Capitulo 28
Os grandes lábios eram carnudos e macios, quase aveludados, enquanto os pequenos eram fininhos e sedosos, escorregadios de tesão. O clitóris dela estava durinho, inchado, pulsando contra a minha língua toda vez que eu rodeava ou sugava. Era como um botão quente e vivo que reagia a cada toque meu. Quando eu o prendia entre os lábios e chupava devagar, Mara tremia inteira, as coxas apertando minha cabeça com força, os dedos cravados no meu cabelo.
Eu estava completamente entregue, o rosto encharcado, os lábios formigando, a língua cansada mas sem vontade de parar. O cheiro dela me envolvia inteira, quente, íntimo e viciante.
— Garota, me dá dedinho… me dá? — pediu ela com a voz rouca, quase implorando.
Eu levantei o rosto por um segundo, passei o polegar nas unhas pra conferir se estavam lisas e coloquei dois dedos na entrada dela. No primeiro toque da polpa dos meus dedos, Mara se trancou inteira, os músculos internos apertando forte, e soltou um suspiro alto e longo.
— Calma… eu vou devagar…
Eu não sei se foram meus dedos que entraram ou se foi ela que me engoliu. Estava tão encharcada, tão quente e macia por dentro que os dois dedos deslizaram quase sozinhos, sendo sugados pela carne quente e molhada. A textura era incrível: as paredes internas eram aveludadas, grossas, quentes e pulsantes, como se tivessem vida própria. Elas se contraíam em volta dos meus dedos, apertando e soltando ritmadamente, escorregadias de tanto tesão. Era como mergulhar em seda quente e encharcada.
Eu fiquei olhando maravilhada enquanto meus dois dedos desapareciam devagar dentro dela, sentindo cada ondulação, cada contração, o calor úmido envolvendo minha pele até quase o nó dos dedos. Mara gemeu mais alto, rebolando devagar contra minha mão, o corpo inteiro tremendo de prazer.
Mara indicou exatamente o que queria fazendo pressão forte com a mão na minha cabeça, empurrando meu rosto contra ela. Ela queria a chupada mais forte, queria força. Eu aumentei o ritmo na hora, sugando o clitóris com mais pressão, os lábios inchados dela deslizando molhados contra minha boca.
Ao mesmo tempo, curvei os dois dedos dentro dela e comecei a dedar exatamente no ponto certo — aquela área mais rugosa, inchada, na parte de cima. Meus dedos faziam ondas ali, pressionando e soltando, às vezes empurrando fundo e depois aliviando, sentindo as paredes grossas e quentes pulsarem em volta deles.
— Mais um… coloca mais um? E faz forte… pode socar, eu amo — pediu ela, a voz rouca e urgente.
Eu ri horrorizada por um segundo, mas o tesão falou mais alto. Dois dedos meus já eram apertados em mim, imaginei três. Mesmo assim, tirei um pouco, juntei o terceiro dedo e empurrei devagar. Mara soltou um gemido longo quando os três entraram, as paredes internas dela se abrindo, quentes, molhadas e elásticas, me engolindo. Tive que me ajeitar melhor no sofá, me ajoelhar mais firme pra ter ângulo. Comecei a socar com mais força, os três dedos entrando e saindo ritmados, fazendo barulho molhado a cada estocada.
Mara rebolava contra minha mão, pedindo mais, o quadril subindo pra encontrar meus dedos. Eu chupava o clitóris sem parar, sugando forte, a língua batendo rápido enquanto socava. O som era obsceno: molhado, estalado, misturado com os gemidos cada vez mais altos dela.
— Quatro… quero quatro… — pediu quase sem ar.
Eu estava suada, o braço doendo, mas obedeci. Juntei o quarto dedo, molhei tudo com a saliva que escorria da minha boca e empurrei devagar. Mara abriu as pernas mais ainda, respirando fundo. Senti os quatro dedos sendo engolidos centímetro por centímetro, a buceta dela se esticando ao máximo, quente, molhada e incrivelmente macia por dentro. Era apertado, mas ela estava tão excitada que aceitou tudo, as paredes internas pulsando forte em volta da minha mão.
Comecei a socar com os quatro dedos, fundo e forte, o polegar roçando o clitóris a cada movimento. Mara gritava agora, o corpo inteiro tremendo, as coxas apertando minha cabeça. Eu sentia ela se contraindo cada vez mais forte em volta dos meus dedos, como se quisesse me prender lá dentro.
De repente, o corpo dela travou. As paredes internas deram espasmos violentos, apertando meus quatro dedos com força, pulsando sem parar. Mara soltou um gemido longo, quase um urro, o quadril tremendo descontrolado contra minha boca e minha mão. Ela gozava forte, o corpo inteiro convulsionando de prazer.
Eu continuei devagar, prolongando o orgasmo dela até Mara desabar segurando minha mão indicando para parar imediatamente. Ela estava ofegante e as pernas estavam tremendo sem parar.
— Meu Deus, você vai achar que eu sou uma arrombada né? — perguntou Mara, ainda ofegante.
Eu ri baixinho, o rosto ainda colado na pele quente e molhada dela.
Não, eu achava nada disso. Eu sei que cada mulher é diferente… tem tamanho, tem necessidade. Eu estava era maravilhada. Nunca imaginei que fosse possível assim, de um jeito tão fácil e gostoso. Fisicamente ela não é tão diferente de mim… e olha o que ela aguenta!
Mara se levantou um pouco, apoiada nos cotovelos, limpando as lágrimas que tinham escorrido e borrado levemente o rímel. Ela sorriu, ainda com a respiração irregular.
— Nossa… parece que tudo tá sendo estimulado ao mesmo tempo. É gostoso demais. Mas é raro eu ficar assim tão relaxada e aberta.
Durante toda a conversa eu mantive meu rosto colado nela, dando beijos leves e preguiçosos no pubis inchado, nas coxas macias, sentindo o cheiro forte e inebriante que subia dela. Era viciante. Mesmo com a boca cansada, eu ainda queria mais. Queria chupar de novo, queria sentir aquele calor molhado contra minha língua.
Eu juro que quase pedi pra tentar enfiar mais. A imagem dos meus quatro dedos desaparecendo dentro dela ainda estava fresca na minha cabeça e me deixava absurdamente excitada. Mas segurei a curiosidade. Não queria que ela achasse que eu era uma doida pervertida.
Em vez disso, continuei distribuindo beijos suaves pela pele sensível, sentindo ela tremer de leve a cada toque da minha boca.
Entre para comentar
Para participar dos comentários, faça login com a sua conta! É rapidinho!