Tentei olhar para trás quando senti que ele se inclinava sobre mim. Por um segundo idiota, meu coração deu um salto — talvez um beijo, um carinho, qualquer coisa que suavizasse aquele momento. Mas sua mão grande veio rápido, apertando minha nuca e pressionando meu rosto com mais força contra as grades frias da janela. O metal gelado machucou minha bochecha, espremendo meu seio esquerdo contra a barra.
— Não… — murmurei, a voz abafada.
Ele não respondeu com palavras. Senti primeiro o calor da saliva. Uma cuspida grossa, quente, caiu direto na fenda da minha bunda. O contraste com o ar frio da janela me fez estremecer. Seus dedos espalharam a saliva devagar, circulando meu cu com uma lentidão cruel, pressionando a entrada franzida. Depois desceu, recolhendo minha própria umidade — eu estava encharcada, traidora — e trouxe tudo de volta, misturando, lubrificando meu buraco apertado.
“Meu Deus… ele vai me foder no cu. Assim, seco, sem preparação. Eu não vou aguentar…”
— Não… vai doer, assim não… — pedi, a voz tremendo, quase um gemido.
Ele ignorou completamente. Senti a ponta de algo duro, liso e pontudo pressionando contra mim. Meu corpo travou inteiro. Os músculos do meu cu se contraíram por instinto, tentando barrar a invasão.
— Shhh… — ele fez, baixo e seco, a voz rouca de tesão controlado. — Se trancar vai ser pior.
Tentei relaxar, mas o pavor e a excitação misturados me deixavam rígida. Ele continuou empurrando, girando devagar, forçando a coisa para dentro. Senti meu cu se abrindo, queimando, sendo violado centímetro por centímetro. Era um plugue grosso, ruim e gelado. Quando a parte mais larga passou pelo anel apertado, um gemido alto e dolorido escapou da minha garganta. O objeto se encaixou inteiro, me enchendo, me esticando de um jeito que me fazia sentir completamente possuída.
A ardência era intensa, mas junto veio uma onda quente de tesão vergonhoso que desceu até minha buceta. Eu pulsava, latejava, molhando minhas coxas.
Sem me dar tempo de me acostumar, ele enfiou dois dedos na minha buceta de uma vez. O contraste foi brutal — o cu cheio e dolorido, a buceta molhada e faminta. Ele começou a dedar forte, curvando os dedos exatamente onde eu precisava, o polegar roçando meu clitóris inchado a cada estocada.
Meu corpo inteiro tremeu. Os joelhos fraquejaram contra a poltrona, os pulsos puxavam inutilmente as grades. O plugue no cu fazia cada movimento dos dedos dele reverberar mais forte dentro de mim. Eu gemia alto, sem vergonha, o rosto ainda espremido contra o metal frio, a respiração embaçando a janela.
— Isso… isso… — escapou da minha boca, eu estava louca.
Ele acelerou, fodendo minha buceta com os dedos sem piedade, batendo fundo, molhado, barulhento. O orgasmo veio como um soco. Forte. Incontrolável. Meu cu apertou o plugue, minha buceta contraiu em espasmos violentos em volta dos dedos dele, e eu gozei gemendo alto, o corpo inteiro convulsionando, as pernas tremendo, um jorro quente escorrendo pelos dedos dele enquanto eu me desfazia presa contra a janela.
Ainda estava gozando, o corpo inteiro convulsionando em espasmos, quando ele tirou os dedos de dentro de mim. Por um breve segundo senti o vazio dolorido, como se meu corpo protestasse a ausência. Não tive tempo de recuperar o fôlego.
Com um golpe seco e brutal, ele enfiou o pau inteiro de uma vez só.
A estocada foi violenta. Senti meu interior sendo rasgado, aberto à força enquanto eu ainda pulsava em torno dele. Um grito rouco morreu na minha garganta. O orgasmo, que já deveria estar diminuindo, ganhou força nova, mais fundo, mais cruel. Meu cu apertava o plugue, minha buceta contraía desesperadamente em volta do pau grosso que me invadia sem piedade.
— Calma… por favor… — tentei pedir, mas a voz saiu quebrada, quase inaudível, engolida pelo prazer que não ia embora. As palavras se dissolviam em gemidos molhados.
Ele não deu calma nenhuma. Uma mão grande envolveu meu pescoço por trás, apertando forte, cortando o ar. Meu rosto ficou ainda mais pressionado contra as grades frias. O ar faltou. O mundo estreitou. Só existia a sensação dele metendo fundo, duro, intenso, batendo no fundo de mim a cada estocada.
Cada vez que ele entrava até o saco, o plugue no cu fazia pressão dupla, me enchendo por completo. Eu não sabia mais se ainda estava gozando do primeiro orgasmo ou se outro tinha começado. Era só uma onda longa, violenta, que não acabava. Meu corpo tremia descontrolado, as pernas fraquejando, os pulsos puxando as grades, os pulmões queimando pela falta de ar.
Ele fodia como se quisesse me quebrar. Rápido. Forte. Selvagem. O som molhado de carne contra carne enchia o quarto, misturado aos meus gemidos sufocados. A mão no meu pescoço apertava no ritmo das estocadas, tirando o ar exatamente quando eu mais precisava respirar.
Até que, com um grunhido baixo e animal, ele enterrou o pau até o fundo e gozou. Senti o jorro quente, grosso, enchendo-me por dentro. Pulsando forte, marcando-me. Só então a mão no meu pescoço afrouxou um pouco, permitindo que eu respirasse em golfadas desesperadas.
Eu ainda tremia, o corpo mole, pendurado pelas mãos presas, o cu cheio, a buceta latejando em volta do pau dele que ainda jorrava os últimos fios de porra.
Ele saiu de dentro de mim devagar, quase com crueldade. Senti cada centímetro deslizando para fora, arrastando consigo o gozo quente que havia jorrado fundo. Assim que o pau dele saiu, tudo começou a escorrer — grosso, viscoso, misturado ao meu próprio tesão — descendo pelas coxas tremidas em fios lentos e quentes. A sensação era obscena, humilhante. Fiquei ali, de joelhos sobre a poltrona com pulsos ainda presos nas grades frias da janela, o plugue bem fundo no cu e com o corpo inteiro latejando.
Ouvi seus passos se afastando. Ele simplesmente se virou e caminhou em direção à porta e ,eu coração deu um salto de pânico e indignação. Tentei virar o rosto, a voz saindo mais histriônica e quebrada:
— Ei… onde você vai? Vai me deixar aqui assim?
Ele parou na porta. Olhou-me por cima do ombro com o rosto muito calmo. A voz saiu baixa, firme, carregada de maldade:
— Eu ainda não terminei de te usar. Temos a noite toda.
E a porta se fechou atrás dele com um clique suave.