Ainda ajoelhada, sem soltar a garota, abri a calça dele com uma das mãos. O cheiro da pele quente e do desejo me atingiu antes mesmo de envolver meu lábio ao redor dele. Minha boca alternava entre os dois. Meus dedos ainda deslizavam entre as pernas da garota, sentindo o pulsar da sua buceta, espalhando sua excitação, enquanto minha língua explorava Timóteo, lambendo e sugando devagar, sentindo a textura, a diferença entre os sabores.
O gosto dela era terroso, doce, quase inocente. O dele, denso, salgado, forte. O contraste me deixava louca.
Voltei a chupar a garota com fome, enquanto minha mão deslizava na base do pau de Timóteo, deixando minha língua deslizar por sua extensão. Quando ela gemeu mais alto, minha boca sugou ele com força, como se quisesse prender os dois ao mesmo tempo, como se pudesse devorá-los. A cada revezamento, eu sentia os corpos reagirem mais. Os gemidos, os tremores, o suor. O ambiente cheirava a sexo, a entrega, ao poder que eu exercia sobre eles.
Puxei Timóteo pelo pau, guiando-o para as costas da menina enquanto tomava meu lugar. Ele riu daquele jeito gostoso, carregando a cara de safado típico de playboyzinho da zona sul, sempre com aquele brilho de malícia no olhar. Encostei o pau dele nela, e no mesmo instante ela tentou se erguer, um reflexo idiota que só me fez rir.
— FICA QUIETA, PORRA! NÃO ESTRAGA MINHA DIVERSÃO, CARALHO! — soltei, num berro que eu até me assustei.
Timóteo soltou outra risada, se ajeitando com calma, procurando o melhor encaixe. E ela, que há segundos parecia querer fugir, simplesmente aceitou. Só virou o rosto, encarando ele, e naquele olhar tinha tudo — menos inocência. O jeito que ela mordia o lábio, o brilho nos olhos, a expressão de pura safadeza… puta merda, ela queria mais do que fingia.
— Vai, Timóteo… Mete com força. Mete pra machucar.
Ele obedeceu sem hesitar. Começou devagar, preparando o caminho, mãos firmes cravadas na bunda branca dela, sentindo a pele quente sob os dedos. Então acelerou, um vai e vem bruto, intenso, tomando conta de tudo.
Mas eu não estava satisfeita com o desempenho de Timóteo.
Timóteo arfava, as mãos espalmadas na mesa do meu escritório, os dedos cravando no tampo de madeira maciça enquanto metia fundo na menina debaixo dele. O suor escorria pelas suas nádegas, os gemidos dela se misturavam ao som úmido das investidas, mas ele ainda tentava medir o próprio ritmo. Ainda se agarrava a um controle que não existia.
Eu me afastei por um instante, caminhando até o armário de canto, aquele onde guardo coisas que um escritório normal não deveria ter. Entre pastas de documentos, uma garrafas de bebidas caras e caixas de charutos, meus dedos encontraram o cabo de couro. O chicote de montar. Pequeno, ágil, feito para comando imediato.
Como assim? Todo mundo tem um chicote no escritório, não? Como vocês tratam empregados desobedientes?
— Você achou que eu tinha esquecido, né, Timóteo? — minha voz deslizou lenta pelo ambiente, carregada de malícia.
Ele não respondeu, mas o jeito que os músculos dele se retesaram disse tudo.
Andei ao redor da mesa, arrastando a ponta do chicote pelo chão. O som do couro deslizando contra o piso reverberava no escritório, carregado de expectativa.
— Tá muito devagar. — soltei, com tédio escorrendo pela voz.
Ele acelerou, jogando o quadril com mais força, cada estocada arrancando um soluço sufocado da garota. Mas ainda não era suficiente.
ZIP!
O chicote estalou no ar antes de encontrar a pele dele. O baque seco cortou o silêncio, e Timóteo engasgou um gemido, as costas se contraindo num reflexo imediato de dor e excitação.
— Eu não… eu só…
— Cala a boca. — cortei, fria. — Eu quero ver lágrimas antes das desculpas.
ZAP!
Outro golpe, mais forte, a pele dele já quente e marcada. As mãos dele tremiam sobre a mesa, o quadril martelando mais rápido, mais desesperado, a menina sob ele gemendo, gritando, enterrando as unhas na madeira, enquanto ele tentava compensar, tentava agradar.
— Isso… melhor… Metem mais rápido caralho — murmurei, observando cada músculo do corpo dele pulsar sob minha vontade. — Você não queria puta pra foder? Não estava cheio de sorrisinhos com as putas lá embaixo?
Zip! Zaaaaaap! Ziiip! Zaaaaap!
O couro encontrava seu alvo de novo e de novo, a pele já latejando em vermelho vivo, mas eu não parava. Eu via no rosto dele, no jeito ele gemia de dor e prazer sucumbindo aos meus exageros.
Agarrei seu rosto com força, obrigando-o a me encarar. Os olhos dele estavam úmidos, o queixo trêmulo, um homem despedaçado entre dor e obediência.
— Vai goza chorando. — ordenei, sem piedade. — Quero ouvir teu choro quando encher essa buceta de porra. Quero ver essa lágrima escorrendo enquanto você se despede do que restou da tua dignidade.
Timóteo gemeu, um som arrastado e engasgado. O quadril dele se moveu em estocadas erráticas, brutais, o corpo inteiro tremendo. E então ele se desfez, a última lágrima escorrendo quente, resignada, enquanto sua punição chegava ao fim.
— Pronto, agora vai cuidar dessa bunda! — falei, girando o chicote nos dedos antes de jogá-lo sobre a mesa. — E você, garota, me prepara um uísque e vem aqui me chupar, estou estressada.
Timóteo ainda tremia, o corpo marcado pelas chicotadas, o pau ainda pulsando enquanto tentava recuperar o fôlego. Mas eu já não me importava mais. Já tinha me divertido o suficiente com ele.
Afundei no sofá, deslizando a calcinha para fora, sentindo o suor colado na pele. Abri as pernas, buscando um mínimo de conforto enquanto observava a menina se afastar, as coxas tremendo e os rastros do esperma de Timóteo escorrendo pelas pernas dela.
“Achou que vida de puta é fácil? Tem muito maluco nesse mundo.” — pensei, sorrindo de canto, enquanto esperava a vadia voltar para me servir.