Capítulo 89
Tesão é um bicho doido né, eu uma mulher com tesão de meter como se fosse homem em outra, quando ela falou aquilo eu entendi bem porque os caras perdem o controle. Eu agarrei o chicote e comecei a bater nas ancas dela, primeiro de leve testando, eu não era doida de machucar minha prima.
Mariana estava perdida ali de bunda pro alto, a cada chicotada ela gemia mais alto e gritava, e como era bom ouvir ela gemer sem controle, lá em casa nunca dava pra soltar nada, e os gemidos dela me deixavam cada vez mais doida...
— Vai Julinha caralho me bate e mete vai... — ela gemeu alguma coisa sem sentido — me xinga vai.
— Vagabunda, tu gosta né piranha? — Eu tentei, mas eu era péssima de xingamentos.
Eu metia cadenciado, o cinto do cintaralho apertando meu grelo a cada estocada, mas o tesão era tanto que eu nem sentia o cansaço direito ainda. A pele dela quente sob minha mão, eu passava a palma aberta nas costas, descia pela coluna, apertava a bunda aberta, sentindo a carne tremer toda vez que eu socava. O cu dela piscando ali perto, eu alisei de leve com o polegar, só contornando a borda, ela deu um pulo e gemeu mais alto, tipo "não, mas continua", e eu continuei, pressionando só a pontinha, sem entrar, só provocando, sentindo ela apertar em volta do cintaralho.
Eu batia mais forte agora, o chicote estalando na nádega, deixando listras vermelhas que sumiam devagar, e cada vez que batia ela empinava mais, rebolava pra trás pra encontrar a metida, o som molhado subindo alto, a buceta dela engolindo tudo, brilhando de melado que escorria pelas coxas.
— Isso, sua puta, empina pra mim, toma tudo — eu falava rouca, o suor escorrendo nas minhas costas, o corpo quente, o ar pesado de sexo.
Eu acelerava, socando fundo, sentindo o impacto reverberar no meu corpo, o grelo roçando no cinto a cada movimento, o prazer subindo em ondas que me deixavam tonta. Passei a mão livre na pele dela de novo, alisei o cu mais uma vez, pressionei o dedo na entrada sem entrar, só sentindo ela pulsar e gemer rouca, o corpo dela tremendo inteiro.
De repente ela travou, as coxas apertando, a bunda empinando pra trás com força, e veio um berro alto, muito alto, tipo grito que saiu do fundo da garganta, o corpo inteiro convulsionando, a buceta apertando o cintaralho em espasmos fortes, pulsando, molhada pra caralho. Ela caiu pra frente, cara contra a cama, gargalhada abafada saindo misturada com gemido, o corpo mole, tremendo ainda, rindo sem fôlego enquanto o orgasmo ia passando.
Eu parei devagar, ainda dentro dela, sentindo os últimos apertos, o coração batendo forte, o tesão louco me deixando sem ar, olhando pra ela ali, destruída e rindo, e pensando "caralho, isso é bom demais".
— Vocês deixaram a porta aberta! — disse uma voz que nos assustou, nos fazendo olhar pra trás.
Era o Tomtom, parado na porta com cara de quem tinha visto fantasma, mas já com um sorriso bobo se formando.
— Vem Tomtom, sua vez! — falei, ainda com o cintaralho pendurado em mim, balançando.
Ele olhou arregalado pro troço, deu um passo pra trás como quem vê o diabo pessoalmente, os olhos quase saltando.
— Eu não, tá maluca?
A gente caiu na risada, eu e Mariana juntas, o clima tão ridículo que não dava pra levar a sério.
— Não, idiota! Vem me comer! — eu disse, já me livrando das correias, soltando o cinto com pressa, deixando o negócio cair pesado no chão.
Os três rimos da situação toda, ele veio andando devagar, já dando uma punhetinha leve no pau que tava meia-bomba de novo, sentou do lado da Mariana na cama, passando a mão na bunda dela enquanto ela ainda tava de lado, ofegante.
— Prima, dá o cu, você não queria? — Mariana falou, com a voz cansada da gozada recente, rindo de canto.
— Ah, Mariana, ele não vai saber comer. Eu tenho medo de machucar.
— Com essa rola fina? Vai te machucar como?
Tomtom ficou levemente indignado, endireitando o corpo.
— Mas é cabecuda, Mari.
E ele ficou mais feliz, tipo "viu, não sou tão ruim assim", o pau já ganhando vida na mão dele.
— Anda, chupa ele que eu vou pegar o lubrificante — falou, se levantando.
— Tá no seu quarto né, Tomtom?
Ele acenou com a cabeça, ainda rindo, e Mariana pulou da cama, pingando pelo chão do quarto, correndo pro corredor pelada, os peitos balançando e deixando um rastro molhado no piso.
Eu olhei pro Tomtom, ele me olhando de volta com aquela mistura de vergonha e tesão, o pau já duro na mão, pulsando devagar.
Eu me joguei no colo dele de frente, caindo sentada quase encaixando ele na boceta de uma vez. Como aquele pau encaixava bem, caralho, a cabeça grossa abrindo tudo, escorregando quente e firme, preenchendo até o fundo num movimento só. Coloquei a cara dele nos meus peitos, os bicos duros roçando na boca, e me inclinei pra trás com os dedos no meu cu, tentando relaxar e abrir, pressionando devagar pra sentir a entrada ceder, o corpo inteiro arrepiado.
O pau dele entrou fundo, batendo no lugar certo, e eu comecei a rebolar rápido, sem paciência, o grelo roçando na base dele a cada descida. O tesão tava louco, subindo rápido demais, o calor dele dentro de mim, o cheiro de sexo misturado com o suor dele, os gemidos baixos que saíam da boca dele abafados nos meus peitos. Eu apertava mais, subia e descia forte, sentindo ele pulsar, a fricção quente me levando pro limite em segundos.
Mariana voltou correndo, pingando lubrificante na mão, mas já era tarde: eu travei, o corpo inteiro convulsionando, um orgasmo rápido e violento me arrebatando, a buceta apertando forte em volta dele, pulsando em espasmos que me fizeram gritar rouco, as pernas tremendo no colo dele, o prazer me deixando mole e ofegante. Eu caí pra frente, cara no ombro dele, rindo sem fôlego, o corpo ainda tremendo de leve enquanto o gozo passava.
— Caralho... já gozei — murmurei, voz fraca, ainda sentada nele, sentindo ele duro dentro de mim.
Mariana parou na porta, olhando a cena, lubrificante pingando da mão, rindo alto.
— Puta merda, Julinha, nem esperou eu voltar? Tá parecendo adolescente com tesão acumulado.
Eu ri junto, ainda sem ar, o corpo mole mas o tesão não sumindo, só mudando de forma.
— Culpa dele... encaixou bem demais. Agora vem, que o cu ainda tá esperando.
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