Capítulo 90
Uma das coisas que mais me irritam no sexo é ter que parar tudo pra fazer preparação: colocar camisinha, conferir se a porta tá trancada, ver se ninguém tá passando no corredor… Agora tinha mais essa merda de esperar a Mariana brigar com as tiras do cintaralho. Eu sei que vocês devem estar pensando: “Mas cadê a camisinha nessa história toda, Julinha?” Claro que eu uso, caralho! Na maior parte das vezes, pelo menos. Senão eu já tava de barriga com o tanto de rola que eu levei esse ano. Não fico repetindo isso toda hora porque enjoa, então pulo essa parte.
Usem camisinha, meninas. Sempre.
Voltando. Mariana tava lá discutindo com aquele troço de borracha como se fosse um quebra-cabeça de mil peças, e o Tomtom tentando ajudar, atrapalhando mais do que ajudando. As tiras precisavam ficar bem ajustadas senão o negócio balançava pra todo lado e beliscava a pele dela. Eu fiquei deitada de costas, respirando pesado, olhando o caos ao redor: a cama inteira manchada de poças molhadas, lençóis embolados e revirados, roupas jogadas pelo chão como se tivesse rolado uma briga. O quarto inteiro cheirava a sexo pesado — buceta forte, suor, creme corporal misturado com xampu. Um cheiro que entrava no nariz e ficava.
— Olha essa porra, prima! — Mariana gritou, já com o cintaralho finalmente no lugar, balançando ele pra frente e pra trás como moleque de 14 anos que acabou de descobrir que tem pau. — Agora sim eu vou te comer gostosinho com meu pirocão!
— Julinha, como você quer? — Tomtom perguntou, voz tremendo de nervoso e tesão, o pau dele já meia-bomba de novo só de olhar a cena.
Pensei comigo mesma: esse garoto ganhou na loteria da vida hoje.
— Vem aqui na beirada da cama… e, Mari! Deita aqui.
Eu não era nenhuma especialista, mas já tinha visto pornô o suficiente pra copiar. A ideia era simples: Mariana deitada de costas, eu sentando de frente pra ela no cintaralho, e Tomtom vindo por trás. Foi exatamente isso que rolou. Mariana se jogou na cama fazendo um milhão de piadas idiotas, me beijando a boca e apertando meus peitos mais por sacanagem do que por tesão de verdade.
— Vamos te comer, sua puta gostosa, prima safada… — ela falava entre risadas, mal conseguindo terminar as frases.
— Mariana, porra! Vai ficar fazendo palhaçada agora? Concentra aí, vai…
Ela engoliu o riso na hora, ficou séria de repente, os olhos brilhando de expectativa.
Eu subi em cima dela devagar, peguei o pau de borracha com a mão, posicionei na entrada e deixei deslizar pra dentro. Entrou fácil, sem esforço, tocando fundo de uma vez. Abri mais as pernas pra poder descer inteiro e ficar deitada com o peito colado no dela. Aquela pressão gostosa me deu um tesão imediato, o cinto roçando no meu grelo a cada respiração mais funda.
— Mariana, seu defeito é não ter pau de verdade — provoquei, voz baixa, roçando o nariz no dela.
— Não era pra parar com as piadas, Julinha? — ela rebateu, já com um sorrisinho safado voltando.
Eu já tava com a buceta meio dolorida, tipo um cansaço gostoso mas insistente, as pernas tremendo de tanto abrir e fechar, o corpo inteiro pedindo um tempo. Mas parar? Nem fodendo. Aquela coisa de borracha dentro de mim era meio sem graça sozinha — não pulsava, não esquentava, não latejava como pau de verdade —, mas o corpo quente da Mariana colado no meu, peito contra peito, barriga na barriga, fazia tudo valer a pena. O atrito do cinto no grelo a cada reboladinha era o que mantinha o fogo aceso. Eu mexi o quadril devagar, sentindo o troço se acomodar mais fundo, e meus olhos viraram pro fundo da cabeça. Um gemido rouco escapou direto na boca dela.
