Todo mundo mente quando diz que não fica curiosa com o pau do cara antes de abrir as pernas. Eu não sou diferente. E com esse carinha da minha sala foi bem pior.

Ele sentava três carteiras na frente, sempre quietinho, ombros curvados. Os boatos corriam desde o ano passado: pau muito pequeno, tipo minúsculo mesmo. A ex dele terminou o namoro e fez questão de divulgar, mostrou as fotos no celular pra várias meninas, rindo. Ela acabou expulsa, mas o estrago já tava feito. Ele coitado ficava vermelho, gaguejando, tentando desmentir nos corredores, voz tremendo, mas era tarde demais. As risadinhas seguiam ele por todo canto.

Eu fingia que não ligava... mas toda vez que meus olhos caíam nele minha barriga dava uma voltinha quente, lenta. Comecei a ficar curiosa pra caralho. No começo era só uma ideia, depois estalou um fetiche doido na minha cabeça. Eu não sei explicar o motivo, mas só de pensar naquele pauzinho pequeno meu corpo reagia sozinho. À noite, deitada na cama, minha mão descia devagar pela barriga sentindo a pele arrepiada. A calcinha já estragava em dois segundos só de imaginar. Pegava meu batom dourado, aquele de bala cremosa, e deslizava a pontinha lisa e fria entre as coxas. Roçava devagar no clitóris inchado, sentindo ele pulsar, depois empurrava bem devagarinho pra dentro, imaginando como seria ter algo tão miudinho me preenchendo. Minhas pernas tremiam, se abrindo mais no lençol, o quadril subindo sozinho enquanto eu mordia o travesseiro pra não gemer alto. Gozava rápido, o batom todo melado de mim com um fio quente escorrendo pela vagina.

Fiquei obcecada. Comecei a correr atrás dele no intervalo, encostando o braço no dele sem querer, sorrindo quando ele ficava todo vermelho e fugia. Ele evitava meu olhar, andava rápido colado na parede como se eu fosse perigosa. Mas eu não parava. Até que rolou aquela saída no shopping. Filme bobo, pipoca quente no colo, minha coxa encostando na dele de propósito. No final eu consegui trazer ele pra minha casa.

A coisa esquentou rápido. Nossos beijos ficaram molhados, urgentes, línguas se enrolando devagar enquanto eu sentia o gosto dele na boca. Minhas mãos subiam e desciam pelas costas dele, puxando a camiseta, e as dele também não paravam quietas.

Ele desceu a alça do meu vestido com os dedos trêmulos. O tecido escorregou fácil, deixando meu peito direito todo exposto. Senti o ar frio no bico antes da boca quente dele cobrir ele inteiro. Ele chupava devagar, sugando forte, a língua girando em volta enquanto os dentes roçavam de leve. Um arrepio subiu pela minha espinha. Ao mesmo tempo, a outra mão dele subiu por baixo do vestido, dedos quentes deslizando pela parte interna da minha coxa até encontrar a calcinha já encharcada. Ele puxou o tecido pro lado e enfiou dois dedos devagar, sentindo a umidade quente escorrendo. Meu corpo deu uma tremida forte, as coxas apertando em volta da mão dele enquanto eu soltava o ar pela boca entreaberta.

Minha mão desceu nervosa pela barriga dele, passando pela fivela do cinto e entrando por cima da calça. Eu tateei, procurando... mas não achava quase nada. Só um volume bem pequeno, quase escondido. Meu coração acelerou ainda mais, a curiosidade queimando forte entre as pernas enquanto meus dedos tentavam fechar em volta daquilo, sentindo o calor dele através do tecido.

“Ele deve tá com medo”, pensei, “medo de eu contar pra alguém de novo e confirmar a história toda...”

Ele afastou a boca do meu peito com a respiração pesada, os lábios brilhando de saliva, e murmurou rouco:

— Melhor não continuar... eu não trouxe camisinha.

Eu olhei bem no fundo dos olhos dele, o peito subindo e descendo rápido, e falei com a voz rouca e decidida, sem dar espaço pra ele negar:

— Então só uma chupadinha...

Ele ainda repetia baixinho, quase sem ar, que era melhor parar, que não tinha trazido camisinha, mas os dedos dele continuavam se mexendo devagar dentro de mim, como se o corpo não obedecesse à boca.

Eu me afastei devagar, sentindo os dedos dele saírem molhados da minha boceta, um fio grosso e brilhante esticando entre nós antes de romper. Me ajoelhei entre as pernas dele no sofá, o vestido com uma alça caída, o peito de fora. Ele puxou a calça pra baixo e o pau dele pulou pra fora, durinho — no diminutivo mesmo.

