Capítulo 84

Mariana deu o primeiro passo na direção dele, os olhos dela queimando de tesão, e quis que o moleque fosse pro centro da cama, ela poderia falar, mas preferiu se fazer entendida com tapas leves na coxa e apertões no saco dele, daqueles que faziam ele pular e obedecer rápido. Ela só abriu a boca quando se cansou da lerdeza dele, que tava ali parado como um poste.

— Vai pro meio da cama, seu retardado!

Eu fui seguindo os dois, esperando ele se posicionar no centro, o pau duro apontando pro teto como se soubesse o que vinha pela frente. Quando a Mariana passou a perna por cima dele, segurou o pau dele com uma mão firme e começou a se tocar devagar, eu conhecia aquele toque de cor, ele tinha várias funções: espalhar a umidade pra deixar tudo escorregadio, dar uma abridinha na entrada pra ver se não tinha colado a portinha, e de quebra era uma siririquinha gostosa que fazia o grelo dela inchar mais.

Ela quando se deu por satisfeita, com a respiração já pesada, se posicionou melhor, se esticando um pouco pra encaixar a cabeça na entrada, e desceu devagar, rebolando e pesando o corpo aos poucos. Dali parecia que tinha entrado fácil, sem drama, o pau sumindo nela centímetro por centímetro, e um sorriso torto apareceu no rosto dela, o mesmo que ela fazia quando gozava forte, os olhos semicerrados de prazer puro. Quando se recobrou um pouco, ela voltou a subir e descer dando chiado, parecia uma cobra sibilando de raiva e tesão misturado, precisou se apoiar no peito magrelo dele pra não cair pra trás, as mãos cravando ali, e não resistiu de soltar uma expressão de prazer alto.

— Caralho, a cabeça dele bateu bonito dentro, Júlia.

Aquilo era uma visão mágica, caralho, minha prima cavalgando o garoto como se fosse dona do mundo, a bunda dela subindo e descendo com ritmo, o pau dele brilhando de molhado a cada movimento, os gemidos dele abafados e os dela saindo livres. Minha vontade era ficar ali sentada vendo tudo, sentindo o grelo latejar só de olhar, porque ver ela no controle assim me dava um tesão absurdo, mistura de ciúme e admiração.

A gente tinha feito um ménage assim com a Diana uma vez, mas foi muito diferente, aquilo ali era intenso pra caralho, algo que eu sempre sonhei em fazer de novo se não tivesse pegado tanto ranço daquela loira lerda, que estragava tudo com aquela cara de quem não sabe o que tá acontecendo. Aqui a coisa estava diferente, ficando acho que mais intensa do que foi com Diana. Eu não sabia se eu sentava na cara do moleque e me esfregava nele até eu goza ou se ficava assistindo minha prima fudendo.

Meu corpo tava em curto-circuito total, caralho, quando eu me tocava parecia que ia morrer de tanto tesão, o grelo latejando forte, as pernas fracas como se eu tivesse corrido uma maratona só de olhar praquela cena. E piorou quando a Mariana, agora ajeitada em cima dele, começou um movimento leve, rebolando devagar pra achar o ritmo certo, eu via que ela procurava posição pros joelhos e ajustava melhor o lugar de sentar, abrindo mais as pernas. Isso é difícil pra caralho, tem cara que não dá uma base boa com as coxas, por isso prender o pé embaixo da perna do cara ajuda a não escorregar e a controlar a profundidade.

Eu me levantei devagar, as pernas ainda moles, e fui pra trás dela ver sua bundinha empinada, eu queria ver por trás direitinho, a rola entrando e saindo daquela buceta rosada, o cuzinho dela piscando toda hora com o movimento. Me aproximei e apertei a bunda dela com as duas mãos, abrindo e fechando as nádegas, me deliciando com a visão da buceta engolindo o pau dele inteiro, brilhando de molhado, o barulho molhado subindo a cada descida, e ela gritou na hora, virando a cabeça com cara de brava.

— Nem pensa!

Eu ri alto, aquela risada safada e cúmplice, porque ela sabia direitinho que eu queria brincar com o cu dela, enfiar a língua ou um dedo só pra ver ela se contorcer. A Mariana morria de nojo disso, só me dava uma linguada no cu quando tava com tesão absurdo e com certeza absoluta que eu tinha acabado de vir do banheiro, tipo “limpinha pra caralho”, senão era “nem morta, Júlia”.

