Capítulo 7
AVISO DE CONTEÚDOEste conto contém cenas de extrema violência, crime, dominação e situações moralmente questionáveis. Não é recomendado para leitores sensíveis. Se esse tipo de narrativa não é para você, sugiro que procure outra leitura.
Parei de chupar o homem, a boca ainda formigada pelo gosto salgado e quente dele, o pau latejando ereto na minha mão como uma barra de ferro preta. Tinha algo que eu queria fazer há tempos, era exatamente pra isso que eu tinha trazido aquele pedaço de carne ali. Puxei ele mais pra perto com firmeza, o corpo dele obedecendo sem resistência, o calor da pele dele queimando contra a minha coxa. Minha .45 rosa estava do lado, tambor aberto, uma única bala na câmara — pronta pra uma roleta russa se eu ficasse entediada. Com a outra mão, peguei o cartão de visita que usava pra raspar e arrumei uma das fileiras grossas de cocaína sem soltar o pau dele um segundo, apertando a base só pra sentir ele pulsar de nervoso.
— Eu vou colocar essa carreira no seu pau — avisei, a voz baixa, divertida. — Se você deixar cair isso no chão, você vai lamber tudinho, entendeu bem?
Ele tinha algum medo nos olhos, claro, mas no fundo estava se divertindo, o idiota. Achando que tinha caído numa suruba de gente rica, numa orgia de elite onde tudo era permitido. Até a calça que ele teimava em manter na cintura ele tirou de vez, chutando pro canto como se agora estivesse 100% dentro do jogo. Bati a fileira certinha na rola dele — o pó branco contrastando lindo contra a pele preta aveludada, grudando um pouco na umidade da minha saliva. Não ficou perfeito, algumas partículas escorregaram, mas eu achei muito divertido fazer aquilo, ri sozinha só de imaginar a cena.
Catei meu canudo de ouro branco, apoiei a ponta bem na base do pau dele, onde a carreira começava, e mandei pra dentro numa aspirada longa e profunda. O pó subiu queimando, me dando vontade espirrar, mas não bateu nada.
— Eita cacete! Puta merda, essa foi forte — murmurei, piscando rápido lutando para não espirrar aquilo, mas na real eu não sentia nada.
— E você, Amanda, quer? — perguntei, virando pra ela com um sorriso largo, o canudo ainda na mão.
— Não, senhora… — respondeu ela baixinho, sussurrando cheia de medo, os olhos fixos no pau dele, o rosto vermelho de vergonha e medo.
— E você, Timóteo?
Ele estava no telefone, colocou no mudo rapidinho e respondeu sem hesitar, com aquela cara de quem já conhece meus exageros:
— Eu não vou cheirar o pó na rola de um negão, desculpa aí, patroa, mas pode mandar o Janjão e o Pastor virem aqui me desovar se quiser.
Ri alto com a resposta dele, mas já estava impaciente de novo, o tesão latejando forte entre as coxas, precisando de mais ação, mais controle.
— Então vem, Amanda.
Ela veio devagar, cheia de medo, os passos hesitantes no carpete caro do escritório, a expressão de quem queria gritar que não estava nada confortável com aquilo — os olhos baixos, os lábios apertados, as mãos tremendo de leve ao lado do corpo. Parecia uma menininha perdida num pesadelo que não conseguia acordar.
Puxei ela pelo braço com firmeza e sentei no meu colo de lado, as pernas magras dela sobre as minhas, o corpinho quente e tenso se encaixando contra mim. Segurei o queixo dela com os dedos, levantei aquele rostinho assustado e beijei sua boca — rápido, possessivo, minha língua invadindo sem pedir licença, abrindo os lábios macios dela com facilidade, provando o gosto doce e nervoso, um gemidinho abafado escapando da garganta enquanto eu mordiscava o lábio inferior antes de soltar, deixando ela ofegante e vermelha.
Sem perder tempo, raspei outra fileira grossa com o cartão, o pó branco caindo certinho sobre a rola preta e dura dele, que pulsava ali do lado, o negão respirando pesado, os olhos vidrados na cena, o pau latejando ainda mais com o medo misturado ao tesão.
— Agora você, filha. Vem cá, aprende direitinho — falei baixo, entregando o canudo de ouro branco pra mão trêmula dela, guiando até a base do pau dele.