Minha buceta deu uma contração quente e forte só de ver. Era tão pequeno... durinho, rosadinho, não maior que o meu dedo médio. No máximo uns dez centímetros, sendo bem generosa. Ele era fino e delicado. Quando fechei a mão em volta, ele praticamente sumiu entre meus dedos, quente, pulsando levemente. O cheirinho dele subiu, aquele aroma jovem de tesão que me deixou ainda mais molhada.

Não falei nada. Só abri a boca e coloquei ele inteiro.

A cabecinha entrou fácil, quente e lisa na minha língua. Comecei a chupar com força, molhado, subindo e descendo a cabeça devagar no começo, depois mais rápido, fazendo barulho a cada movimento. A saliva escorria pelos cantos da boca, pingando no pauzinho e nas bolas lisas. Eu forçava mais fundo de propósito, engasgando, soltando sons molhados da garganta, mas ele não chegava nem perto do fundo da minha boca. Isso me deixava ainda mais louca, era como se não preenchesse e sempre ficasse um vazio confortável.

Torci o rosto de lado pra encaixar melhor, mamando com vontade, sugando ruidoso. Minha língua saía pra fora, lambendo toda a extensão curta, girando na cabecinha brilhante de saliva, depois descia e chupava as bolas dele uma por uma, sentindo elas encolherem contra meus lábios. Voltei pro pauzinho, mamei forte, rápido, a ia saliva escorrendo pelo meu queixo e pingando no sofá. O pau sumia e aparecia entre meus dedos, me obrigando a usar no máximo três dedos para punheta.

Eu diminuí o ritmo devagar, tirando o pauzinho dele da boca com um som molhado e longo, a saliva escorrendo pelo meu queixo enquanto olhava pra ele. O menino tava lutando pra não gozar, dava pra ver pelo jeito como o corpo dele inteiro tremia, as coxas apertadas, a respiração curta e quente.

Fiquei de joelhos ali, pensando, o coração batendo forte. Sentar direto ia ser impossível... aquilo era tão pequeno que mal passaria da entrada da minha boceta. De quatro talvez desse pra sentir as pancadinhas dele, mas eu queria mais, queria sentir ele de verdade. Até que uma ideia acendeu na minha cabeça. Sorri, quase agradecendo em silêncio por ser bissexual e já ter experimentado tanta coisa.

— Vem... eu quero sentar — falei baixinho, a voz rouca de tesão.

Ele me olhou com cara de quem ia chorar, os olhos arregalados, boca entreaberta tentando falar alguma coisa. Mas eu não dei espaço. Fui dando ordens, uma atrás da outra, o tom firme e safado, deixando ele cada vez mais desconfortável e vermelho.

Deitei ele no sofá com as mãos no peito dele, sentindo o coração batendo rápido contra minha palma. Me encaixei por cima, abrindo as pernas e entrelaçando uma delas com a dele. A posição da tesourinha. Meu corpo desceu devagar até colar na pele quente dele.

Quando a cabecinha miudinha encostou na minha entrada, eu segurei a respiração. Empurrei devagar com o quadril... e ele entrou. Quase nada. Era tão pequeno que eu mal senti a penetração, só uma pressão leve e quente passando pela porta da boceta, um volumezinho delicado que mal me abria. Mas o resto... caralho.

Meu clitóris inchado colou direto no corpo dele, apertando contra a pele quente da virilha, sentindo o pauzinho pequeno lá dentro pulsando. Comecei a mexer devagar, sarrando, esfregando meu clitóris pra cima e pra baixo nele inteiro. Era exatamente como uma tesourinha com um dedo grosso dentro de mim. O pauzinho não me enchia quase nada, mas cada movimento fazia ele roçar lá no fundo enquanto meu clitóris deslizava molhado pela barriga dele, quente, escorregadio.

Minhas coxas tremiam, o suor brilhando na pele. Eu me apoiei com as mãos no sofá e aumentei o ritmo, gemendo baixinho, sentindo o contraste delicioso: quase vazio lá dentro, mas uma fricção perfeita e constante no clitóris. Era quase como transar com uma menina, só que com aquele pauzinho quente e latejante me fazendo companhia por dentro.

Eu olhava pra baixo, fascinada, vendo meu corpo molhado deslizando sobre o dele, o pau miudinho aparecendo e sumindo entre nós, brilhando de mim. E quanto mais eu sarrava, mais louca eu ficava.

Eu gozei, e logo em seguida ele gozou, não foi a melhor coisa da minha vida, mas ainda assim foi uma foda muito boa! Triste foi ter que passar o meu colegial me negando a confirmar as perguntas das meninas sobre o pau dele. Coitado.