Capitulo 14
— Tira logo isso, Daniel! — a demora estava me matando.
— Calma… tá com pressa? Seu maridinho não te come direito?
— Até come… mas você é muito mais gostoso e melhor de cama que ele.
Fazer essas provocações ainda doía um pouco no fundo, mas me dava um tesão da porra. Meu clitóris latejava, os mamilos doíam de tão duros.
Daniel não tirou a cueca. Apenas parou na beirada da cama, virou-se pro André com aquele sorrisinho vadio e falou provocativo:
— Aí irmão, olha o truque que eu ensinei pra cadelinha da tua mulher.
Ele olhou pra mim, como se eu fosse um bichinho, e apontou pra cueca.
— Vem, cadelinha. De quatro. Vem e tira a minha cueca sem usar as mãos.
Meu corpo inteiro queimou. O plugue pressionou mais fundo quando eu me mexi. Sem pensar duas vezes, fiquei de quatro em cima da cama, como uma cadela no cio. Com os joelhos afundando no colchão, meias 3/4 roçando nas coxas grossas, bunda empinada bem alto enquanto eu engatinhava devagar pela cama até a beirada, onde ele estava parado.
Quando cheguei perto, o cheiro me acertou como um soco: suor viril, tesão puro, aquele cheiro forte e gostoso de pau duro de homem jovem. Meu nariz roçou no volume quente da cueca. Esfreguei o rosto inteiro ali, sentindo o pau latejar contra minha bochecha, o calor atravessando o tecido. Inspirei fundo, boca aberta, lambendo o ar enquanto mordia o volume grosso com os dentes, esfregando o nariz de cima a baixo, marcando meu rosto com aquele cheiro que me deixava louca.
Daniel segurou meu cabelo com força, puxando minha cabeça pra trás.
— Vira essa bunda pro teu corno ver direito, cadela.
Obedeci na hora. Virei o quadril em cima da cama, empinando ainda mais. André, sentado no sofazinho, tinha visão perfeita: minha bunda redonda bem aberta, o plugue enfiado fundo no cu, a pedrinha rosa brilhando, meu anel apertado pulsando em volta dele, e a buceta inchada pingando fio atrás de fio no lençol. Ele engoliu seco, mão apertando o pau por cima da calça, olhos vidrados de tesão e vergonha.
Voltei pro pau de Daniel. Beijei o volume quente por cima da cueca, lábios molhados pressionando a cabeça grossa. Depois mordi o elástico com os dentes como um animal faminto, puxando pra baixo com força, rosnando baixo enquanto tentava arrancar a cueca só com a boca.
Daniel riu rouco, ainda segurando meu cabelo.
— Isso, sua puta safada. Olha como você fica de quatro pra outro pau na frente do teu marido. Cadelinha desesperada pra chupar rola alheia, né? Puxa logo essa porra, vai. Mostra pro corno como a mulher dele vira cachorra no cio só de sentir cheiro de pau melhor que o dele.
A cueca desceu devagar. O pau grosso saltou pesado e bateu no meu rosto, quente, latejando, cheiro forte invadindo minha boca. Meu cu apertou o plugue com força, a buceta soltou mais um jato quente de mel.
Meu corpo inteiro queimou. O plugue pressionou mais fundo quando eu me mexi. Sem pensar duas vezes, fiquei de quatro em cima da cama, como uma cadela no cio. Salto alto afundando no colchão, meias 3/4 roçando nas coxas grossas, bunda empinada bem alto enquanto eu engatinhava devagar pela cama até a beirada, onde ele estava parado.
Quando cheguei perto, o cheiro me acertou como um soco: suor viril, tesão puro, aquele cheiro forte e gostoso de pau duro de homem jovem. Meu nariz roçou no volume quente da cueca. Esfreguei o rosto inteiro ali, sentindo o pau latejar contra minha bochecha, o calor atravessando o tecido. Inspirei fundo, boca aberta, lambendo o ar enquanto mordia o volume grosso com os dentes, esfregando o nariz de cima a baixo, marcando meu rosto com aquele cheiro que me deixava louca.
Daniel segurou meu cabelo com força, puxando minha cabeça pra trás.
— Vira essa bunda pro teu corno ver direito, cadela.
Obedeci na hora. Virei o quadril em cima da cama, empinando ainda mais. André, sentado no sofazinho, tinha visão perfeita: minha bunda redonda bem aberta, o plugue enfiado fundo no cu, a pedrinha rosa brilhando, meu anel apertado pulsando em volta dele, e a buceta inchada pingando fio atrás de fio no lençol. Ele engoliu seco, mão apertando o pau por cima da calça, olhos vidrados de tesão e vergonha.
Voltei pro pau de Daniel. Beijei o volume quente por cima da cueca, lábios molhados pressionando a cabeça grossa. Depois mordi o elástico com os dentes como um animal faminto, puxando pra baixo com força, rosnando baixo enquanto tentava arrancar a cueca só com a boca. A cueca desceu devagar. O pau grosso saltou pesado e bateu no meu rosto, quente, latejando, cheiro forte invadindo minha boca.
Sem usar as mãos, abri bem os lábios e engoli ele fundo. A cabeça grossa invadiu minha garganta, quente e salgada. Comecei a chupar com tudo, boca molhada, babando sem parar. O som era obsceno: um chupado molhado com alguns engasgos, saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos meus peitos. Eu subia e descia a cabeça rápido, sugando forte, língua girando na cabeça inchada toda vez que ele saía.
Daniel gemia alto, segurando meu cabelo com as duas mãos agora, rebolando o quadril devagar, fodendo minha boca no ritmo que queria.
— Caralho… que boca gulosa… assim, vai… engole tudo, puta… tá tão quente e molhada… porra, que delícia… chupa mais fundo, cadela… isso, tá bom pra caralho!
Ele empurrava mais fundo, rebolando gostoso, fazendo o pau bater no fundo da minha garganta enquanto eu babava inteira, lágrimas de tesão escorrendo pelo canto dos olhos.
André não aguentou. Abriu a calça devagar, puxando o pau pra fora.
Eu tirei o pau de Daniel da boca só um segundo, fio grosso de baba ligando meus lábios à cabeça rosada, e olhei pro meu marido com um sorrisinho safado:
— Quer chupar minha bucetinha, corno? Tá toda molhada pra você…
Daniel riu rouco e puxou meu cabelo com força, enfiando o pau de volta na minha boca até o talo.
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