Parte Final

Não parei. Continuei dedando firme, curvando os dedos no ponto certo, sentindo os espasmos se prolongarem. Ela gozava de novo, mais fraco, quase soluçando de prazer. O corpo dela ficou mole, quase desfalecendo, as pernas tremendo violentamente, mas eu ainda segurava firme, mantendo ela no lugar enquanto os últimos tremores fortes percorriam seu corpo.

Só quando ela ficou praticamente mole, gemendo baixinho e sem forças, eu diminuí o ritmo devagar e tirei os dedos, admirando a bucetinha vermelha, inchada e pingando.

Ela caiu para o lado encolhida quase em posição fetal, respirando fundo e rindo loucamente, o corpo ainda sacudindo com os resquícios do orgasmo.

— Meu Deus que coisa boa! Eu vou morrer, me deixa respirar. Seu safado! — disse ela.

Aquela cena me quebrou por completo. Ver uma mulher assim, destruída de prazer, rindo de forma quase histérica e ainda me chamando de safado mexeu forte com meu ego. Melhor do que meter agora era receber esse tipo de elogio, e ela fez aos montes.

— Quer mais? — perguntei vitorioso.

— Quero… — ela respondeu, parecendo pensar em algo, um pouco reticente. — Posso sentar?

— Sentar? Por que não de quatro, você fica tão gostosa assim!

Não esperei a resposta. Puxei ela com firmeza para cima de mim. Ela veio sentando no meu colo, colando o corpo quente, suado e macio contra o meu. Pele contra pele, o calor dela me envolvia inteiro. Nossas mãos se encontraram no meu pau num impasse. Eu cedi e deixei que ela guiasse.

Ela me olhava nos olhos, concentrada, enquanto tateava a entrada com a cabeça grossa do pau. Senti a bucetinha quente, lisinha, encharcada e pulsante roçando contra mim, espalhando lubrificação grossa pela cabeça. Quando achou o ângulo exato, ela se forçou para baixo devagar.

A cabeça do pau encostou em algo extremamente apertado, quente e úmido. Travou de leve, encontrando resistência. Ela fez uma expressão intensa, mistura de dor e prazer, franzindo a testa e mordendo o lábio, parando ali, respirando pela boca aberta enquanto se ajeitava incomodada, o corpo tremendo levemente.

— Mas por que você quer sentada? Você não me respondeu.

Ela hesitou um instante e respondeu baixinho boca quase colada na minha e quase sussurrando me respondeu:

— Não… é porque agora você vai ser o primeiro cara que uma mulher vai sentar antes de beijar na boca.

A frase me acertou como um soco de tesão. Um fogo bruto subiu pela minha espinha, meu pau latejou violentamente dentro dela, inchando ainda mais.

Ela desceu o corpo devagar. Meu pau foi entrando centímetro por centímetro, forçando as paredes macias, quentes e molhadas da bucetinha virgem. Era uma pressão incrível — apertada, sedosa, escorregadia e pulsante, como se a carne dela me apertasse e sugasse ao mesmo tempo. Cada milímetro que entrava fazia ela soltar um gemidinho rouco, o calor interno dela queimando minha pele. Quando ela desceu até o fundo, meu pau estava completamente enterrado, pressionado pelas paredes que latejavam ao redor dele.

Ela começou a cavalgar.

Devagar no começo, subindo e descendo com cuidado, acostumando-se à grossura. Depois ganhou ritmo e força. A boca dela ficou colada na minha o tempo inteiro — lábios quase se tocando, hálito quente e doce saindo rápido, roçando minha boca e nariz. Eu sentia o cheiro dela inteiro: suor fresco da pele, tesão molhado, perfume jovem misturado com o aroma forte e animal de buceta encharcada.

Cada descida era funda e forte. A bucetinha apertadíssima engolia meu pau até o talo, produzindo um som molhado, carnudo e obsceno — ploc… ploc… ploc — molhado e ritmado. Ela rebolava no fundo, roçando forte, a carne quente e escorregadia deslizando contra a minha, os sucos grossos escorrendo pela base do meu pau e molhando minhas bolas.

