Capítulo 103

Laura quando se deu por satisfeita se levantou da borda da piscina, as pernas ainda tremendo um pouco, e deu um mergulho elegante na água. Quando emergiu, veio nadando até a gente com aquele sorriso satisfeito, os olhos brilhando de quem acabou de gozar gostoso.

Eu tava beijando a Mariana loucamente, a língua correndo dentro da boca dela, quase tentando entrar inteira de tanto que eu apertava e esfregava minha boceta na coxa dela. A boca da minha prima ainda tinha o gosto da Laura, aquele melado doce e quente, e aquilo me deixava completamente maluca. Meu grelo roçava na pele molhada dela a cada rebolada, a água fria batendo entre nossos corpos e arrepiando tudo, multiplicando o tesão de um jeito insano.

Laura chegou por trás da Mariana, tirou ela de mim com firmeza e já puxou minha prima num beijo faminto. Eu senti a buceta da Mariana ocupada na hora que minha mão encontrou a da Laura ali embaixo da água. A coisa tava intensa pra caralho. A gente dedava a Mariana juntas, dois pares de dedos entrando e saindo dela, abrindo, esfregando o grelo inchado enquanto a água batia gelada na pele quente, arrepiando cada centímetro do corpo dela.

Mariana gemia dentro da boca da Laura, o corpo todo tremendo entre nós duas. Eu colei por trás dela, beijando o pescoço molhado da minha prima, mordendo de leve, descendo pra chupar os ombros enquanto minhas mãos apertavam aqueles peitos firmes. A Laura tava atacando a boca dela com tudo, língua fundo, uma mão no grelo da Mariana e a outra apertando a bunda dela, abrindo pra mim. Eu enfiei dois dedos na bucetinha da minha prima, sentindo ela pulsar quente e molhada, apertando forte em volta dos meus dedos enquanto a água fria entrava junto, fazendo tudo mais difícil de enfiar e louco.

O tesão tava num frenesi insano. A gente se esfregava sem parar, peitos colados, bocetas roçando em coxas, dedos entrando e saindo com barulhinhos molhados que a água não conseguia abafar. Mariana tava no meio, gemendo sem controle, o corpo arqueando pra trás contra mim enquanto a Laura chupava os bicos dos peitos dela, mordendo de leve, puxando. Eu beijava o pescoço da minha prima, sussurrando safadeza no ouvido dela:

— Tá gostando, né sua safada?

A Mariana só gemeu mais alto, rebolando contra nossos dedos. A água gelada batia nos nossos corpos quentes, arrepiando a pele toda, os bicos duros roçando uns nos outros, as mãos bobas apertando bundas, peitos, grelo. Eu tava tonta, o tesão subindo como uma onda que não parava, meu grelo latejando contra a coxa da Mariana enquanto eu dedava ela fundo, curvando os dedos pra acertar aquele ponto que fazia ela travar.

Laura riu rouca, tirou a boca do peito da Mariana e olhou pra mim por cima do ombro dela:

— Vem cá, Julinha...

Ela puxou meu rosto e me beijou por cima da Mariana, as três bocas se encontrando de novo naquele beijo triplo bagunçado, babado, desesperado. Dedos entrando mais fundo, corpos se esfregando sem parar, a água fria multiplicando cada toque, cada arrepio. Mariana tava no paraíso no meio de nós duas, gemendo, tremendo, a buceta apertando forte em volta dos nossos dedos.

Eu tava completamente perdida. Vergonha? Tinha, mas o tesão tava mandando em tudo. A gente tava num frenesi insano ali na piscina, três mulheres peladas se comendo sem freio, gemendo, apertando, chupando. E eu não queria que parasse nunca. Meu corpo todo queimava apesar da água fria, o grelo doendo de tanto tesão, a buceta escorrendo. Era loucura pura... e eu tava amando cada segundo.

A Mariana travou de repente, o corpo inteiro convulsionando entre nós, um gemido alto saindo abafado no beijo. Ela gozou forte, apertando nossos dedos, a buceta pulsando, o corpo tremendo tanto que quase afundou na água. Eu e a Laura não paramos, continuamos dedando devagar enquanto ela gozava, prolongando, sentindo cada espasmo.

Quando ela amoleceu um pouco, ofegante, a Laura sorriu pra mim por cima do ombro da Mariana:

— Sua vez agora, Julinha...

Eu olhei pras duas completamente perdida. Era tanta informação sensorial que eu achei que meu cérebro ia derreter. Meu corpo tava sensível pra caralho, qualquer toque meio que me fazia gemer baixinho, mas uma coisa tava ruim: o toque na buceta não tava muito bom. A água deixava tudo menos lubrificado, se é que isso faz sentido, meio gelado e escorregadio do jeito errado.

— Eu posso sair da água, tipo a Laura fez? — perguntei, a voz saindo insegura.

— Vai prima, trepa na borda com a raba pro alto, que a gente sabe o que você quer! — a Mariana soltou rindo, fazendo um gesto indecente com as mãos.

Eu nem tinha pensado nisso, mas segui a ideia da minha prima porque gostei na hora. Saí da piscina com as pernas tremendo, subi na borda e fiquei de meio de quatro debruçada, mas com as pernas pra dentro da água, deixando a bunda bem empinada, com o rego inteiro completamente expostos pro vento frio. Era bem esquisito estar assim ao ar livre.

Mariana não perdeu tempo. Veio por trás, abriu minha bunda com as duas mãos, abrindo bem as nádegas, e a Laura se aproximou com aquele olhar faminto. Senti primeiro a língua quente dela na minha buceta, lambendo devagar de baixo pra cima, passando pelo grelo inchado. Eu soltei um gemido alto, o corpo inteiro arrepiando com a diferença da água fria pra boca quente dela. A Laura enfiou dois dedos em mim enquanto chupava, entrando e saindo fundo, curvando pra acertar o lugar certinho.

— Isso, chupa ela direitinho — a Mariana mandou, a voz safada, ainda segurando minha bunda aberta. — Laura, ela gosta no outro buraco também!