecido claro do sofá e uma preocupação prática me bateu: "se ela sangrar vai ser difícil de explicar depois pros meus pais as manchas de sangue…"
Passei as mãos devagar pela bunda redonda e firme dela, sentindo a textura macia e quente da pele. Apertei, abri bem as bandas, admirando cada detalhe. Desci os polegares pela curva interna das coxas, sentindo os tremores e os arrepios que percorriam o corpo dela inteiro. Era uma delícia ver como ela estava vulnerável, exposta, oferecida…
— Que bocetinha perfeita… — murmurei, quase pra mim mesmo, enquanto continuava acariciando e abrindo ela.
Ela soltou um gemidinho abafado contra o sofá, o rosto escondido, o corpo tremendo de vergonha e expectativa.
Passei a palma da mão aberta pela bunda dela, sentindo a pele macia, quente e sedosa, quase sem pelos. A carne era firme, mas cedia gostoso sob meus dedos, voltando ao lugar com elasticidade juvenil. Desci devagar e comecei a massagear com as pontas dos dedos.
Primeiro rodeei o cuzinho rosado com o polegar, em círculos lentos e leves. Sentia a pele finíssima ali, enrugadinha, quente e extremamente sensível — cada volta fazia o anelzinho contrair e piscar contra meu toque, como se quisesse puxar meu dedo para dentro. A textura era aveludada, levemente úmida de suor nervoso.
Desci mais. As pontas dos meus dedos médio e indicador deslizaram pela bocetinha inchada. A carne era absurdamente quente, molhada e escorregadia. Os grandes lábios estavam gordos, macios e quentes, quase pulsando. Passei devagar entre eles, sentindo a textura sedosa e cremosa do tesão dela. A entradinha virgem era minúscula, apertadíssima — um buraquinho quente que cedia só um milímetro quando eu pressionava de leve, depois voltava a se fechar, como se protegesse o que havia dentro.
Alternei: pressionava o clitóris com a polpa do dedo médio, fazendo círculos lentos e firmes, sentindo ele inchado, duro e latejando sob meu toque. Depois voltava a roçar toda a extensão da boceta, espalhando a lubrificação quente que não parava de escorrer. Os fluidos dela eram grossos, viscosos, grudavam nos meus dedos e formavam fios brilhantes quando eu afastava a mão.
Abaixei o rosto ainda mais, quase encostando. Soprei ar frio bem devagar sobre a carne molhada. O corpo inteiro dela arrepiou violentamente — os pelinhos finos da bunda e das coxas se levantaram, a pele ficou toda granulada. Em seguida soltei uma respiração quente, lenta e úmida, quase queimando a pele sensível. O contraste fez ela gemer alto e empinar a bunda contra minha mão sem controle.
Continuei masturbando ela só com as pontas dos dedos: leves, precisos, torturantes. Sentia cada tremor, cada contração involuntária da bocetinha, cada vez que os músculos das coxas dela tremiam e apertavam. A pele estava cada vez mais quente, suada, escorregadia. O cheiro subia forte, doce e animal, misturado com o calor que saía dela.
Ela só gemia, com o rosto completamente enfiado no sofá. Os sons saíam abafados, quase desesperados. Cada vez que meus dedos acertavam o ponto certo no clitóris, o corpo dela dava um solavanco forte, as coxas tremendo sem controle. Por dois momentos eu tive certeza que ela ia gozar — a bucetinha pulsava forte contra minhas pontas dos dedos, apertando o ar, escorrendo ainda mais.
Era hora de voltar a ser duro.
— Abre a bunda. Vai! Bem aberta! — ordenei, voz firme.
Ela virou o rosto de lado, cabelo colado na face suada, olhos arregalados de puro pânico.
— Você vai comer meu cu? Não! Coloca na frente, atrás não! — a voz saiu aguda, quase quebrando.
Eu juro que quase ri. Nem tinha pensado nisso naquele exato momento. Mas ver aquele cuzinho pequeno, rosado e apertado piscando de susto… o desejo veio forte e imediato.
— Cala a boca e faz o que eu mando — rosnei. — Eu como o que eu quiser.
Desferi um tapa forte, mão aberta, bem no meio da bunda. O som ecoou seco. Ela soltou um gemido alto de protesto misturado com dor.
— Eu meto o meu pau onde eu quiser! — continuei, segurando firme a carne quente que já marcava vermelho.
Mas por dentro eu sentia o risco: se eu forçasse demais agora, ela podia desistir e ir embora. Eu quem sairia perdendo. Então suavizei um pouco o tom, não me esquecendo de quem ela era, uma menina irmã do meu amigo:
— Relaxa… por enquanto eu quero chupar essa bucetinha bem aberta, bem safada.
Ela soltou o ar que estava prendendo, um misto de alívio e vergonha profunda no olhar. O corpo ainda tremia, a marca da minha mão latejando na bunda redonda e obedeceu.
Abaixei o rosto e colei minha boca quente bem no meio das pernas dela. O cheiro era doce e molhado. Comecei devagar, lambendo toda a extensão da bocetinha com a língua larga, sentindo o gosto azedinho e viciante do tesão dela. Ela soltou um gemido longo e abafado contra o sofá.
Enquanto chupava, usei dois dedos para massagear a entradinha apertada, pressionando e circulando sem forçar demais no começo. Depois, devagar, enfiei a ponta do dedo médio. A bucetinha era absurdamente quente e justa — as paredes macias e molhadas apertavam meu dedo com força, quase sugando. Comecei a meter devagar, curvando o dedo para cima, procurando aquele ponto mais macio e sensível.
Com a outra mão, apenas apertava e massageava o cuzinho rosado, sem tentar entrar. Sentia ele contrair e piscar toda vez que minha língua batia forte no clitóris. Eu chupava com fome: sugava os lábios, lambia o clitóris inchado em círculos rápidos, enfiava a língua o máximo que conseguia dentro dela. Os sons eram obscenos — molhados, estalados, misturados com os gemidos cada vez mais altos dela.
O corpo dela começou a tremer descontrolado. As coxas se apertavam, os quadris rebolavam contra minha boca sem ritmo. Eu sentia a bucetinha dela pulsando forte no meu dedo, como se quisessem me expulsar ou morder ao mesmo tempo.
De repente ela gozou com tudo.
Um orgasmo violento, quase desesperado. O corpo inteiro dela convulsionou, um grito abafado saiu do sofá enquanto a buceta apertava meu dedo em espasmos fortes e rápidos. Um pequeno jorro quente e doce escorreu molhando minha boca e queixo. As pernas dela falharam, tentando sair da posição de quatro, o corpo querendo desabar.
Eu não deixei.
Segurei firme a cintura dela com o braço esquerdo, mantendo-a de quatro à força. Continuei metendo os dedos na bucetinha encharcada, agora mais rápido e fundo, enquanto minha boca ainda sugava o clitóris sensível.
— Não… pera… calma... tá bom demais… — ela implorou, voz rouca e quebrada, o corpo tremendo sem parar.