Ele estava chupando meu peito quando começou a descer. Beijos molhados e quentes pela barriga, a língua deixando um rastro arrepiado que me fazia tremer. De repente apertou minha buceta por cima da calcinha, forte, como se quisesse atravessar o pano. Minhas pernas se abriram sozinhas, arreganhadas na cama, e eu só conseguia gemer o nome dele, contorcendo o corpo.
Ele se ajeitou entre minhas coxas, abriu mais minhas pernas e colou a boca ali. E ,eu coração quase parou. No começo ele passou os dedos por cima da calcinha, fingindo ajeitar, mas na verdade puxando o tecido molhado pro lado. O ar fresco do quarto bateu direto na minha pele encharcada e eu levei um calafrio gostoso, quase dolorido de tão sensível. Ele enfiava a calcinha devagar entre meus grandes lábios, deixando eles aparecendo, inchados e brilhando.
Depois veio a boca.
A língua dele passou devagar por cima da minha carne exposta, quente e macia, um pouco áspera da barba rala. O choque foi tão forte que eu arqueei as costas e soltei um gemido alto, sem conseguir segurar. Ele lambeu tudo, saboreando o caldo que escorria sem parar, lambendo meus grandes lábios inchados, chupando um e depois o outro, puxando de leve com os lábios. O barulhinho molhado enchia o quarto inteiro, misturado com o cheiro forte da minha excitação — doce, quente, um pouco selvagem.
Cada lambida era nova. Cada chupada me fazia tremer de um jeito que eu não conhecia. Eu não entendia o que estava sentindo. Era bom demais, quase demais. Uma pressão quente crescendo lá embaixo, subindo pela barriga, fazendo meus peitos formigarem e minhas pernas tremerem sem controle. Eu segurava o lençol com força, gemendo o nome dele, rebolando contra a boca quente sem nem perceber.
Em algum momento que eu nem percebi, minha calcinha estava toda puxada para o lado, completamente encharcada e inútil. Ele me abriu com as mãos e começou a me lamber por inteiro, devagar, de baixo para cima, como se quisesse sentir cada pedacinho meu.
A sensação era avassaladora. A língua quente, molhada e macia deslizava pela minha pele sensível, lambendo tudo que escorria. Cada passada me fazia tremer. Quando ele chegou no meu clitóris e chupou, forte e gostoso, eu quase morri. Um choque quente subiu pela minha barriga tão rápido que eu me levantei de susto, tentando fechar as pernas.
— Não... — gemi, fraca.
Mas não tive força nenhuma para tirar ele de mim. Meu corpo simplesmente amoleceu de novo na cama, entregue. Eu relaxei, abri mais as pernas e deixei ele me matar de prazer.
Ele chupava tão gostoso... cadenciado, molhado, sem pressa. A boca quente sugava meu grelo com carinho, a língua rodando devagar, depois mais rápido. Eu estava mole, completamente largada na cama, só gemendo baixinho o nome dele. Nunca tinha sentido nada assim. Era quente, molhado, latejante... uma pressão deliciosa que crescia dentro de mim e que eu não sabia explicar. Tudo era novo demais. Eu não entendia o que meu corpo estava sentindo, só sabia que era bom demais, quase assustador.
Ele passava os dedos por cima de tudo, abrindo meus lábios, sentindo o quanto eu estava encharcada, mas sem nunca encostar na entrada da minha vagina. Só me siriricava enquanto chupava, como se soubesse exatamente o que fazer.
De repente ele levantou um pouco o rosto, a boca brilhando do meu caldo, e perguntou com a voz rouca:
— Quer gozar?
— Hmmm... — foi tudo que consegui responder, quase sem voz.
Eu não queria gozar. Se eu gozasse ia ficar com tanta vergonha depois... mas eu não tinha escolha. Meu corpo estava tão relaxado, tão entregue, que mesmo se eu quisesse parar, não conseguiria. Ele voltou a me lamber, agora mais rápido, a língua firme no meu clitóris enquanto esfregava o dedo rapidinho um pouco acima, no lugar exato.
O orgasmo veio muito rápido. Muito intenso.
Foi como se uma onda quente explodisse dentro de mim. Meu corpo inteiro tremeu sem controle, as pernas se fecharam em volta da cabeça dele, os dedos apertaram o lençol com força. Eu gemia alto, sem conseguir segurar, sentindo espasmos que eu nunca tinha conseguido sozinha. Era mais forte, mais fundo, mais molhado. Meu ventre contraía, minha periquita pulsava contra a boca dele, e eu escorria tanto que sentia escorrendo pela minha bunda.
Eu nunca tinha gozado assim na vida.
Fiquei lá, deitada, ofegante, o corpo todo tremendo sem parar. Meus olhos ardiam, cheios d’água, e eu mal conseguia respirar. Uma confusão enorme na cabeça: prazer, vergonha, medo, tudo misturado. Não entendia direito o que tinha acabado de acontecer comigo. Era como se meu corpo tivesse explodido e agora estivesse voltando aos pedaços, ainda latejando, sensível demais.
Foi quando ele se levantou como um animal.
Com os olhos escuros de desejo, ele se aninhou entre as minhas pernas abertas. Meu coração disparou. Ele olhava direto nos meus olhos enquanto eu sentia a cabeça quente e grossa do pau dele roçando na minha buceta molhada. Era agora. Eu ia perder minha virgindade, ali, e com ele.
Um arrepio violento percorreu meu corpo inteiro. Minha boca se abriu, os olhos arregalados, como se eu estivesse tendo um derrame. Ele esfregou devagar, de cima pra baixo, a cabecinha quente abrindo meus lábios inchados, espalhando meu caldo. O orgasmo que estava indo embora voltou com tudo, mais forte, fazendo minha periquita pulsar contra ele.
Quando ele embicou a cabeça do pau bem na entradinha, parou.
Ficou ali, pressionando de leve, quente, latejando. Esperando. Como se pedisse uma autorização que eu não tinha mais condição de dar. Eu não tinha controle nenhum. Nem voz. Só conseguia olhar pra ele, tremendo, a respiração curta, o corpo todo implorando pra ele continuar.
Foi nesse segundo que um som vindo da sala cortou o ar.
— Luiz! A Clarice tá com você aí?
A voz da mãe dele ecoou pela casa, alta e brava.
— Porra, garoto... Se eu entrar aí e essa menina estiver aí eu vou te matar!
O tesão morreu na hora. Meu corpo inteiro gelou. Ele se afastou rápido, o pau ainda duro balançando, e eu puxei a calcinha pro lugar com as mãos tremendo. Meu coração, que antes batia de desejo, agora batia de puro pavor.
E foi assim que eu não perdi minha virgindade, o resto dessa história... quem sabe eu conto outro dia.