Capítulo 83

Meu corpo tava quente há um tempão, não do tipo escorrendo melado pras coxas, eu sei que eu falo isso o tempo todo, mas acho que é tipo o “pau durão que nem pedra” dos caras, sabe? Se a gente escorresse de verdade toda vez que fica excitada, ninguém precisava de lubrificante na vida, ia ser só deslizar e pronto. Ali eu tava molhadinha sim, sentindo aquele melado gostoso entre as pernas, quente e grudando na calcinha.

Quando minha boca envolveu o pau dele, minha respiração mudou na hora, virou pesada, curta, como se eu tivesse corrido uma maratona só de pensar nisso. O toque daquela coisa quente na boca, o gosto de pele limpa com um salgadinho no fundo, o cheiro subindo forte, insano, me deixando tonta. Eu comecei a mamar o garoto com vontade, enfiando a cabeça na boca até bater no fundo, chupando forte pra machucar de leve, daqueles que deixa marca. Eu enfiava os dentes de propósito, dava mordidinhas na glande, não pra impressionar não, eu queria ser maldosa mesmo, ver ele se contorcer e saber que eu mandava na dor e no prazer dele.

Quando abri os olhos, vi a Mariana com o rosto quase colado no meu, procurando com a boca um pedaço daquele pau, os olhos dela brilhando de tesão puro, enquanto o moleque só gemia baixinho, perdido.

— Quer morder, prima? Sempre dizem que a gente não pode, mas esse pode, eu deixo — falei tirando a boca um segundo, com um fio de baba ligando meus lábios na cabeça vermelha dele, rindo daquela cara de safada dela.

— Não, morder dói! — protestou o dono do pau, a voz saindo fina, tentando se mexer na cama.

— E você cala a boca, seu merdinha! — a Mariana agarrou o saco dele e apertou forte, daqueles que faz o cara ver estrelas, e eu imaginei aquela dor no bico do meu peito, até senti um arrepio bom misturado com pena. O grito dele saiu de verdade, agudo e real, mas aí virou gemido quando ela soltou devagar, rolando as bolas na mão como se fossem brinquedo.

A gente riu juntas, aquela risada cúmplice e má, e eu voltei pro pau, lambendo da base até a ponta devagar, enquanto a Mariana descia pro saco, chupando uma bola inteira na boca, sugando com estalo. O pau dele pulava na minha mão, duro que nem tronco, e eu sentia o calor subindo pro meu grelo só de ver ela ali, dividindo comigo como se fosse a coisa mais divertida do mundo.

— Olha isso, prima, ele tá latejando que nem coração — falei, batendo de leve na cabeça com a língua, fazendo ele gemer mais alto.

— Deixa eu provar — ela disse, empurrando minha cabeça de leve, brincando, e tomou o pau pra ela, enfiando fundo na garganta sem engasgar, os olhos nos meus como se dissesse “olha como eu faço melhor”. Eu ri e desci pro saco agora, lambendo por baixo, sentindo o cheiro forte dele misturado com o nosso, e mordi de leve a pele solta, só pra ele pular.

— Ai, caralho, vocês duas… — ele murmurou, as mãos no lençol, sem saber se empurrava ou fugia.

— Cala a boca e goza só quando a gente mandar, merdinha — eu falei subindo de novo, tomando o pau da boca da Mariana com um beijo molhado no caminho, nossas línguas se tocando na cabeça dele, lambendo juntas, intercalando, uma chupando enquanto a outra lambia o lado, tipo duas atrizes pornô improvisando cena, rindo entre os estalos molhados.

Ela sugava a ponta forte, eu rodava a língua no freio, depois trocava: eu fundo na garganta, babando tudo, ela lambendo as veias pulsando, as mãos das duas no pau, punhetando juntas enquanto a boca trabalhava. O moleque gemia sem parar, as pernas tremendo, e a gente só ria, brincando de quem fazia ele gemer mais alto, mordiscando, chupando, dividindo como se aquele pau fosse nosso brinquedo particular, e no fundo eu sentia aquele poder gostoso, de dominar ele inteirinho, com a Mariana do lado tornando tudo mais louco e divertido, sem culpa nenhuma batendo ainda, só tesão puro e risada.

Uma coisa que eu reparei e fiquei curiosa pra caralho foi que a Mariana tinha uma tara louca com sacos, toda hora ela beliscava, puxava e apertava como se fosse viciada naquilo, tipo uma obsessão que eu nunca tinha sacado antes. Eu nunca tinha visto minha prima transando com homem tão de perto e claro assim, e aquilo me deixou meio intrigada, pensando “caralho, de onde veio essa mania dela?”. Toda hora ela enchia a mão no saquinho dele, apertava forte puxando como se quisesse arrancar fora, torcia devagar e colocava no lugar, e o garoto urrava de dor, a voz saindo fina e desesperada.

— Isso é ruim, para por favor!

