Capítulo 30
Dei outro tapa, mais forte, na outra nádega. A pele ficou vermelha instantaneamente. Ele abriu mais, as mãos tremendo, o cu se abrindo um pouco, revelando o anel apertado. Empurrei a cabeça do vibrador devagar, sentindo a resistência. Ele arfou alto, o corpo se curvando pra frente.
— Não foge, porra. Você queria tanto meter no meu, agora aguenta o seu.
Empurrei mais, forçando. O lubrificante ajudou, mas era grosso demais. Ele gritou rouco, a voz quebrada, o corpo se debatendo de leve. Eu não parei. Empurrei mais forte, centímetro por centímetro, ignorando os gritos. Ele chorava agora, lágrimas escorrendo pelo rosto, urros saindo da garganta, o corpo tremendo inteiro, mas eu não tava nem aí. Cada grito dele me dava mais força, mais raiva, mais prazer doentio.
— Isso... engole, seu corno. Engole como eu engoli tanta merda sua.
Quando metade entrou, parei. Deixei ali, pulsando dentro dele. Ele respirava ofegante, o cu apertando o vibrador, o corpo inteiro tenso, choramingando baixo. Eu empurrei mais fundo, devagar, sentindo o anel ceder aos poucos. Ele urrou alto, o corpo convulsionando, as mãos agarrando o lençol com força, as unhas rasgando o tecido.
Quando enfiei até o fim, deixei parado. O vibrador inteiro dentro dele, grosso, esticando tudo. Ele chorava, soluçava, o rosto no travesseiro, o corpo se contorcendo. Eu via o cu dele se contrair em volta do brinquedo, tentando expulsar, mas eu segurava firme pela base.
Conforme o vibrador começava a sair sozinho, empurrado pelos músculos dele, eu empurrava de novo, devagar, forçando tudo pra dentro outra vez. Ele gritava a cada movimento, a voz rouca, quebrada, lágrimas molhando o travesseiro.
— Tu não comprou isso pra enfiar em mim? Já se arrependeu agora?
Eu ri baixo, sacana, sentindo o poder absoluto. Empurrei mais uma vez, fundo, deixando ali. Ele soluçava, o corpo mole, destruído, o pau mole agora, pingando no lençol.
— Agora você sabe como é, corno. Saber que alguém tá te abrindo, te invadindo, e você não pode fazer nada. Só aguentar.
Eu deixei o vibrador ali, parado, só pra ele sentir o peso, o estiramento, a humilhação. Ele chorava baixo, tremendo, mas não pedia pra parar. Passei uma mão por baixo e agarrei o pau dele, comecei uma punheta forte, quase socando os ovos dele dependurados.
E como eu me sentia? Poderosa, louca, completamente fora de mim. Uma mistura de euforia e vazio que queimava no peito como ácido. Não tinha nem dois dias e eu estava choramingando com as invenções dele de ver eu transando com outro, me sentindo suja, perdida, culpada até o osso. E agora eu estava ali, o próprio diabo encarnado, com o coração acelerado de raiva antiga, de anos de ressentimento engolido em silêncio. Cada batida no peito era uma vingança atrasada, cada respiração era um grito que eu nunca soltei na cara dele. Eu odiava o quanto eu amava ele ainda, odiava o quanto ele me deixou vazia, e odiava mais ainda que, no fundo, eu estava gostando de vê-lo se quebrar.
Empurrei o vibrador mais fundo de uma vez só, sentindo o anel apertado dele rasgar devagar ao redor do grosso, o lubrificante escorrendo frio e viscoso pelas coxas dele. Ele urrou alto, um grito animal que ecoou no quarto e fez meu estômago revirar de um prazer doentio. O corpo dele se debateu pra frente como se quisesse fugir, as mãos agarrando o lençol com tanta força que as unhas rasgaram o tecido e deixaram marcas vermelhas sangrentas nas palmas. Lágrimas grossas escorriam pelo rosto dele, misturadas com suor e ranho, pingando no colchão em gotas pesadas. Eu via o sofrimento dele e sentia uma pontada no peito – não de pena, mas de satisfação cruel. Era como se cada lágrima dele apagasse uma das minhas que eu chorei sozinha na cama enquanto ele jogava videogame ignorando minha existência.
