Capítulo 100
Laura quando ouviu o protesto da Mariana torceu a cara pro céu rindo, acho que com uma mistura de vergonha e tesão, e deu uma respirada fundo olhando pros lados como se estivesse calculando se ia mesmo fazer aquela besteira. Tomar banho de piscina pelada na casa do patrão... pra mim isso é definição pura de fazer merda no trabalho.
Ela deu um gole longo no espumante, estendeu a mão pra gente esperar um pouco e, por um instante, o tempo ali pareceu parar. A vagabunda da Mariana tava muda, olhando fixo. Eu, que ainda tava com a mão enfiada na buceta dela por baixo da água, sentia a bichinha dela mais molhada que a própria piscina apertando meus dedos de leve toda vez que a Laura se mexia.
E aí a Laura começou o espetáculo dela.
Devagar, como se estivesse fazendo um show só pra gente, ela colocou a taça na borda da piscina e levou as mãos até o cinto do robe. Desamarrou o nó com calma, os dedos longos puxando o tecido leve. O robe foi abrindo aos poucos, revelando primeiro o vale profundo entre os peitos dela — aqueles peitos grandes, pesados, mas firmes, com a pele branquinha e os bicos escuros já duros, arrepiados do ventinho. Quando o robe escorregou pelos ombros e caiu no chão, caralho... o corpo dela era uma coisa de outro mundo.
Alta, pernas longas e grossas do jeito certo, coxas grossas que eu queria apertar, uma bunda empinada e redonda que balançava de leve com o movimento. A cintura era marcada, marcando bem os quadris largos. A buceta dela... nossa, perfeita. Não dava pra ver tudo de onde eu tava, mas o suficiente pra me deixar babando: os pelinhos muito bem aparados, um triângulo escuro e curto, super bem cuidado. Os lábios pequenos eram delicados, quase escondidos, mas o clitóris dela era saliente, grande, aparecendo um pouco inchado já, pedindo atenção. Parecia daqueles que incham fácil quando a mulher tá de fogo.
Mariana soltou um suspiro alto do meu lado, apertando minha mão dentro dela sem nem perceber.
— Julinha... — sussurrou Mariana no meu ouvido.
— Oi.
— Par ou ímpar?
Laura pegou a taça de novo, levantou ela no ar e falou com a voz macia:
— Agora sim. Vamos brindar?
O engraçado foi que ninguém brindou direito. Todo mundo só encostou as taças e já foi bebendo. Depois da Laura ficar pelada na nossa frente, ninguém tinha palavras mesmo. Eu tentava não olhar, mas como eu tava na altura dos pés dela dentro da piscina, toda vez que levantava os olhos tinha aquela visão direta da buceta lisinha dela, bem cuidada, brilhando com o reflexo da água. E eu não queria olhar... mas sabem como eu sou, né? Acabei olhando sim.
Laura entrou na água como uma sereia, mergulho de cabeça perfeito, mal bagunçando a superfície. Mariana ficou parada ali, já no segundo copo, os olhos grudados na mulher nadando. Quando a Laura deu aquelas cambalhotas na água, os peitos grandes balançando, a bunda empinada aparecendo toda vez que virava, eu vi a cara da Mariana mudar na hora.
Ela tava com a boca meio aberta, o copo parado no ar, olhando sem piscar. Depois soltou um suspiro longo e murmurou baixinho, quase pra si mesma:
— Caralho... escolhe logo, par ou ímpar!
— Mariana, eu não vou tirar quem vai ficar com ela no par ou ímpar! — vociferei baixo tentando fazer com que Laura não nos ouvisse entre um mergulho e outro.
Eu ri por dentro porque conheço minha prima. Mariana tava hipnotizada. Os olhos dela desciam sem vergonha nenhuma pelo corpo da Laura, parando nos peitos, na cintura, na bunda quando ela virava. Tinha um pouco de inveja ali também, dava pra ver na cara dela, tipo “porra, como uma mulher pode ser tão perfeita assim?”. Mas o tesão tava ganhando fácil. Os bicos dos peitos da Mariana tavam durinhos pra caralho, e não era só da água fria não.
Quando a Laura nadou até perto da gente e emergiu, cabelo molhado colado no corpo, água escorrendo devagar pelos peitos grandes, brilhando no sol, a Mariana não aguentou mais. A safada tava com os olhos arregalados, quase babando.
— E aí, o que a gente vai fazer agora, já que temos a casa só pra gente? — soltou ela, a voz saindo quase medonha.
Laura encheu as taças mais uma vez, devagar, como quem tá ganhando tempo. Ninguém respondeu nada. Parecia que o ar tinha ficado pesado, ninguém sabia o que dizer ou tinha coragem de falar primeiro. Eu tava ali, coração batendo forte, a periquita ainda latejando da mão da Mariana e da visão daquela mulher pelada.
— Seria legal dar uma festa — Laura falou, sorrindo de canto. — Seus tios dão festas péssimas aqui, sabia? Tudo certinho demais.
Eu olhei pra ela, depois que passou aquele primeiro impacto eu consegui me controlar um pouco. Tentei não me comportar que nem um machinho tarado olhando tudo, mas meu lado piranha é terrível, caralho. Tava difícil tirar os olhos daqueles peitos e do corpo dela.
— E você, Laura? Tem namorado? — perguntei, tentando mudar o foco.
— Ou namorada... — completou a Mariana, já com aquele sorrisinho malicioso.
Laura nem titubeou. Deu um gole na taça e respondeu na lata:
— Ih, gente... Sabem como é homem hoje em dia, né?
— É mesmo, tá foda. Homem é tudo moleque — falou a Mariana, muito mais indignada por causa do álcool que já tava subindo.
— Mas minha filha, se você tá falando dele é foda também, né? — Soltei por impulso, levantando uma sobrancelha.
— Ele quem? — quis saber a Laura, sentindo o cheiro de fofoca no ar. — Fala tudo, quero detalhes.
Na hora eu que sou bocuda tranquei o cu. Tinha vacilado feio, não podia falar do Tomtom assim de graça. Meu rosto esquentou na hora, o coração disparou. Mariana ficou me olhando nervosa, aqueles olhos arregalados tipo “não fala merda, Julinha”. E a Laura, pela cara, não ia largar o osso tão fácil. Ela tava com aquele sorrisinho curioso, esperando a gente entregar alguma coisa que justificasse nossa reação.
Eu ri sem graça, apertando as coxas debaixo da água de nervoso. Porra, como é que eu saio dessa agora sem entregar que a gente tava comendo o filho do patrão na casa dele? A Mariana tava muda do meu lado, mas eu sabia que ela tava morrendo de vontade de soltar tudo. O tesão tava no ar, misturado com aquele medo gostoso de ser pega, e eu não sabia se queria que a Laura descobrisse ou se queria esconder tudo.
