Capitulo 2

Minhas coxas tremeram de leve contra ele, o calor subindo forte, mas eu balancei a cabeça devagar, respirando pesado, o corpo todo formigando contra a vontade. Depois de disso tudo, não poderia ser tão ruim.

— Rápido... e goza logo que eu preciso dormir — murmurei, a voz baixa e rouca, quase impaciente.

Ele soltou meu peito com um suspiro molhado, o queixo brilhando de leite, e desceu a mão devagar pela minha barriga. Meus seios latejavam, mais leves agora, os bicos vermelhos e inchados roçando o ar frio. Fiquei ali, de pé entre as pernas dele, o coração batendo forte enquanto sentia os dedos inexperientes dele deslizarem pela minha coxa.

A calcinha bege, aquela enorme de pós-parto, estava bem apertada contra minha pele, úmida de suor e de mim. Ele não pensou em pedir pra tirar — só empurrou os dedos por entre minhas pernas, devagar, tentando abrir caminho. O tecido grosso e elástico resistia, embolando contra os lábios inchados da minha buceta. Ele franziu a testa, concentrado, empurrando mais, lutando contra o pano que não cedia direito. Os dedos dele roçavam de um jeito desajeitado, pressionando a calcinha molhada contra mim.

Eu ri baixinho, um risinho nervoso que escapou dos meus lábios. O toque era ruim, meio bruto, mas naquela hora, com os peitos sensíveis e o corpo todo quente, até que gostei daquilo. Sentir ele se atrapalhando, tão ansioso, me deixou ainda mais molhada. A calcinha grudava toda, o algodão encharcado colando nos lábios lisos e no clitóris inchadinho.

— Espera... — sussurrei.

Segurei a cintura da calcinha com as duas mãos e baixei devagar até o meio das coxas. O ar fresco bateu direto na minha buceta exposta, quente e molhada, os lábios brilhando de excitação. Ele arregalou os olhos, respirando pesado, e voltou a passar os dedos ali, agora sem barreira. Sentiu tudo escorregadio, quente, os dedos deslizando devagar pela fenda molhada.

— Não enfia o dedo de jeito nenhum, tá? — avisei baixinho, a voz tremendo um pouco. — Tá dolorido ainda...

Ele assentiu rápido, os olhos fixos entre minhas pernas, e continuou passando os dedos de cima pra baixo, desajeitado mas curioso, espalhando minha umidade pela pele sensível. Meu clitóris pulsava a cada roçada, mandando choquinhos quentes que subiam pela barriga. Fechei os olhos por um segundo, sentindo as coxas tremerem de leve contra a mão dele.

“Caralho… eu me odeio por gostar disso”, pensei, mordendo o lábio. Mas não parei. Fiquei ali, de calcinha abaixada, peitos pesados balançando, deixando ele me tocar enquanto a mão dele acelerava no pau duro, o som molhado da punheta enchendo o silêncio da sala.

Eu não sabia há quanto tempo não sentia um toque assim entre as pernas. Quase dez meses sem nada, e isso aqui nem era sexo de verdade… mas era o mais perto que eu chegava. Patético, eu sabia. Um moleque magrinho me mamando como se eu fosse uma vaca leiteira, enquanto o dedo dele corria desajeitado pela minha buceta, cheia de pelinhos escuros que não via lâmina desde do dia que o bebê nasceu.

Mas ele não parecia se importar nem um pouco.

Segurei meus dois seios com as mãos, levantando eles um pouco pra facilitar. A carne pesada e quente transbordava entre meus dedos. Encostei o bico inchado de novo na boca dele e ele abocanhou com força, sugando fundo, pesado, quase desesperado. O leite jorrou quente direto na língua dele, escorrendo pelos cantos dos lábios e molhando meu ventre. Cada sugada forte mandava um delírio delicioso pelo peito. Meus bicos latejavam, sensíveis, formigando de prazer.

Lá embaixo, o dedo dele continuava deslizando devagar pela fenda molhada, roçando os pelinhos úmidos, abrindo meus lábios com cuidado desajeitado. Ele não entrava, só passava de cima pra baixo, espalhando minha excitação quente. Era bruto, sem ritmo, mas caralho… estava gostoso. Meu clitóris inchadinho pulsava toda vez que ele passava por cima, mandando ondas quentes que subiam pela barriga e faziam minhas coxas tremerem de leve.

Fiquei ali, de pé, calcinha abaixada até o meio das coxas, peitos na boca dele, sentindo o corpo todo responder contra a vontade. O som molhado da sucção enchia a sala silenciosa, misturado com a respiração pesada dele e o barulhinho discreto dos dedos deslizando na minha umidade.

“Porra… tá gostoso demais”, pensei, mordendo o lábio por dentro.

De repente o corpo dele ficou tenso. A mão que estava no pau acelerou, os dedos entre minhas pernas tremendo. Ele soltou um gemido abafado contra meu seio, sugando ainda mais forte, e gozou. Jatos quentes e grossos espirraram na barriga magra dele escorrendo enquanto o pau pulsava na própria mão. Os dedos dele pararam entre minhas pernas, pressionando meu clitóris sem querer, me deixando toda arrepiada.

Fiquei ali, de pé, respirando pesado, os seios ainda pressionados contra o rosto dele. O leite escorria devagar pelos cantos da boca dele, descendo quente e brilhante pela minha pele, misturando-se ao suor que brilhava no vale entre eles. O calor pegajoso do gozo dele pingava na minha coxa, escorrendo lento, grosso, ainda quente. Meu corpo todo latejava — os bicos vermelhos e sensíveis, a buceta molhada latejando entre as pernas —, mas eu me sentia estranhamente vazia, incompleta, como se tivesse chegado quase lá e alguém tivesse parado no meio.

— E aí, acabou? — perguntei baixinho, a voz rouca.

Ele riu sem graça, um risinho nervoso que fez o peito dele subir e descer rápido. Dei um passo para trás, sentindo o ar frio bater na pele molhada dos meus seios e na buceta exposta. Enquanto ele se levantava, ainda com o pau meio duro pingando, eu puxei a calcinha de volta para o lugar, o algodão grosso grudando na umidade. Ele juntou as roupas correndo e foi pro banheiro.

Quando voltou, passou por mim com o cheiro do meu sabonete. Vi quando enfiou a mão no bolso, tirou umas notas amassadas e colocou em cima da mesa com os dedos tremendo de vergonha. Os olhos dele mal encontravam os meus.

— Tá aqui, tá? Obrigado... — murmurou, envergonhado, quase sussurrando. — Eu posso voltar depois de amanhã?

Eu ri por dentro, um riso quente e amargo que ficou preso na garganta. Caminhei devagar até a porta da sala, sentindo as coxas roçarem uma na outra, ainda meladas. Antes de chegar, desviei para a cozinha, abri o freezer e peguei um dos frascos de leite materno congelado na palma da mão.

Virei e arremessei o frasco pra ele, que pegou no ar com as duas mãos.

— Pode sim — respondi, encostando no batente da porta. Mas leva um lanchinho pra mais tarde.

Ele guardou o frasco no bolso da mochila, o rosto corado, e saiu rápido. Fechei a porta atrás dele com um clique suave, encostei a testa na madeira fria e soltei o ar devagar.

— Ser mãe solteira é foda!