Capítulo 91
Eu tava tremendo inteira, gemendo sem parar, as unhas cravadas nas costas da Mariana, o corpo mole e ao mesmo tempo tenso de tesão absurdo. Nunca tinha sentido nada igual — era mágico, intenso, quase insuportável de tão bom. O cu piscando em volta da cabeça dele, a buceta cheia na frente, o corpo da minha prima colado no meu, a língua dela na minha boca… tudo ao mesmo tempo. Eu tava perdida, flutuando num prazer que não explicava, só sentia.
E eu virei bicho quando os dois começaram de verdade.
Não sei mais explicar direito a cena, só flashes que queimam na memória. Eu gritava sem parar, voz rouca saindo rasgada da garganta, cavalgando a Mariana com força bruta, quadril batendo no dela como se quisesse quebrar os ossos. O cintaralho entrava fundo a cada descida, a base grossa esmagando meu grelo e pressionando o útero de um jeito que doía gostoso, uma dor funda que virava prazer louco. Meu corpo se arqueava inteiro, costas curvadas pra trás, peitos balançando, suor escorrendo, enquanto atrás o Tomtom ia devagar no começo, só a cabeça dentro, depois mais um pedaço, depois quase tudo, movimento calmo mas implacável, abrindo meu cu centímetro por centímetro até eu sentir que ia rasgar.
Era como se os dois paus se tocassem lá no fundo, separados só por uma parede fininha de carne. Cada estocada da frente fazia o de trás apertar mais, e cada movimento de trás fazia a buceta apertar o cintaralho com força. Tudo convergia no meio do meu corpo: uma bola de fogo crescendo, queimando, explodindo em ondas que subiam pela espinha, desciam pelas pernas, faziam os dedos dos pés se curvarem. Eu urrei, berrei nomes sem sentido, xinguei os dois, pedi mais, pedi pra parar, pedi tudo ao mesmo tempo. Não sei quantas vezes gozei — foram várias, uma atrás da outra, umas rápidas e elétricas, outras lentas e profundas que me deixavam tremendo inteira, visão embaçada, boca aberta sem ar.
— Bate na minha bunda, Tomtom! — gritei de repente, voz quebrada. — Bate forte, quero sentir, quero marcas!
Ele obedeceu na hora. A mão aberta caiu pesada na nádega direita, estalo alto ecoando no quarto. Ardeu pra caralho, a pele queimando, mas o tesão dobrou na mesma hora. Outra palmada, mais forte, do lado esquerdo. Eu empinei mais, rebolando pra trás pra encontrar as metidas dele, sentindo o cu se abrir inteiro agora, engolindo o pau dele até a base. Cada tapa fazia minha carne tremer, a dor se misturando com o prazer de um jeito insano, como se meu corpo precisasse daquela queimação pra gozar mais forte. As marcas surgiam vermelhas, quentes, ardendo a cada novo tapa, e eu pedia mais, gritava “de novo! mais forte!”, as unhas cravadas nas costas da Mariana, arranhando sem dó.
O orgasmo final veio como um soco. Começou no cu, uma pressão insuportável crescendo, o anel apertado pulsando em volta do pau dele, depois explodiu pra frente, a buceta convulsionando no cintaralho, o grelo latejando tão forte que doía. Eu urrei alto, corpo inteiro travando, pernas tremendo violentamente, lágrimas escorrendo sem eu perceber. Dor e tesão misturados até não dar mais pra separar — o cu ardendo de tanto esticar, a buceta inchada e sensível demais, as nádegas em fogo das palmadas, e ao mesmo tempo um prazer tão grande que parecia que eu ia desmaiar.
Foi aí que o Tomtom perdeu o controle. Ele segurou minha cintura com as duas mãos, cravando os dedos na carne com força bruta, puxando meu corpo pra trás enquanto socava fundo, fundo demais. Senti ele inchar dentro do cu, pulsar forte, e então veio o jorro quente, grosso, enchendo tudo lá dentro. Ele gozou com um urro baixo, segurando minhas ancas como se quisesse me partir ao meio, os dedos afundando na pele da cintura, deixando marcas roxas que eu ia carregar por dias. O sêmen quente escorrendo fundo, preenchendo cada cantinho, pingando devagar quando ele finalmente parou, ainda tremendo, ofegante, grudado em mim.
Eu caí pra frente, desabando em cima da Mariana, o corpo mole, suado, destruído. O cu latejando, a buceta ainda apertando o cintaralho, as marcas ardendo nas nádegas e na cintura. Os três ofegantes, imóveis, o quarto cheirando a sexo puro, suor, bunda suada e sêmen.
O silêncio que precede o esporro.
Tomtom saiu devagar de dentro de mim, o pau escorregando pra fora com um som molhado e constrangedor. Eu coloquei a mão no lugar na hora, sentindo o estrago: o cu arrombado, quente, latejando como se tivesse levado uma surra por dentro. A pele ao redor queimava impiedosamente, ardendo como se tivesse sido esfregada com lixa, e lá no fundo um reviravolteio anunciava que aquilo tudo ia querer sair logo. Tranquei com todas as forças que ainda tinha, o corpo inteiro tenso, e fui saindo de cima da Mariana com as pernas bambas, quase caindo no chão. Peguei uma toalha de rosto jogada ali perto, amassei entre as pernas e corri pro banheiro sem olhar pra trás.
Só o diabo sabe o que ia escorrer de dentro de mim, e eu não queria plateia pra isso. Fechei a porta, me joguei no vaso e deixei sair. Meu Deus, o menino tinha me enchido mesmo — jorrou quente, grosso, escorrendo devagar, misturado com lubrificante e o que sobrou da bagunça toda. Toquei o clitóris de leve só pra ver, e meu corpo inteiro deu uma tremida violenta, como se ainda tivesse carga acumulada. Cada toque fazia as pernas se contraírem, o cu piscar dolorido, a buceta latejar de sensibilidade extrema. Fiquei ali sentada, esperando aquilo esvaziar de vez, respirando fundo, o corpo mole e destruído, pensando: “Por hoje chega, caralho… essa foda foi boa demais, mas acabou.”
No quarto de repente veio um grito abafado da Mariana.
— Julinha! O tio Rubens tá te ligando!
Ela entrou no banheiro quase tropeçando, celular na mão, tela acesa com a foto dele na chamada. Eu peguei o aparelho nervosa, fiz sinal de silêncio pros dois — Mariana e Tomtom, que tinha vindo atrás curioso —, e atendi com o coração na boca.
— Oi, tio… tudo bem? Como vai a viagem? — falei, tentando soar normal, mas a voz saiu fina, tremendo um pouco.
— Tudo ótimo por aqui. E aí? Estão se divertindo?
“Se divertindo?” A palavra bateu como tapa. Meu cérebro disparou paranoia na hora: será que ele sabia de alguma coisa? Será que tinha câmera escondida? Meu coração acelerou tanto que senti na garganta.
— Tudo tranquilo aqui, tio — menti, forçando um sorriso que ele nem ia ver direito por causa da luz do banheiro.
— Querida, no seu trabalho é preciso discrição. Você está aí porque é uma pessoa de confiança, então eu tenho um pedido pra fazer. Quero que faça sem comentários, tudo bem?
Entre para comentar
Para participar dos comentários, faça login com a sua conta! É rapidinho!