— Nossa, Julinha… você precisava ver a sua cara agora… — Mariana sussurrou, os olhos brilhando de sacanagem, a voz baixa e rouca de tesão.
Eu sorri torto, ainda ofegante, e consegui balbuciar uma ordem pro Tomtom, que tava ali parado feito estátua, punhetando devagar e olhando tudo com cara de quem ganhou na Mega-Sena duas vezes no mesmo dia.
— Tomtom… vai atrás… pincela ele no meu cu… e só coloca a cabeça, tá? É apertado pra caralho, qualquer força a mais vai me machucar. Entendeu direitinho?
Ele assentiu rápido, obediente que nem cachorrinho treinado, e se posicionou atrás de mim. Senti o colchão afundar quando ele se ajoelhou, as mãos quentes nas minhas nádegas abrindo devagar. Meu coração disparou na hora. Eu travei o cu em reflexo, um nervoso subindo pela espinha, o corpo inteiro tenso. Mas aí a Mariana me pegou pela nuca, enfiou a língua na minha boca num beijão profundo, molhado, dominador, e o ar saiu todo de uma vez. Meu corpo amoleceu contra o dela, a língua dela rodando na minha me distraiu o suficiente pra eu relaxar.
E foi aí que o moleque me surpreendeu.
Em vez de só pincelar como eu mandei, ele se abaixou e deu uma lambida lenta, quente e molhada bem no meio do meu cu. A língua dele plana, pressionando a entrada franzida, circulando devagar, quente pra caralho. Meu corpo inteiro deu um choque. Eu soltei um “ai, porra!” abafado na boca da Mariana, as costas arqueando sem querer, o cu piscando contra a língua dele. Nunca tinha sentido isso antes — era molhado, quente, invasivo de um jeito que arrepiava da nuca até os dedos dos pés. A sensação era elétrica, tipo um arrepio que não parava, subindo e descendo pela coluna, fazendo minha buceta apertar em volta do cintaralho sem eu mandar. Eu gemi alto, sem controle, as coxas tremendo, o grelo latejando forte só com aquela lambida safada.
Mariana riu baixo na minha boca, sem soltar o beijo.
— Olha só… o menininho aprendeu rápido…
Tomtom não parou. Depois da lambida ele enfiou a ponta do dedo médio, devagar, só a primeira falange, girando de leve pra abrir caminho. Eu travei de novo, mas dessa vez era tesão misturado com medo gostoso. O dedo dele quente, escorregadio de saliva e lubrificante, pressionando a entrada apertada. Ele mexia devagar, entrando e saindo só um pouquinho, abrindo aos poucos, e cada movimento fazia meu cu piscar e relaxar mais. Eu sentia tudo: a pressão, o calor, a invasão lenta e cuidadosa. Meu corpo inteiro tremia, o prazer subindo em ondas quentes do cu pro grelo, pro peito, pra cabeça. Eu rebolava sem querer, empinando mais pra trás, pedindo sem falar.
Então veio o pincelar de verdade. A cabeça grossa do pau dele, quente, escorregadia, roçando na entrada já molhada e aberta pelo dedo. Ele pressionou devagar, só a cabecinha, sem forçar. Eu senti a abertura ceder, o anel apertado se esticando em volta dele, uma queimação gostosa misturada com prazer puro. Meu Deus… era diferente de tudo. Era cheio, invasivo, quente pra caralho. A cabeça entrou inteira com um “pop” suave, e eu soltei um grito rouco na boca da Mariana, os olhos arregalados, o corpo inteiro convulsionando de uma sensação que eu nunca tinha vivido. Era como se meu cu tivesse virado um ponto de prazer novo, latejando, pulsando em volta daquela invasão. Cada batida do coração dele eu sentia lá dentro, o calor dele me preenchendo de um jeito que fazia minha buceta apertar o cintaralho com força, o grelo roçando no cinto em espasmos involuntários.
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