Capitulo 13
No corredor eu tremia tanto que precisei me apoiar na parede pra não cair. Não era medo ruim, não. Era aquele nervosismo gostoso que deixa a buceta latejando mais forte, o corpo todo elétrico, como se cada nervo estivesse acordado e implorando pra ser usado. Meu coração batia tão rápido que eu sentia o pulso na garganta, na buceta, no cu. E eu queria muito começar logo. Cheguei no quarto, fechei a porta devagar e vi o conjuntinho preto de cinta-liga estendido na cama. Minhas mãos tremiam tanto que eu nem conseguia segurar a renda direito.
— Gente… minha mãe tá tremendo, eu não vou conseguir ajustar essa merda agora — murmurei pra mim mesma, rindo nervosa enquanto tentava enfiar a perna na cinta.
O tesão misturado com ansiedade fazia meus dedos escorregarem, o corpo inteiro vibrando. Respirei fundo, olhei pro espelho e decidi na hora: foda-se o plano. Não ia vestir nada complicado. Queria ser simples, direta, exposta. Tirei tudo que ainda tinha no corpo. Só deixei as meias 3/4 pretas que já estavam enroladas nas pernas, calcei o salto alto preto que deixava minha bunda mais empinada e fazia as coxas ficarem ainda mais grossas e gostosas. Peguei o plug de novo, passei a ponta na pepeca para umedecer ele deixando ele brilhante, então curvei o corpo na beira da cama. Empinei a bunda bem alto, pernas abertas, e comecei a empurrar devagar.
O silicone frio forçou meu cu apertado, abrindo centímetro por centímetro. Senti o anel esticar, queimar gostoso, e soltei um gemido baixo quando a base finalmente encaixou, a pedrinha rosa brilhando entre minhas nádegas. Meu cu pulsava em volta dele, apertando, acostumando. A buceta, completamente nua, babava sem parar — um fio grosso escorrendo pela coxa, brilhando na luz do quarto.
Levantei devagar, olhei no espelho: só meias, salto alto e o plug enfiado na bunda. Peitos livres, mamilos durinhos, buceta inchada e molhada, pronta pra ser comida.
Nada mais.
O nervosismo ainda fazia minha barriga revirar, mas era o tipo de nervoso que me deixava ainda mais safada, a buceta latejando mais forte, o cu apertando o plugue com vontade. Respirei fundo, endireitei a postura no salto alto, sacudi o cabelo e dei uma última olhada no espelho.
Caralho… eu estava maravilhosa.
Peitos livres e pesados, mamilos duros apontando pra frente, buceta lisinha brilhando de tão molhada, meias 3/4 subindo pelas coxas grossas e o plugue com a pedrinha rosa piscando entre minha bunda empinada. Perfeita pra ser comida.
Olhei em volta e comecei a murmurar sozinha, voz rouca de tesão:
— Como eu devo estar quando eles entrarem? De quatro?
Seria a mesma posição que o André me pegou daquela vez traindo ele… Porra, seria demais começar assim, mas muito vulgar logo de cara. Decidi então me sentar encostada na cabeceira da cama, pernas recolhidas, joelhos levemente abertos, expondo tudo sem pressa.
Joguei as roupas que não ia usar dentro do guarda-roupa, apaguei a luz do teto e liguei só os abajures, deixando o quarto quente, dourado como se avisasse que ia rolar safadeza ali. Corri de volta pro guarda roupas, passei mais um pouco de creme nas coxas e no decote, borrifei perfume bem no meio dos peitos e entre as pernas. Peguei a calcinha molhada e sequei a buceta de novo, mas o mel não parava de escorrer.
Voltei pra cama, me ajeitei na posição, coluna reta, peitos empinados, pernas encolhidas, o plugue pressionando gostoso toda vez que eu mexia o quadril.
— Tô pronta… — gritei para que eles ouvissem da sala com a voz tremendo de expectativa.
Meu coração batia tão forte que eu achei que ia infartar.
Os dois vieram pelo corredor, passos lentos, vozes baixas misturadas com risos nervosos. Eu ouvia tudo. Sabia que o André estava uma pilha de nervos, por mais que tentasse disfarçar — estava escrito na cara dele. André entrou primeiro no quarto, ainda olhando pra trás pro Daniel que vinha logo atrás. Quando me viu, parou abruptamente, como se tivesse levado um choque. Os olhos dele arregalaram, a boca entreabriu. Daniel, que entrava colado nele, bateu direto nas costas do meu marido sem perceber que ele tinha travado.
— Olha eu causando um acidente de trânsito! — soltei, voz rouca e provocante.
Eles riram, num misto meio nervoso e de puro tesão. Por um segundo os dois ficaram mudos, buscando palavras que não vinham. Instintivamente, as mãos dos dois desceram pro pau, apertando por cima da calça. Olhos brilhando, fixos em mim: peitos nus, mamilos duros, pernas levemente dobradas e o plugue até então escondido das vistas deles.
Eu sentia o olhar deles queimando minha pele, o mel escorrendo devagar pela fenda, o plugue pressionando fundo toda vez que eu respirava.
— Ei… vocês vão ficar aí só me olhando? — minha voz saiu baixa, tremendo de tesão e ansiedade. — Falem alguma coisa, por favor… estão me deixando nervosa pra caralho.
Daniel foi o primeiro a reagir. Deu um passo à frente, olhos descendo devagar pelo meu corpo como se quisesse comer cada pedaço.
— Porra… olha pra você. Meu Deus, que gostosa. Por isso que eu gosto do seu marido — ele falou e depois olhou pro André, provocando.
Daniel, sem tirar os olhos de mim, tirou o tênis com toda calma do mundo, colocando-os num canto. Só me olhava e ria, safado. Tirou a camiseta devagar e deixou ela cair no chão. Enquanto isso, André se movia sorrateiramente pro sofazinho que tínhamos no quarto, na lateral da cama, sentando-se sem fazer barulho.
Daniel tirava a roupa de um jeito casual, mas tudo nele era pura provocação. O corpo jovem ia se revelando aos poucos: ombros largos, peito definido, abdômen seco e marcado. Eu babava só de olhar aquela musculatura toda querendo ser tocada, lambida, arranhada. Ele abriu a calça e eu contemplei o grande volume marcando forte por baixo da cueca. Já estava quase completamente duro, o pau latejando, empurrando o tecido.
Eu não conseguia mais olhar nada no quarto que não fosse aquele pau. Meu cu apertava o plugue sem parar, a buceta babava tanto que o mel escorria pela coxa e molhava o lençol.
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