Capitulo 32

Quando ela voltou pra tela, quase tomei um susto e tirei a mão da buceta rapidinho, como se ela pudesse me ver. Lelê encostou o rosto bem perto da câmera, sorrindo daquele jeito safado, e na mão dela balançava uma coisa absurda. Colorida pra caralho: preto na base, depois magenta, verde, e terminando num amarelo vivo. Um tentáculo flexível, daqueles que começam fininho e engrossam muito na base, com umas texturas esquisitas. Eu já tinha visto em sex shop, mas nunca imaginei que alguém usasse de verdade.

— Tcharam! — ela balançou a coisa na frente da câmera, fazendo ele dançar.

— Meu Deus, garota, eu não acredito que você tem isso! — soltei, rindo e chocada ao mesmo tempo.

“Porra, Violeta, para de olhar… desliga logo, sua idiota.”

— Bem, já que eu caguei a sua apresentação, eu pensei em fazer uma pra você como pedidos de desculpas — a câmera girou de novo e parou com ela sentada de joelhos, apoiando o celular de um jeito que mostrava o corpo inteiro.

— O que você vai fazer, Lelê?

Eu já sabia. Claro que eu sabia. Ela ia enfiar aquela coisa nela e queria que eu assistisse. Eu tava me fazendo de sonsa, mas por dentro meu corpo tava pegando fogo. Ainda chateada pra caralho com ela, mas a buceta latejava forte, molhada de novo, pedindo atenção. Minha mão desceu sozinha, apertando a coxa com força pra não descer de vez.

— Te mostrar meu brinquedo novo. Pode ficar tranquila que não tem ninguém aqui — ela se ajeitou melhor, tirou o short e a calcinha de uma vez, ficando completamente pelada na frente da câmera. — E por acaso não tem ninguém aí, né?

Eu ri da pergunta, nervosa.

— Viu? Pega a visão, sempre pergunta antes pra não dar merda depois.

E antes que eu pudesse responder, ela posicionou o tentáculo embaixo dela, sentada sobre os joelhos.

O que eu vi me fez babar. Pela boca… e pela boceta.

Ela segurou a base com uma mão, a outra abrindo os lábios rosados e lisos. O tentáculo grosso e colorido encostou na entrada dela, brilhando de lubrificante que eu não vi ela passar. Devagar, ela começou a descer, o corpo se abrindo pra receber aquela coisa que engrossava cada vez mais.

“Caralho… olha isso…”

Meu dedo escorregou sozinho entre minhas pernas de novo, circulando o clitóris inchado enquanto eu não conseguia tirar os olhos da tela. Lelê soltou um gemidinho baixo quando a parte mais grossa começou a entrar, o rosto dela ficando todo safado, boca entreaberta, olhos semicerrados olhando direto pra câmera.

— Tá gostando da visão, nome de flor? — perguntou, voz rouca, descendo mais um pouco.

Eu não respondi. Só apertei a buceta com força, sentindo o molhado quente brotando de mim e o coração martelando no peito.

“Eu tô muito, muito ferrada…”

Lelê não estava se masturbando pra mim. Ela tava performando. Dava pra ver no jeito calculado que rebolava, no ângulo perfeito da câmera, no sorriso safado que aparecia de vez em quando. Aquela coisa grande entrando tão fácil me deixou meio estranha. “Gente, se você tem buceta sabe que não é do nada que enfia um negócio desse tamanho e ele escorre pra dentro assim…” Mas eu não quis perguntar. Fiquei quieta, só olhando.

Ela rebolava cadenciada e lenta, descendo devagar até a base grossa desaparecer quase toda, depois subia até a ponta colorida quase sair, brilhando do tesão dela. Soltava uns suspiros baixos, roucos, feitos exatamente pra eu ouvir. O corpo pequeno dela se mexia todo: barriga magra tensionando, costelas aparecendo quando respirava fundo, bundinha branca empinando pra trás a cada descida.

— Cacete, isso é bom demais… dá pra sentir em cada canto da vagina, sabe? Acho que se eu der mais duas reboladas eu gozo. Quer ver?

Minha boca me traiu antes do cérebro.

— Quero.

Ela sorriu vitoriosa, inclinou o corpo pra frente pra me mostrar o rosto de novo, tirou o cabelo teimoso que caía no olho e voltou a se empalar devagar. A blusa enrolada na altura da barriga, peitinhos pequenos balançando de leve, piercing brilhando. A câmera pegava tudo: o tentáculo grosso e colorido aparecendo e sumindo, os lábios rosados dela esticados ao máximo, um fiozinho brilhante escorrendo pela coxa toda vez que subia.

Eu deixei um dedo da mão que segurava o celular posicionado na tecla de desligar o meu microfone caso precisasse e deixei a outra mão descer e comecei a me tocar de novo. Sem enfiar, só espalmei os dedos e esfreguei o clitóris suave mas firme, deixando ele escorregar entre eles, apertando a entrada da buceta de leve. O corpo ainda tava sensível do chuveirinho, tudo formigando. “Deve ser a porra da maconha… tô me sentindo levemente entorpecida, com eletricidade estática em todos os poros.”

Lelê acelerou um pouquinho o rebolado, gemendo mais alto agora, coxas tremendo visivelmente. A coisa entrava fundo, saía quase toda, entrava de novo. O barulho molhado chegava claro no áudio. Ela inclinou o corpo pra trás, apoiando uma mão na cama, a outra segurando o tentáculo pela base pra enfiar mais forte.

— Tô quase… tô quase, caralho…

De repente o corpo dela travou. Um gemido curto, engasgado, saiu da garganta. Ela caiu pra trás na cama, pernas fechando com força em volta da coisa, prendendo o tentáculo inteiro dentro. Os músculos das coxas tremiam violentos, a barriguinha contraía em espasmos visíveis. Ela gozou sem fazer um barulho grande, só aquele gemidinho miado e contido que me deixou ainda mais molhada.

Fiquei olhando hipnotizada enquanto o tentáculo, devagar, começava a sair sozinho, empurrado pelas contrações fortes dela. Centímetro por centímetro, brilhando, até cair pesado na cama, deixando a buceta dela aberta, vermelha, pulsando, um fio grosso de tesão escorrendo devagar.

Lelê ficou ali caída, peito subindo e descendo rápido, um sorrisinho satisfeito no rosto, olhos semicerrados olhando pra câmera.

“Porra… eu tô molhada pra caralho de novo.”

Minha mão ainda esfregava devagar entre as pernas, o corpo todo arrepiado, coração martelando. E agora? O que eu faço com essa safada?