— Então vem, gostosa, inclina pra trás.

Eu queria masturbar ela enquanto ela sentava, brincar com o grelo dela, apertar os peitos, sentir o corpo dela tremendo no meu toque.

— Não, Julinha, senta na cara dele, eu quero assim, prima. — foi o que tentou dizer Mariana.

Isso que ela disse foi o que eu entendi, mas o som das palavras não saiu bem assim não, foi um monte de gemidos roucos e gestos safados que ela fez pra eu sacar, ela falava cavalgando fortemente, o corpo subindo e descendo enquanto o moleque esfregava pra cima procurando o jeito certo de encaixar. Sabe quando você senta num homem novo e fica explorando posições, testando ângulo pra ver onde bate melhor lá no fundo? Era exatamente isso que ela tava fazendo, rebolando devagar, ajustando os joelhos na cama pra não escorregar, porque ela não queria gozar agora, pelo visto, se quisesse eram duas esfregadas e já virava os olhos de prazer, mas ela segurava, prolongando a tortura gostosa pro coitado.

Eu olhei pra cara do Tomtom que vigiava nós duas com os olhos arregalados, uma expressão de prazer absurdo estampada, tipo “caralho, tô no céu ou morri?”, e achei engraçado pra porra que até então ele não tinha tentado encostar a mão em nenhuma de nós duas, nem um toquezinho tímido na perna ou na bunda. Eu tava até esperando isso pra dar um porradão nele, mas nem pra isso o desgraçado quis me dar o gostinho, ficava só ali recebendo, quietinho e duro.

E eu sentei.

Sentei na cara dele de uma vez, deixando meu peso cair inteiro, sem dó, a buceta molhada colando na boca e no nariz dele, sentindo o calor da respiração dele batendo quente lá embaixo. Foi gostoso pra caralho, o nariz dele pressionando justo no grelo, fazendo uma pressão perfeita que me deu um arrepio da nuca pros pés, e mal encostei já senti a testa dele suada na minha virilha, a boca abrindo desesperada, e aí veio a língua, desajeitada no começo mas logo chupando forte, sugando como se quisesse me engolir inteira. Eu precisei respirar fundo, as pernas tremendo, e me segurei nos peitos da Mariana que tava bem na minha frente, completamente alheia ao mundo, os olhos semicerrados enquanto cavalgava mais rápido agora.

Se alguém entrasse naquele quarto — e graças a Deus a porta tava bem trancada — ia ver uma cena tórrida pra caralho, a Mariana sentada no pau dele, a bunda dela batendo com estalo molhado a cada descida, e eu na cara do moleque, rebolando forte como se quisesse sufocar ele de prazer. E foi aí que eu comecei meu show de verdade, empinei a bunda e desci com força, esfregando a buceta nele sem piedade, sentindo a língua dele lambendo tudo que achava, o nariz afundando no grelo a cada círculo que eu fazia, me forçando pra frente e pra trás até ele gemer abafado lá embaixo, sem ar quase, as mãos dele finalmente subindo pras minhas coxas mas tremendo demais pra apertar direito. Eu ria baixo, dominando ele inteiro, o peso do meu corpo prendendo a cabeça dele no travesseiro, a chupada dele ficando desesperada, sugando o melado que escorria, e eu rebolava mais forte só pra sentir ele lutando por ar, o nariz roçando perfeito, me levando pro limite rápido.

A Mariana cavalgava louca agora, o pau dele brilhando inteiro de molhado a cada subida, os gemidos dela saindo chiados e altos, as mãos dela nos meus ombros pra se equilibrar, e de repente o corpo dela travou, as coxas apertando a cintura dele, um grito rouco escapando enquanto gozava forte, os olhos virando e ela caiu pro lado na cama, ofegante, rindo sem fôlego com o corpo mole e suado.

Quando a Mariana saiu de cima dele, rolando pro lado toda mole e rindo ofegante, com aquela cara de quem acabou de gozar forte e tava no céu. Eu vi que o pau do moleque ainda tava duro que nem pedra, apontando pro teto brilhando de molhado dela inteira. “Santo remédio esse!”, pensei, sentindo um calor subir porque aquilo ali não amolecia nem com reza brava, e no fundo eu queria ele dentro de mim pra caralho, sentindo aquela cabeça cabeçuda abrindo tudo, batendo fundo como a Mariana tinha gemido.

A transa continua no próximo capítulo…