Ajoelhei atrás dele, inclinei o corpo e levei a boca até o saco pesado. Primeiro lambi devagar, a língua quente percorrendo a pele enrugada, sentindo o cheiro forte de suor, medo e excitação. Depois chupei forte, puxando uma bola inteira pra dentro da boca, sugando com pressão, mordiscando de leve a pele fina enquanto o vibrador ficava enterrado até a base. Ele gemia de dor e tesão ao mesmo tempo, o corpo tremendo inteiro, os quadris se movendo involuntariamente pra trás, como se doesse mas ao mesmo tempo implorasse por mais. Cada gemido dele era uma facada no meu orgulho ferido, e eu bebia aquilo como veneno doce.
Com a mão direita segurei o pau dele, ainda duro apesar da dor, a pele quente e pegajosa de pré-gozo. Comecei a punhetar devagar, apertando a base grossa e subindo até a cabeça inchada, o polegar esfregando a fenda melada em círculos lentos. Desci a boca pra cabeça do pau, chupei só a glande primeiro, a língua girando na abertura, provando o gosto salgado e amargo misturado com o lubrificante que escorria. Depois engoli mais fundo, a garganta relaxada recebendo até onde dava, sentindo as veias pulsarem contra a língua, o pau inteiro latejando na minha boca quente e molhada. Eu odiava o quanto aquilo ainda me excitava, odiava o quanto meu corpo respondia mesmo sabendo que era errado.
Ele chorava agora, soluçava alto, o rosto afundado no travesseiro, o corpo se contorcendo a cada movimento meu. Aumentei o ritmo da punheta, mamando mais forte, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando no saco que eu ainda chupava de vez em quando. Ele urrou rouco, o corpo convulsionando inteiro. Gozou forte na minha boca, jatos quentes e grossos enchendo a língua, escorrendo pelos cantos dos lábios, o gosto forte e salgado invadindo tudo. Eu não engoli. Segurei tudo na boca, sentindo o líquido quente e viscoso se acumular, o cheiro subindo pelo nariz, misturando com o cheiro de lágrimas e humilhação.
Levantei rápido, fui até a frente dele, segurei a cara dele com força, os dedos apertando as bochechas até a boca abrir como uma criança birrenta. Ele abriu, os olhos cheios de lágrimas, o rosto vermelho, inchado e destruído. Cuspi a porra toda na boca dele, o jato grosso caindo direto na língua, escorrendo pelos dentes. Ele fechou a boca devagar, engoliu com dificuldade, o pomo de adão subindo e descendo, lágrimas escorrendo pelo queixo e misturando com o resto. Eu via a vergonha nos olhos dele e sentia um aperto no peito – não de arrependimento, mas de triunfo. Era como se eu tivesse recuperado uma parte de mim que ele roubou sem eu perceber.
Cuspi de novo, direto na cara dele dessa vez, a saliva misturada com porra escorrendo pelo nariz, pela boca, pelo pescoço. Ele piscava devagar, o corpo mole, tremendo, os soluços baixos e entrecortados.
Peguei o travesseiro dele e o lençol que ele usava pra dormir, joguei tudo no chão frio do quarto.
Você vai dormir no chão. E vai dormir sujo.
Ele caiu de lado no chão, o corpo nu e melado, o cu ainda aberto e dolorido, o rosto coberto de porra e lágrimas, o peito subindo e descendo rápido. Não disse nada. Só puxou o lençol pra cobrir o corpo como pôde, tremendo, destruído, os soluços abafados contra o tecido.
Eu me deitei na cama, o corpo exausto, mas a mente clara pela primeira vez em anos. Fechei os olhos e dormi como nunca. Sem culpa. Sem arrependimento. Só o silêncio de quem finalmente colocou as coisas no lugar certo, mesmo que esse lugar fosse o inferno que eu mesma criei.
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