Ela hesitou, os olhos arregalados, a boca entreaberta como se fosse protestar, dizer que não queria, que aquilo era demais. Mas eu não deixei nem uma palavra sair. Antes que qualquer som escapasse, puxei o rosto dela de novo pra mim e beijei com mais fome, engolindo o protesto inteiro, minha língua dançando na dela, dominando, mordendo, enquanto minha mão guiava o canudo até o pó. Ela aspirou obediente, o narizinho roçando a pele quente e dura do pau dele, o corpo inteiro tenso no meu colo, tremendo como uma folha.
Ela não sentiu nada, claro — só o pó subindo seco e amargo, sem onda, sem barato, mas o rosto dela ficou confuso, os olhos piscando rápido, esperando algo que não veio.
Eu ri contra a boca dela, soltando o beijo só pra descer de novo no pau dele, chupando fundo e molhado, a língua rodando a cabeça grossa, sugando o pó que ainda grudava ali junto com o pré-gozo salgado. Alternava sem parar: um segundo engolindo ele até o fundo da garganta, sentindo ele pulsar desesperado, os gemidos roucos dele enchendo o escritório, no outro voltando pra boca da Amanda, beijando voraz, mordendo os lábios até deixar inchados e vermelhos, a mão firme no cabelo dela pra não deixar escapar nem um centímetro.
Eu não deixava ela tocar no pau dele, não deixava ela chegar perto — ela era cara demais. Só revezava: chupava ele com força, lambendo cada centímetro da pele preta brilhante, depois voltava pra ela, beijando até ela gemer baixinho nos meus lábios, confusa, o corpo traindo o medo com arrepios quentes, as mãos agora apertando minhas coxas sem perceber.
Até que o negão, já louco de tesão, segurou a base do próprio pau com a mão trêmula e ofereceu pra cara dela, murmurando rouco e idiota:
— Quer provar também, novinha?
Eu virei a cabeça devagar pra Amanda, que ainda estava no meu colo, ofegante, os lábios vermelhos e inchados dos meus beijos. Sorri pra ela — um sorriso largo, lento, daqueles que não tem nada de doce, só promessa de coisa ruim. Ela entendeu na hora. Os olhos dela se arregalaram, o corpo inteiro travou, e o medo puro tomou conta do rostinho. Num segundo ela se levantou correndo, quase tropeçando nos próprios pés, e fugiu pro sofá, encolhendo-se no canto mais distante, abraçando as próprias pernas como se aquilo pudesse protegê-la do que estava por vir.
O homem, com o pau de fora, duro e brilhando de saliva e pó, não entendeu porra nenhuma. Piscava confuso, olhando de mim pra ela, a mão ainda meio suspensa no ar, como se esperasse que alguém explicasse a piada.
Eu esperei ela chegar até o sofá com toda a tranquilidade do mundo, deixando o silêncio pesar, sentindo o ar ficar grosso de tensão. Só então me levantei devagar da cadeira, sem tirar os olhos dele. Tirei a calcinha devagar, deslizando o tecido fino pelas coxas, e joguei em cima da mesa com um gesto displicente. Levantei a saia até formar um cinto na cintura, deixando a buceta exposta, o ar frio batendo na pele molhada. Passei a mão ali, entre as pernas, e caralho… estava encharcada, escorrendo, os dedos saindo brilhando de tanto tesão acumulado, o cheiro subindo forte.
Respirei fundo, saboreando o momento, sentindo o coração bater pesado no peito. Peguei a .45 rosa da mesa, girei o tambor com um movimento seco — clique, clique, clique —, fechei com um estalo final e me afastei dele dois passos. Apontei o cano direto pro meio da testa dele, firme, sem tremor.
— Ô seu filho da puta — minha voz saiu baixa, gelada, mas carregada de uma raiva que latejava tão forte quanto minha buceta. — Agora eu perdi a paciência contigo totalmente. Vamos ver quantos pecados você cometeu essa noite, hein? Senta na porra da cadeira agora!
Ele travou por um segundo, o pau ainda duro mas começando a murchar de pavor, o suor escorrendo pelo peito preto. Depois obedeceu rápido, quase tropeçando, sentando nu na cadeira de couro com as mãos tremendo nas coxas, os olhos fixos no cano rosa que brilhava apontado pra ele.
Amanda, do sofá, respirava curto, os olhos grudados na cena, sem piscar. Timóteo, encostado na parede, só observava, quieto, já sabendo que o jogo tinha virado de vez pro meu lado.
Eu me aproximei cavalgando ele de joelhos e me encaixando em cima dele, os olhos deles viraram e ele gemeu louco, eu quase deixei a arma cair quando senti aquele pau grande demais para mim entrar de uma vez, eu deveria ter ido mais devagar

