Capítulo 9
— Quer me comer? Deixa eu sentar em você… deixa?
Levantei devagar, olhos fixos nos dele. Levantei a saia amarrotada, puxei a calcinha preta de renda pra baixo. Estava suja, manchada de sêmen seco do Daniel, grudenta nas bordas, cheirando a sexo cru. Mostrei pra ele, balançando o tecido na frente do rosto.
— Olha o estado… vou ter que jogar essa no lixo.
Cheirei perto do nariz dele, o cheiro forte, salgado, misturado com meu mel. Dedé inspirou fundo, olhos escurecendo de tesão. Eu ri baixo, joguei a calcinha no rosto dele, deixando o tecido cobrir o nariz e a boca. Ele inspirou mais fundo, gemeu rouco, o pau dando um pulo na minha mão. Os dois enlouquecemos ali: eu esfregando a calcinha suja na cara dele, ele lambendo o tecido, cheirando como se fosse o melhor perfume do mundo.
Subi no colo dele devagar, joelhos afundando no sofá dos dois lados das coxas dele. Segurei o pau duro na base, alinhei na entrada da buceta ainda inchada, sensível, esfolada de tanto levar. Desci devagar, sentindo cada centímetro me abrir de novo. Gemi baixo quando a cabeça passou, depois o resto me preenchendo devagar.
— Amor… você precisava ver ele me comendo… que delícia…
Rebolei devagar, sentindo ele bater no fundo, as paredes internas latejando em volta dele. Dedé agarrou meus quadris, olhos vidrados nos meus.
— Eu queria ver…
— Quer?
— Quero, amor…
Desci mais fundo, apertando em volta dele, sentindo o pau pulsar dentro de mim. O tesão subiu quente pela barriga, os peitos balançando a cada movimento lento.
— Chama ele pra vir me comer amanhã?
Dedé gemeu alto, quadril subindo pra encontrar o meu, mãos apertando minha bunda com força.
— Amanhã… sim… pode chamar ele. Eu quero ver você gozar na boca dele… na minha frente.
Eu acelerei o ritmo, cavalgando mais forte, gemendo rouca, o corpo inteiro entregue. A buceta apertava ele com força, molhada de novo, escorrendo pelas coxas dele, pingando no sofá. O prazer era duplo, elétrico: o pau do meu marido me preenchendo agora, quente, familiar, pulsando dentro de mim, e a promessa crua do pau do outro amanhã, na nossa casa, com Dedé assistindo cada centímetro entrar e sair de mim. A imagem me fazia tremer mais, os mamilos duros roçando na camisa dele, o clitóris latejando a cada descida.
— Amor, mas eu quero que você chame… que você ligue pra ele e combine. Eu quero dar pros dois.
Se alguém me perguntasse antes, eu diria que nunca que eu daria para dois caras ao mesmo tempo. Que eu não era mulher dessas coisas, que isso era loucura, que eu tinha limites. Mentira. Sempre tive fetiches secretos guardados no fundo da mente: dois paus ao mesmo tempo, mãos diferentes apertando meus peitos, bocas diferentes me devorando, sêmen de dois homens escorrendo pela minha pele. Eu me imaginava assim nas noites sozinha, dedos entre as pernas, mas nunca tive coragem de pedir. A vida, essa vadia safada, estava me entregando essa oportunidade de bandeja agora.
Levantei de cima dele devagar, sentindo o pau sair de mim com um vazio que doía gostoso, a buceta piscando no ar, molhada e inchada. Corri pra bolsa jogada na poltrona, peguei o celular com as mãos tremendo de tesão. Dedé soltou um som confuso, meio gemido meio pergunta, sem entender o que eu ia fazer.
Voltei pro colo dele, encaixei de novo, descendo devagar, sentindo o calor dele me abrir outra vez, me preencher. O pau entrou inteiro, batendo no fundo, e eu gemi baixo contra o pescoço dele. Corri os dedos na tela, achei o número do Daniel e disquei. Entreguei o telefone na mão do Dedé.
Daniel atendeu rápido, voz surpresa.
— Alô, Daniel, tudo bem, irmão?
Eu olhei atenta pro rosto do meu marido enquanto ele falava, olhos fixos nos dele. Fiquei parada um segundo, imóvel, o pau dele encaixado fundo dentro de mim. Depois comecei a rebolar devagar, subindo e descendo em movimentos leves, forçando pra baixo só o suficiente pra sentir a cabeça bater no colo do útero. Dedé estava tão tenso que parecia nem sentir meus movimentos — o corpo rígido, a respiração curta, o pau pulsando forte lá dentro.
— Não, tá tranquilo. Ela chegou direitinho aqui. Ela tá aqui na minha frente, na real.
Ele estendeu o telefone na minha direção, voz baixa.
— Fala um oi, pra ele ficar tranquilo.
Eu nem peguei o aparelho. Aumentei o ritmo da cavalgada, subindo mais alto e descendo com força, gemendo baixo contra o ouvido dele.
— Oi, gostoso… eu que mandei ele ligar.
Minha voz saiu melíflua, safada, rouca de tesão. O pau do Dedé deu um pulo dentro de mim com aquelas palavras. Daniel deve ter ficado mudo do outro lado, porque ouvi só silêncio por um segundo, depois um riso baixo, nervoso e excitado.
Dedé continuou, voz baixa, controlada, mas tremendo de tesão:
— Então, irmão… queria te chamar pra tu vir aqui em casa, depois do trabalho de vocês, saca?
Daniel falava algo do outro lado — eu ouvia o tom animado, as palavras rápidas —, e Dedé só assentia, uhum, sim, fazendo barulho com a garganta.
— É… ela quer dar pra nóis dois ao mesmo tempo. Mas assim, vem aqui e a gente combina direitinho. Ou tu acerta com ela amanhã… pode ser?
Eu acelerei mais, cavalgando forte agora, os peitos balançando contra o peito dele, a buceta apertando em volta do pau como se quisesse sugar tudo. Gemidos escapavam sem controle, altos o suficiente pra Daniel ouvir do outro lado. Dedé gemeu rouco, mão livre apertando minha bunda, empurrando pra baixo com mais força.
— Amanhã… sim… depois do expediente. Ela tá aqui louca pra isso. Quer sentir os dois dentro dela… um depois do outro… ou juntos.
Eu mordi o ombro dele, o prazer subindo em ondas quentes, a buceta latejando forte, molhada pra caralho. A ideia de amanhã — dois paus, duas bocas, quatro mãos me devorando na nossa sala, na nossa cama — me levou ao limite. Gozei ali mesmo, apertando ele com força, tremendo inteira, gemendo alto no ouvido dele enquanto Daniel ouvia tudo pelo telefone.
— Sim, esse barulho foi ela gozando… — disse Dedé, voz rouca e satisfeita, enquanto eu ainda tremia cravada nele, o pau pulsando dentro da buceta que apertava em espasmos fortes.
Meu corpo inteiro convulsionava, quadris se mexendo sozinhos, subindo e descendo devagar como se quisessem prolongar cada onda de prazer. A buceta latejava em volta dele, escorrendo quente pelas coxas dele, pingando no sofá. Eu mal respirava, olhos semicerrados, boca entreaberta soltando gemidos baixos que escapavam sem querer. O orgasmo ainda ecoava na barriga, nos peitos pesados, nas coxas tremendo.
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