— Shhh! — ela dizia toda vez que ele reclamava, com aquela voz mandona e safada — Aguenta, seu frouxo!

Aquilo me deixava meio preocupada, confesso, eu nem queria imaginar ter que levar o moleque pro hospital com problema nas bolas, tipo “ai, tia, a Mariana estragou as bolas dele no boquetão comigo.”, e minha mãe me matando de esporro por causa de uma putaria que deu errado. O pau dele latejava na minha boca, mas o foco tava no show da Mariana maltratando o saco, e no fundo eu sentia um calor subir só de ver ela no controle assim, dominando o coitado.

— Prima, vamos sentar? — falei de repente, tirando a boca do pau um segundo pra tirar ela dali antes que quebrasse meu brinquedo novo, porque se ela continuasse daquele jeito ia dar merda.

— Senta nele pra eu ver, prima?

— Eu não, você já me viu dando um monte de vezes, eu quero ver você agora!

Ela riu aquela risada nervosa, tentou se esquivar, falou meia dúzia de groselhas tipo “ah, não, eu tô de boa só olhando”, mas eu via nos olhos dela que tava com vergonha de verdade, aquela competição sutil nossa de quem cede primeiro. Mas aí ela cedeu, tirou a roupa toda devagar, ficando inteiramente nua ali na frente da cama, os peitos firmes balançando um pouco, e ela, excitada pra caralho, começou a beliscar os próprios bicos, apertando forte com os dedos, torcendo como se doesse bom, os mamilos ficando vermelhos e durinhos na hora. Era mania dela quando tava no fogo alto, eu já tinha visto antes, e aquilo me dava um tesão absurdo, ver ela se maltratando assim, gemendo baixinho só com o toque nos peitos.

Eu acompanhei o gesto na hora, tirei minha roupa também, ficando pelada do lado dela, e quando nós duas ficamos sem nada, parei um momento ali de pé ao pé da cama, olhando pra ela e sentindo o grelo latejar. Aquela garota sim me dava um tesão do caralho, o corpo dela ali exposto, os beliscos nos peitos deixando marcas leves, o quadril inclinado como se provocasse sem querer. O Tomtom teve um show particular lindo de se ver, deitado ali com o pau duro e torto apontando pro teto, os olhos arregalados indo de uma pra outra, sem saber pra onde olhar primeiro, e eu senti aquela onda de poder.

Mariana veio pra cima de mim que nem um trator descontrolado, os olhos brilhando de tesão puro, e me pegou de jeito, as mãos voando pra todo lado como se ela tivesse quatro ou mais. Ela apertou minha bunda com força, os dedos cravando na carne macia, me puxando contra ela enquanto uma mão safada deslizava por baixo, achando o caminho certo e enfiando um dedo em mim de uma vez, reto e fundo, me fazendo ir pra lua na hora, as pernas bambeando como se eu fosse cair ali mesmo no chão. Meu corpo inteiro tremeu, um choque quente subindo da pepeca pro peito, e eu gemi dentro da boca dela porque o beijo veio forte, babado, língua invadindo tudo com gosto de rola de homem ainda fresco, salgado e quente, misturado com o dela que eu conhecia tão bem.

Os peitos dela colaram nos meus, os bicos duríssimos roçando e quase arranhando a pele sensível, beliscando de um jeito que doía bom, me deixando arrepiada inteira. As mãos dela não paravam: uma apertando minha nuca pra aprofundar o beijo, me sufocando de prazer, a outra na minha bunda, abrindo e apertando enquanto o dedo lá dentro mexia devagar, explorando, me fazendo molhar mais e rebolear sem querer contra ela. Eu agarrei os cabelos dela, puxei forte pra trás pra morder o pescoço, depois voltei pra boca, chupando a língua dela como se fosse pau, as mãos minhas descendo pras costas, arranhando leve, depois pros peitos, apertando aqueles bicos que ela tanto beliscava sozinha, torcendo até ela gemer alto no meu ouvido.

A gente encaixava tão perfeito, caralho, sempre me impressionava isso, os corpos colando como se fossem feitos um pro outro, umbigo tocando umbigo mesmo de pé, as bucetas roçando de leve no movimento, quente e úmida, me dando vontade de tesourar ali mesmo de pé. O beijo era faminto, estalo molhado ecoando no quarto, baba escorrendo no queixo das duas, e eu sentia o coração bater forte no grelo, as pernas fracas, o corpo todo pedindo mais, dominando e sendo dominada ao mesmo tempo, porque com ela era sempre assim, uma briga gostosa de quem manda mais, e no fundo eu adorava perder pra ela nesse jogo.

O Tomtom ali olhando devia estar louco, e era ele quem ia sofrer na sequência, porque as duas pararam de se pegar ao mesmo tempo, agora com as bocas vermelhas e babadas, rindo maliciosamente como doidas em sua direção.