Capítulo 102
A Mariana foi logo pra cima da Laura, puxando ela pela nuca com aquela fome que ela tem. As duas bocas se colaram num beijo molhado e barulhento, línguas se enrolando sem vergonha nenhuma. Eu vi a mão da minha prima subindo direto pros peitos grandes da Laura, apertando eles com força, os dedos afundando na carne macia, beliscando os bicos duros enquanto a Laura gemia baixinho na boca dela. Os peitos da Laura eram pesados, balançando um pouco com o movimento, e a Mariana tava apertando tanto que parecia querer tirar leite, o beijo foi ficando cada vez mais babado e desesperado.
Eu não fiquei parada. Me aproximei por trás da Laura, colei meu corpo no dela e comecei a beijar o pescoço quente e molhado, sentindo o cheiro da pele misturado com o cloro. Desci a boca pro ouvido dela, mordendo de leve o lóbulo, sussurrando safadeza sem nem saber direito o que tava falando. Meu quadril encoxava as duas, esfregando minha periquita melada na bunda redonda da Laura enquanto minha mão descia pra apertar a bunda dela também, abrindo as nádegas com os dedos. A outra mão foi pra bunda da Mariana, apertando forte, puxando ela mais pra perto.
A água batia entre nossos corpos, fazendo tudo escorregadio e quente. Eu sentia os peitos grandes da Laura roçando nos meus braços, o corpo dela tremendo entre mim e a Mariana, os gemidos baixos saindo misturados no beijo babado. Meu grelo roçava na pele molhada dela a cada rebolada, me deixando tonta de tesão. Eu só queria apertar, morder, esfregar, sentir aquelas duas peladas grudadas em mim.
Não aguentei mais só olhar. Desci a mão direita por baixo da água, devagar, procurando a bucetinha da Laura. Os dedos deslizaram fácil entre os lábios pequenos dela, achando aquele clitóris grande e saliente que eu tinha visto antes. Comecei a rodar devagar, pressionando, sentindo ele inchar no meu toque. Com a outra mão fiz o mesmo na Mariana, dois dedos abrindo a periquita dela que eu já conhecia tão bem, molhada pra caralho, quente e apertadinha.
As duas gemeram ao mesmo tempo, um som rouco e molhado que me deixou louca. A Laura soltou um suspiro mais alto, o corpo dela dando um tranco contra o meu, a buceta pulsando em volta dos meus dedos. A Mariana, safada como sempre, rebolou contra minha mão, mordendo o ombro da Laura enquanto gemia baixinho no ouvido dela.
— Caralho, Julinha... — a Mariana murmurou, a voz tremendo.
Eu fiquei encantada ouvindo aquilo. O jeito que as duas gemiam sob o poder do meu toque, os corpos tremendo, as respirações curtas e quentes... aquilo me deu um tesão absurdo, uma sensação de dominação que subiu quente pelo meu peito. Eu me sentia dona delas ali na água, controlando o prazer das duas com meus dedos. Acelerei um pouco, rodando o polegar no grelo da Laura enquanto enfiava um dedo mais fundo na Mariana, sentindo as paredes quentes apertando.
As gemidas delas ficaram mais altas, misturadas, uma rouca e profunda da Laura, outra mais aguda e safada da Mariana. Meu grelo latejava tanto que doía, a periquita toda encharcada, escorrendo na água. Eu tava morrendo de vergonha por estar fazendo isso ali, pelada na piscina dos meus tios, mas o tesão tava ganhando de lavada. Queria ouvir mais, queria fazer elas gozarem na minha mão, queria me sentir no controle total.
— Laura, eu quero te chupar, pode? — sussurrei, a voz saindo rouca, quase sem acreditar que tinha falado aquilo.
Ela me olhou com a boca entreaberta e um olhar completamente rendido, os olhos brilhando de tesão. Fomos as três pra borda da piscina, a Laura molhou a borda com a mão pra não queimar a bunda e sentou ali, abrindo as pernas devagar, revelando finalmente a buceta completamente pra mim e pra Mariana.
Que coisa linda era aquilo, Jesus me chicoteia!
Quando ela abriu bem as pernas, eu vi tudo. O clitóris dela era daqueles de mulher que toma bomba, grande, gordinho, a capinha mal tampando a cabeça rosada e inchada. Aquilo justificava o corpão dela, os peitos grandes, a bunda empinada... se bem que a voz dela era bem feminina, rouca mas suave. Os lábios pequenos eram delicados, rosados, já brilhando de melado misturado com água. Os pelinhos aparados deixavam tudo ainda mais exposto e convidativo. Eu fiquei olhando hipnotizada, com meu corpo tremendo como se nunca tivesse feito aquilo na vida.
Olhei pra Mariana e ela entendeu meu olhar na hora. A gente se aproximou juntas, como duas vampiras. A Mariana foi primeiro, abaixando a cabeça e passando a língua devagar por todo o comprimento daquele clitóris grande, lambendo com vontade, chupando a cabecinha inchada. A Laura soltou um gemido alto, a mão indo direto pros cabelos da minha prima, puxando de leve.
Eu não fiquei atrás. Me encaixei do lado, lambendo a lateral do grelo dela enquanto a Mariana chupava a ponta, nossas línguas se tocando de vez em quando no meio do caminho. O gosto era doce e salgado ao mesmo tempo, quente, molhado pra caralho. Eu desci um pouco e enfiei a língua entre os lábios pequenos, sentindo a entrada apertadinha pulsando, enquanto a Mariana continuava mamando aquele clitóris gordinho como se fosse um bico de peito.
— Ai, porra... vocês duas... — Laura gemeu, a voz rouca, as coxas tremendo em volta da nossa cabeça.
Eu tava encantada. O jeito que o corpo dela reagia, os gemidos saindo cada vez mais altos, a buceta pulsando contra nossas línguas... Minha própria periquita tava dolorida, pedindo contato, ainda maltratada da noite anterior, mas o tesão não deixava eu parar.
A Mariana tava com a boca toda nela, chupando aquele clitóris gordinho com fome, os dedos enfiados levemente como se tivesse pedindo passagem. A Laura tava completamente jogada pra trás na borda da piscina, o corpo tremendo em espasmos, a boca aberta soltando gemidos aos berro quase. Parecia que ela tinha gozado e a gente nem tinha se dado conta no meio daquela bagunça molhada.
Fiquei ajeitando o cabelo da Mariana, tirando as mechas molhadas do rosto dela, e dando beijinhos no rosto da minha prima enquanto assistia ela chupar a moça como se fosse uma cadelinha faminta. Ver a Mariana assim, tão safada, me deixava ainda mais molhada.

