Aquilo fez sentido na minha cabeça de adolescente boba. Eu tava doida pra ficar pelada, pra sentir ele de verdade, mas ainda tinha um restinho de vergonha. Com as mãos tremendo, tirei a blusa do uniforme devagar, mostrando o sutiã amarelo velho que eu detestava.
Ele olhou pros meus peitos com tanta fome que eu senti um arrepio descer até os pés. Sentei do lado dele na cama, ele deitado, o pau duro apontando pra cima. Eu segurei ele de novo, punhetando bem de leve, sem saber direito o que fazer. Ora olhava pro rosto dele, ora pro pau, maravilhada com aquela coisa quente pulsando na minha mão.
Ele respirava pesado, os olhos semicerrados.
— Dá um beijinho... eu te ensino.
Meu coração quase parou. Eu me ajeitei, deitei de lado, aproximei o rosto devagar. O cheiro dele subiu forte — quente, masculino, um pouco salgado. Encostei os lábios bem de leve na cabeça rosada. Era macia, quente, pulsando contra minha boca. Dei um beijinho tímido, depois outro, sentindo o gosto dele na ponta da língua.
Ele gemeu baixinho e colocou a mão no meu cabelo com carinho.
— Assim... abre a boca um pouquinho... põe a língua...
Eu obedeci, nervosa, mas molhada pra caralho. Abri os lábios e deixei a cabeça dele entrar devagar na minha boca quente. Era grosso, quente, enchia minha boca de um jeito que me deixou ainda mais excitada. Comecei a chupar devagar, sem pressa, sentindo cada centímetro com a língua enquanto minha mão continuava subindo e descendo na base.
Pela primeira vez na vida, eu tava chupando um pau.
Meu coração batia tão forte que eu sentia na garganta. Eu queria fazer direito, queria que ele gostasse, mas ao mesmo tempo morria de vergonha. Chupava devagar, com medo de machucar, sentindo ele quente, latejando na minha boca. Cada vez que eu descia um pouco mais, engasgava de leve e parava, respirando rápido, rindo nervosa. O gosto era estranho, salgado, mas o cheiro dele me deixava tonta de tesão.
Ele gemia baixinho. Aqueles gemidinhos roucos me davam uma coragem safada que eu nunca senti antes. Eu queria mais, queria ouvir ele gemer mais pra mim.
De repente ele passou a mão pelas minhas costas. Os dedos quentes desceram e, num movimento rápido, soltou meu sutiã.
— Ei... — murmurei, mas minha voz saiu fraca, quase um protesto de verdade.
Ele riu baixinho, satisfeito. Eu não reclamei de verdade. Ele puxou o sutiã pra baixo e meus peitos pularam livres. Quando a mão dele tocou minha pele nua pela primeira vez, eu tremi inteira. Era quente, um pouco áspera, mas carinhosa. Ele apertou de leve, sentindo o peso, depois passou o polegar bem devagar em volta do mamilo. Cada carícia fazia um arrepio descer até o meio das minhas pernas.
Eu gemi com o pau dele ainda na boca.
Ele não aguentou. Segurou minha cintura com as duas mãos e me puxou pra cima. Me fez sentar no colo dele, minhas pernas abertas em volta do corpo dele, o pau duro preso entre nós, pulsando quente contra minha barriga.
Lu sentou um pouco, colou o rosto no meu peito e chupou.
Eu perdi o ar.
A boca dele era quente, molhada, faminta. Ele sugou meu mamilo com força, a língua rodando devagar, depois chupou mais fundo, quase me machucando de tão gostoso. A outra mão apertava o outro peito, o polegar brincando com o biquinho. Cada chupada mandava uma onda quente direto pra minha periquita, que latejava, encharcada, doendo de tesão.
Eu segurei a cabeça dele contra mim, os dedos enfiados no cabelo dele, rebolando sem querer no colo dele. Estava tremendo. Uma mistura louca de vergonha, medo e um prazer tão forte que quase doía. Meus olhos ardiam, o peito apertado. Era ele. Era o Lu. E ele tava ali, me chupando, me querendo.
Eu nunca me senti tão viva.
Meu corpo inteiro tremia, quente, sensível. O coração batendo descontrolado no peito, a respiração curta. Ele me olhava com aqueles olhos famintos e soltou, a voz rouca:
— Queria chupar sua bucetinha...
— Nem pensar... — respondi rápido, apertando as coxas uma contra a outra.
— Deixa...
— Não...
— Então fica só de calcinha...
O pau dele continuava roçando forte contra minha coxa por cima do jeans. Cada movimento me deixava mais molhada, mais louca. Eu já estava quase sem juízo.
— Tá... mas passa a mão por cima da calcinha só... você jura?
— Juro — ele mentiu, com um sorrisinho safado.
Eu sentei na cama, o rosto queimando de vergonha. Tirei os sapatos e depois o jeans devagar, tremendo. Fiquei só de calcinha de algodão branca, aquela bem simples de todo dia. Quando olhei pra baixo, vi a mancha enorme, escura, molhada no meio. Estava encharcada. Morri de vergonha, tentei fechar as pernas, mas ele já estava me olhando.
Ele me deitou na cama com cuidado, o corpo dele vindo por cima do meu novamente. Voltou a me beijar, um beijo quente, molhado, enquanto a boca descia pro meu peito. Chupou meus peitos com fome, sugando forte, passando a língua nos biquinhos sensíveis, mordiscando de leve. Eu gemia baixinho, arqueando as costas, entregando mais pra ele.
A mão dele desceu devagar pela minha barriga até chegar na calcinha. Passou os dedos por cima do tecido molhado, pressionando bem no meio. Eu soltei um gemidinho alto. Ele começou a fazer círculos lentos, esfregando meu grelo por cima da calcinha, sentindo o quanto eu estava encharcada. O tecido molhado grudava na minha pele, deslizando fácil com o movimento dos dedos dele.
Eu nunca me senti tão viva.
Estava bom demais. Meu corpo inteiro queimava, a periquita latejando forte, escorrendo tanto que eu sentia o caldo quente molhando até minha bundinha e grudando a calcinha na pele. Rebolava contra os dedos dele sem conseguir parar, pedindo mais com o quadril, mesmo sem entender direito o que meu corpo estava implorando.