Capítulo 18
Meu marido tinha só catorze anos quando engravidou uma menina. Coisa de adolescente sem juízo nenhum. Nunca casou com a mãe do menino — a família dele que assumiu tudo. Depois ele seguiu a vida: casou com outra mulher, teve mais filhos, enviuvou… e agora somos nós dois.
Eu me dou bem com todos os filhos dele. Menos com o mais velho. Lucas tem dezoito anos agora, mora em outro estado com a mãe e quase nunca aparece. Mas os vestibulares o trouxeram pra cá. Meu marido achou que seria uma boa oportunidade: ele ficar uns dias em casa, estudar com calma e fazer as provas tranquilo.
E foi aí que eu vi.
O Lucas é a cara do pai aos dezoito. A mesma boca carnuda, o mesmo olhar que parece tirar a roupa da gente sem pedir licença. Se pego uma foto antiga do meu marido naquela idade, juro por Deus que é o mesmo menino: alto, ombros largos começando a desenhar, pele bronzeada de sol de praia. Um perigo.
Claro que eu não queria me envolver com ele. Mas quem nunca fantasiou com a versão novinha do homem que ama? Quem nunca quis saber como seria sentir aquele fogo todo antes da vida estragar o homem enchendo ele de rugas e barriga?
O moleque andava pela casa como se fosse dele. Sem camisa, short de praia caído na cintura, aquele V marcado descendo pela barriga. Largando tudo espalhado por onde passasse e agindo como um jovem da sua idade. Mas meu marido, pareceu não gostar muito da presença dele e tratou logo de arrumar uma viagem, largando o garoto comigo, algo que criou uma briga enorme entre nós dois depois.
O tonto não teve maldade nenhuma em ver como o filho dele me olhava.
Na primeira noite sem meu marido em casa, desci pra fazer companhia a ele na sala vestindo o que sempre uso pra ficar confortável: uma camisa velha e fina de algodão, sem sutiã, e um shortinho de malha feio que ia até as coxas. Roupa de casa, nada demais.
Sentei do lado dele na sala para ver a série que ele estava assistindo e comecei a sentir o olhar dele subir devagar pelas minhas pernas, parar nos meus seios e depois descer de novo, sem pressa nenhuma e completamente descarado sem se importar se eu estava vendo. O ar da sala ficou mais quente. Meu corpo reagiu antes da cabeça: meu peito arrepiou e um calor incômodo começou a se instalar entre as pernas.
Eu me ajeitei no lugar, puxando a barra da camisa fina como se quisesse me cobrir, e olhei discretamente pra baixo pra conferir se a roupa não estava colada demais, indecente ou transparente. Não havia nada ali de especialmente desejável, mas ele não tirava os olhos de mim.
— Lucas, o que você tanto me olha, posso saber?
Falei num tom maternal, bem dura, esperando que ele se encolhesse. Mas o moleque não se intimidou nem um pouco.
— Tô vendo o quanto meu pai se deu bem, tia…
Levei a mão ao rosto, morrendo de vergonha, um “ai, meu Deus” ecoando alto dentro da minha cabeça.
— Me respeita, menino. Sou a mulher do seu pai, rapaz.
Ele se endireitou no sofá, abrindo ainda mais as pernas daquele jeito descarado, como um pavão orgulhoso exibindo as penas. E soltou, com a voz baixa e rouca:
— Acho que a gente tem os mesmos gostos…
Eu tinha que admitir: o moleque tinha a confiança do pai. A mesma cara, o mesmo jeito. E era uma delícia.
— Dizem que meu pai e eu somos muito parecidos… A senhora me pegaria?
— Se eu tivesse sua idade, claro. Você é lindo, meu bem.
Ele fez uma pausa. Depois se moveu devagar no sofá, chegando mais perto. O ar entre nós mudou na hora.
O cheiro dele me acertou primeiro: uma mistura quente de pele jovem, sal do mar que ainda grudava no corpo depois da praia, um toque leve de suor limpo e aquele perfume barato de adolescente que ficava absurdamente bom nele. Era um cheiro vivo, quase animal, que invadia meus pulmões e descia direto pro ventre.
O calor veio em seguida. O corpo dele irradiava uma temperatura alta, quase febril, como se o sol da tarde ainda estivesse guardado debaixo da pele bronzeada. Quando ele se inclinou um pouco mais, senti aquela onda quente roçando no meu braço, no meu colo, ameaçando derreter o pouco de juízo que ainda me restava.
E a pele… Deus, a pele. Tão perto agora que eu conseguia ver o relevo dos ombros largos, o peito definido subindo e descendo com a respiração calma, a barriga lisa com aquele V profundo desaparecendo dentro do short caído. Era uma pele macia, esticada, brilhando levemente de umidade, do tipo que convidava a mão a deslizar sem pedir licença.
Meu corpo tremeu inteiro com a proximidade dele.
— Mas você não tem a minha idade… — ele murmurou, a voz baixa e segura, quase roçando minha orelha. — E ainda pode pegar… se quiser.
Eu me virei para ele. Seu rosto estava tão perto agora que eu sentia o calor da sua respiração roçando meus lábios. Não me mexi. Na hora veio aquele frio na barriga — um misto de medo, ansiedade e aquela sensação horrível de quem sabe que está a um passo de fazer a maior cagada da vida. Era como se tivesse um anjinho no meu ombro gritando “não faz isso, sua louca”, e eu, teimosa, fingindo que não ouvia.
— Garoto… melhor você sair de cima de mim…
Meu aviso saiu baixo, um alerta sem efeito para impedir que um de nós dois fizesse uma merda irreparável.