Eu segurei a bunda redonda, macia e quente com as duas mãos, sentindo a carne ceder entre meus dedos, a pele ardendo e suada. Apertei forte, guiando o movimento e forçando ela para baixo com cada estocada, fazendo ela me engolir inteiro, batendo fundo. Os seios macios e firmes pressionavam meu peito, os bicos duros arranhando minha pele a cada descida. O corpo inteiro dela estava quente, suado, tremendo, colado no meu.

Ela cavalgava cada vez mais rápido, desesperada, a bucetinha apertada engolindo meu pau até o talo com sons molhados e obscenos. Eu já não aguentava mais.

O tesão subiu como uma onda violenta. Enterrei o rosto com força entre os seios dela, bem no meio, afundando o nariz e a boca na carne macia, quente e suada. O cheiro dela ali era inebriante — pele jovem, suor e tesão puro. Segurei a bunda redonda com as duas mãos, dedos cravados fundo na carne, e puxei ela para baixo com brutalidade, forçando-a a me engolir inteiro.

— Tá vindo… porra! — rosnei contra os seios dela, voz abafada.

Gozei com tudo.

O primeiro jato foi grosso, quente e poderoso, explodindo bem no fundo da bucetinha virgem. Puxei ela ainda mais forte para baixo, enterrando o pau até o limite enquanto pulsava jato após jato, enchendo ela de porra quente, pesada e abundante. Cada espasmo meu era acompanhado de um grunhido rouco contra a pele dos peitos dela.

No exato momento em que sentiu a primeira leitada tão forte quase invadindo seu útero, ela gozou violentamente. O corpo inteiro dela convulsionou com força, a bucetinha apertando meu pau em espasmos selvagens, ordenhando cada gota. Um gemido alto, quase um soluço, saiu da garganta dela enquanto tremia descontrolada, as unhas cravando fundo nos meus ombros, o corpo inteiro sacudindo em ondas de prazer intenso.

Ficamos travados assim: eu com o rosto afundado entre os seios dela, mãos cravadas na bunda, puxando-a para baixo com força enquanto ainda gozava, enchendo ela até transbordar. Ela tremia sem parar, a buceta pulsando forte ao redor do meu pau, recebendo toda a porra quente e gozando junto, como se o calor da minha leitada tivesse detonado um orgasmo ainda mais forte.

O ar entre nós estava pesado, carregado de cheiro de sexo, suor e gozo. A respiração dela ainda era rápida e entrecortada contra o meu cabelo, o corpo mole, suado e trêmulo ainda completamente empalado em mim.

Sem ter me beijado uma única vez, ela colocou a mão no baixo ventre e sussurrou:

— Aí tá meio que ardendo… parece que tem areia, sabe?

Fiquei passando a mão devagar nos cabelos dela, tirando as mechas grudadas do rosto e colocando-as atrás da orelha. Era estranho ver aquela menina tão nova irmã do meu melhor amigo, que eu havia acabado de foder sem nem beijar na boca. Coisa estranha era isso.

— Quer ir ao banheiro dar uma olhada, ou quer que eu olhe? — perguntei com carinho.

Ela se levantou devagar, com uma feição de dor. Meu pau escorregou para fora dela como um macarrão molhado, e senti todo o gozo que eu tinha colocado lá dentro começar a vazar. Ela fechou as pernas rapidamente, apertando uma mão entre as coxas para conter o que podia, e virou-se para ir ao banheiro.

— Eu vou fazer xixi… não olha pra minha bunda — pediu, envergonhada.

Eu ri. Tinha visto muito bem aquela bunda de forma mais pornográfica. Achei graça quando ela saiu quase correndo pelo corredor, uma mão tampando a buceta e a outra tentando cobrir a bunda, com meu gozo escorrendo pelas coxas.

Ela entrou no corredor de acesso ao banheiro e de repente ela parou, voltou com apenas a cabeça para fora do corredor e me olhou com uma carinha curiosa:

— Ei!

Eu levantei as sobrancelhas, surpreso.

— Então… a gente tá namorando?

A pergunta me pegou tão desprevenido que eu só consegui sorrir. E foi assim que a pirralha irmã do meu amigo, que entrou no apartamento dos meus pais enquanto eles viajavam, me fez aquela pergunta e mesmo depois de todo aquele teatro patético que eu fiz.

Mesmo assim… ela ficou. E quase 40 anos depois, ela ainda está do meu lado. Como minha esposa, mãe dos meus dois filhos e avó de um menino lindo.

E nos beijamos todos os dias!