Capítulo 8

Eu não fazia ideia de como processar aquilo. A Barbara ali, linda pra caralho, corpo de revista, peito quase pulando do sutiã… e um pau preto enorme balançando preso na cintura dela, apontado direto pra mim. Era exatamente a fantasia proibida que eu punheteava no escuro, mas nunca tive coragem de pedir. Agora tava acontecendo de verdade. E a porra do meu cérebro enrustido berrava: "se gostar demais, ela descobre que você é viado".

Fiquei duro, tremendo, fingindo que era só curiosidade de casal moderno.

Ela engatinhou até a beirada da cama e puxou o lençol com aquela lentidão que faz o sangue ferver. O pau preto batia na coxa dela, pesado, intimidante. Os olhos dela brilhavam daquele jeito que sempre me desmontava.

— Cadê essa caceta gostosa, Leo? — manhosa, suja, provocante.

Eu já tava pelado, pau ereto, cabeça rosa brilhando. Segurei a base como se isso me mantivesse no controle. Merda nenhuma. A cada passo que ela dava, eu perdia mais.

As unhas vermelhas subiram pelas minhas pernas, arranhando leve, chegando na virilha. Ela se ajeitou entre minhas coxas abertas, aquele pau preto balançando no meio, e me olhou com um sorriso de vadia.

— Hoje quem te come sou eu. Você vai ser minha putinha, tá? — disse baixo, meio insegura, como se testasse até onde eu deixaria ela ir.

Só consegui assentir, garganta seca, pele arrepiada com o ar gelado do quarto.

Ela se inclinou e desceu.

Primeiro, o bafo quente na cabeça do meu pau. Depois a língua — lenta, molhada, contornando a glande inteira como se estudasse meu corpo. Subiu chupando forte, barulho molhado ecoando no quarto. Eu gemi preso, tentando parecer no controle, mas já tinha perdido.

Uma mão apertava a base do pau, a outra descia pro saco, dedo gelado massageando as bolas devagar, rodando, puxando. Cada toque mandava um choque direto pro meu cu, que contraía e relaxava sozinho, me deixando exposto, mole, entregue demais.

Ela desceu ainda mais. Lambidas longas no saco, depois chupou uma bola, depois a outra, sugando devagar, obscena. A mão livre subiu pro períneo. O polegar começou a fazer círculos lentos, pressão leve, depois forte. Bem onde eu nunca deixei ninguém encostar.

Um gemido escapou. Fino. Quase vergonhoso. Minhas pernas abriram mais sem eu mandar, como se meu corpo tivesse decidido sozinho. Ela riu baixinho contra minha pele — aquele riso curto, quente, de quem acabou de descobrir algo deliciosamente errado — e não parou. A língua desceu mais, molhada, lenta, enquanto o polegar apertava meu períneo com precisão de quem vinha estudando meu corpo há anos.

— Barbara… esse pau não é muito grande, não? — soltei baixo, assustado, olhando aquele pedaço de silicone preto que parecia gigante demais pra minha primeira vez.

Ela levantou o rosto devagar. O meu pau ainda tapava metade da boca dela, glande brilhando de saliva, e mesmo assim o olhar dela veio duro, firme, autoritário.

— Leo, eu comprei um do tamanho do seu. — Ela falou sem hesitar, voz fria de verdade. — E você come a minha bunda direto. E eu sou menor que você. Então não seja frouxo.

O jeito que ela disse aquilo me quebrou no meio. Eu devia ter ficado puto, mas o pau latejou tão forte que escureceu minha visão. Cada chupada dela arrancava meu ar, cada lambida fazia minha cabeça tombar pra trás. A Barbara chupava como ninguém, e ela sabia exatamente o que aquele contraste — autoridade mais boca quente — fazia comigo.

Ela parou só pra criar suspense. Língua subiu devagar do saco até a cabeça do meu pau, deixando tudo molhado, sensível demais. Deu uma chupada forte na ponta, estalando, e continuou masturbando com a mão sem parar.

— E agora… — ela sussurrou, olhando meu rosto enquanto a saliva escorria de sua boca pro meu pau. — Vamos preparar esse cuzinho, vamos?

Eu só consegui assentir. Quieto. Submisso. Do jeito que eu sempre achei ridículo nos outros. Do jeito que eu sempre disse que nunca seria.

Ela pegou o lubrificante da minha cabeceira, jogou na palma da mão e espalhou nos dedos, depois passou nas minhas bolas, na virilha, no períneo… devagar, espalhando quente e frio ao mesmo tempo.

— Amor… abre as perninhas. Coloca um travesseirinho embaixo de você.

A humilhação veio como um soco. E o tesão junto.

Obedeci. Sem discutir. Levantei o quadril, enfiei o travesseiro por baixo, fiquei ali com a bunda mais elevada, pernas abertas demais, posição de mulher...

Doía no ego. A vergonha queimava, mas a excitação era mais forte que qualquer moral que eu tivesse sobrando.

E ela veio com os dedos lambuzados, sem cerimônia nenhuma, polpa e unha circulando meu cu como se quisesse abrir meu corpo com calma cruel. Eu travei inteiro. A sensação era absurda, quente, gelada, errada, gostosa, tudo junto. Meu pau endureceu na hora, como se meu corpo não tivesse recebido o memorando da vergonha. Fechei os olhos tentando parecer relaxado, mas toda vez que eu abria um pouquinho eu pegava aquela cara dela: prazer e curiosidade misturados, estudando meu cu como território novo.

Os dedos ficaram abusados rápido. Ela chupava meu pau fundo, alternava com punheta lenta, e a outra mão escorregava do meu cu pras minhas bolas, apertando, massageando. Sem pressa. Sem culpa. E eu ali, querendo morrer de tesão.

Quando meu corpo relaxou mole, o olhar dela mudou. Ficou mais pesado, quase desconfiado. Os dedos endureceram a postura, apertando o anel do meu cu como quem mede resistência.

— Quietinho… não tranca. Empurra. Igual você sempre fala pra mim.

— Tá se vingando… — minha voz saiu falhada.

Ela riu baixinho, riso de mulher que finalmente descobriu um ponto fraco.

— Fica tranquilo. Eu sou boazinha.

Ela parou de brincar com meu saco, mas não soltou meu pau da boca. Abriu a mão, pegou o vidro de lubrificante sem tirar os olhos de mim. Recebi a primeira lambida gelada no cu quando ela espalhou o produto, bem menos delicada agora. Uma ponta de dedo forçou passagem. Ardeu. Ardeu fundo, seco, invasivo. Eu quis recuar, mas meu pau latejou grosso, cuspindo pré-gozo, traindo tudo.