Capítulo 27
Eu não conseguia decidir se terminava a siririca ali mesmo vendo ele tocar uma pra mim ou se arrastava pro quarto. Mas eu queria dar, tava decidido na minha cabeça. Desliguei o chuveiro sem nem terminar o banho direito, me enxuguei às pressas com a toalha, o corpo ainda pingando, e saí do box.
Junior tava ali se masturbando sem parar, a mão subindo e descendo no pau duro, os olhos grudados em mim como se eu fosse a única coisa no mundo.
Passei por ele puxando ele pela blusa. A toalha escorregou do meu corpo e ficou no chão do banheiro, eu nem liguei. Peguei na mão dele, tirei da punheta e coloquei direto na minha buceta. Ele gemeu baixo quando sentiu o calor molhado, os dedos já escorregando entre os lábios inchados, apertando o clitóris com força.
Eu agarrei o pau dele com a outra mão, apertando a base, sentindo ele pulsar na palma. Comecei a andar pra trás puxando ele comigo, sem soltar. A gente se beijava descontrolado, boca aberta, língua brigando, dentes batendo de vez em quando. Ele apertava minha bunda com as duas mãos, os dedos cravando na carne, puxando as nádegas pra abrir mais, enquanto eu rebolava contra a mão dele.
Eu apertava o pau mais forte, subia e descia devagar, sentindo a pele quente deslizar na minha mão. Ele gemia na minha boca, mordia meu lábio inferior, descia a boca pro meu pescoço e chupava forte, deixando marca. Eu empurrava o peito contra o dele, os mamilos duros roçando na camisa, e ele pegava um peito com a mão livre, apertava com força, torcia o bico até eu soltar um gemido rouco.
A gente tropeçava pelo corredor sem parar de se tocar. Mão na buceta, pau na minha mão, beijo molhado, aperto na bunda, dedos entrando fundo em mim enquanto eu apertava ele mais forte. Eu sentia a buceta escorrendo pelos dedos dele, o pau latejando na minha palma, o tesão subindo como fogo.
Chegamos na porta do quarto. Eu empurrei ele contra o batente, beijei mais fundo, mordi o pescoço dele, desci a mão livre pro peito dele por baixo da camisa e arranhei as costas enquanto ele me virava de costas e me colava na parede do corredor por um segundo, metendo dois dedos fundo na buceta e esfregando o pau na minha bunda.
Eu gemi alto, rebolando contra ele, sentindo a cabeça do pau roçar na entrada do cu ainda sensível. A ardência subiu como fogo, uma dor incômoda que me fez travar o corpo por um segundo. Ele apertou meus peitos por trás, torceu os mamilos com força, mordeu meu ombro deixando a marca dos dentes na pele quente.
E aí algo saltou da minha boca sem pensar.
— O cu não, corno não tem direito a cu — falei sussurrando, a voz rouca e baixa, quase um rosnado.
Aquilo saiu de mim de um jeito estranho aos meus próprios ouvidos. Eu não queria ter dito, era o tesão falando mais alto que a razão. Por um segundo achei que ele fosse ficar irritado, que ia parar tudo, mas pelo contrário: o pau dele pulsou mais forte na minha mão, os olhos dele brilharam com uma mistura de vergonha e tesão puro.
— Eu sou o seu corninho, sou? — perguntou ele, voz tremendo, quase implorando.
— É... — respondi sem saber direito como brincar daquela brincadeira nova, mas sentindo o poder subir pela espinha.
— Me diz como ele fez em você? Pra eu tentar fazer igual? — falou em tom patético, a voz baixa, submissa, os olhos fixos no meu corpo como se eu fosse dona dele.
Eu puxei ele pela blusa e joguei na cama. Subi de quatro na frente dele, empinei a bunda alta, abri as pernas o suficiente pra mostrar a buceta inchada, escorrendo tesão.
— Vem... ele meteu na minha buceta com muita força assim.
Ele se ajoelhou atrás de mim na hora, as mãos tremendo quando pegou minha cintura. Eu senti o pau dele roçar na entrada, quente, duro, mas sem ousar encostar no cu. Ele sabia. Sabia que aquilo era território do outro agora.
— Assim? — perguntou, voz rouca, quase chorosa de tesão.
— Mais forte... mete como se quisesse provar que pode ser homem — provoquei, rebolando devagar, esfregando a buceta na cabeça do pau dele.
Ele empurrou de uma vez, fundo, socando com força. Eu gemi alto, o corpo inteiro tremendo com a estocada. Ele começou a meter ritmado, rápido, batendo a virilha na minha bunda com estalos molhados que ecoavam no quarto. Cada entrada fazia minha buceta apertar em volta dele, sugando, como se quisesse engolir tudo.
— Isso... mete, corno... mete pra eu lembrar como ele fodia melhor... — falei entre gemidos, empinando mais, sentindo ele bater no fundo.
Ele apertava minha cintura com força, as unhas cravando na pele, puxando meu corpo contra o dele a cada socada. Eu sentia o pau dele inchar dentro de mim, latejando, melando tudo. Ele gemia baixo, patético, mas excitado demais.
— Ele gozou dentro de você? — perguntou ofegante, a voz quebrada.
— Gozou... encheu minha buceta de porra quente... e eu pedi mais... — respondi, apertando a buceta em volta dele de propósito.
Ele perdeu o controle. Começou a socar mais rápido, mais bruto, o som da pele batendo na pele enchendo o quarto. Eu rebolava contra ele, sentindo o clitóris latejar a cada batida, o prazer subindo rápido demais.
— Caralho, saber que você estava dando para outro me deu muito tesão amor — ele Confessava baixinho, quase chorando de tesão, enquanto metia sem parar.
Eu ri entre gemidos, o poder me incendiando por dentro.
— É... meu corninho bonzinho... agora me faz gozar... mete forte pra eu esquecer que você nunca foi homem de verdade...
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