Mas ele era mais inconsequente. O merdinha só sorriu de canto, chegou mais perto ainda e me beijou.
Foi um beijo simples no começo — quente, macio, quase inocente. A boca dele encostou na minha com uma pressão leve, como se estivesse testando o terreno, e por um segundo eu me deixei levar. Só um segundo.
Depois me afastei o suficiente pra falar, com a voz rouca, como se estivesse dando a ele o direito de se achar o adulto da sala:
— Menino, você não vai saber o que fazer com uma mulher como eu.
Ele riu, safado, aquele riso baixo e convencido que só quem tem dezoito anos e acha que o mundo é dele consegue dar. Coitado. Ele realmente não fazia ideia de que tinha acabado de se meter bem no olho do furacão.
Ele continuou me beijando, mas as mãos eram inexperientes — pegando, apertando, tocando tudo que encontrava sem ritmo, sem jeito. Um toque horroroso, quase bruto de tão desajeitado. Eu ri dentro do beijo, achando graça da bagunça que ele estava fazendo.
E decidi:
vou maltratar esse moleque.
— Deita aí. Vamos ver se tu é o Don Juan mesmo.
Ele riu sem graça, tentando disfarçar que não tinha entendido o que estava fazendo de errado, mas obedeceu. Deitou com aquele arzinho sacana, ainda cheio de si, como se estivesse no controle da situação.
Eu me levantei, segurei as pernas dele e puxei com força, deixando ele completamente esticado no sofá. Ele me olhava curioso, já tentando abrir a bermuda com as mãos trêmulas.
Sem dizer nada, me livrei de uma vez do short e da calcinha. Passei a mão entre minhas pernas e senti: eu estava encharcada. O toque escorregadio me fez tremer inteira. A sensação de estar fazendo a maior merda da minha vida só aumentava o tesão — um calor louco, proibido, que pulsava forte.
Eu sabia que ele não ia saber foder direito. Por isso mesmo eu ia tirar dele tudo o que eu quisesse.
Subi por cima dele, virada de costas, bunda voltada pra cara dele. Me ajoelhei devagar e sentei no seu rosto com força. Senti o nariz e a boca dele encostarem direto na minha buceta quente e molhada. Esfreguei devagar no começo, depois com mais pressão, molhando todo o rosto dele.
Ele soltou um murmúrio abafado, um protesto surpreso pedindo pra eu aliviar.
— Aguenta — eu ordenei, voz rouca, sentando ainda mais forte. — Você não queria? Agora aguenta. Eu estava quietinha no meu canto, moleque… agora aguenta.
Eu comecei a me mover devagar, esfregando minha buceta molhada pra cima e pra baixo na cara dele. A pele macia do rosto dele deslizava contra mim, quente e lisa, já brilhando com meu tesão. Ele tentou virar a cabeça pra respirar, mas eu segurei firme nos cabelos dele, prendendo o moleque no lugar. O nariz dele roçava meu clitóris inchado a cada passada, e eu sentia a boca aberta, tentando acompanhar o ritmo que eu mesma ditava.
— Chupa — mandei, voz baixa e mandona. — Chupa direito, vai.
Ele obedeceu no começo, a língua quente e desajeitada tentando me lamber. Mas eu não dei espaço. Esfreguei mais forte, mais rápido, tirando dele qualquer controle. A língua dele mal conseguia me tocar — eu só usava o rosto inteiro como se fosse um brinquedo. O queixo, a boca, o nariz… tudo molhado, escorregadio, brilhando com o quanto eu estava pingando. Ele soltava uns gemidos abafados, meio protesto, meio tesão, mas eu não parei. Só aumentei o ritmo, rebolando com força, sentindo o calor dele me queimando por dentro.
O prazer subiu rápido, quase violento. Aquela sensação de poder, de estar usando o filho do meu marido como um objeto, me deixou louca. Meu corpo inteiro tremeu. As coxas apertaram as laterais da cabeça dele, os quadris se movendo sem parar, esfregando cada vez mais fundo.
— Isso… assim… — eu gemi, quase sem voz.
O orgasmo me acertou de repente, forte, quente, molhado. Gozei na cara dele com tudo, tremendo inteira, apertando os olhos enquanto minha buceta pulsava contra a boca aberta dele. Senti o jorro quente escorrendo pelo queixo, pelo nariz, molhando tudo. Ele engasgou, mas eu não levantei. Fiquei ali mais um segundo, esfregando devagar o resto do gozo na cara dele, marcando cada centímetro daquela pele jovem e bonita.
Quando finalmente me levantei um pouco, o rosto dele estava uma bagunça linda: vermelho, brilhando, cabelo grudado na testa, boca aberta tentando recuperar o fôlego.
E eu sorri, ainda ofegante, e olhei pra cintura dele. O moleque apertava o pau firme por cima da bermuda, quase desesperado, o volume marcando o tecido.
Me abaixei pra tentar abrir, mas ele não deixou minha mão chegar perto.
— O que foi, garoto? Tá com vergonha?
— Não… — disse ele, acabado, a cara toda brilhando com o meu gozo.
— Deixa eu ver logo isso!
Enfiei a mão, tirei a dele de cima e puxei a bermuda pra baixo de uma vez. E foi aí que eu ri. Ri tanto, de um jeito tão forte e sincero, que o tesão evaporou no mesmo segundo.
O moleque tinha gozado. Só de apertar o pau enquanto eu sentava na cara dele. A barriga estava toda lambrecada com uma mancha enorme, molhada, quente, cheia de esperma grudado.
Eu ainda ri mais um pouco, balançando a cabeça.
— É… foi exatamente o que eu imaginei. Você não aguenta nada.
Pelo menos eu gozei.