Capitulo 15
— Não, porra. Deixa de ser vagabunda. Hoje você só vai ter mais um pau se for muito safada. Entendeu?
Fiquei surpresa com a ordem, mas o tesão era tão forte que aceitei na hora. Meu cu apertou o plugue, a buceta latejou ainda mais. Por um segundo pensei que os dois tinham combinado alguma coisa na sala enquanto eu me arrumava… mas foda-se. Não importava agora.
Daniel segurou o pau grosso pela base e começou a bater com ele no meu rosto. Ploc, ploc, ploc. A cabeça pesada estapeava minha bochecha, meus olhos, meu nariz, esfregando pré-gozo quente pela minha pele. Depois ele enfiou de novo com força na minha boca, segurando minha cabeça com as duas mãos.
— Abre essa garganta, cadela.
Ele fodeu minha boca sem dó. Entrava fundo, batia no fundo da garganta, saía babado e entrava de novo. Eu recebia tudo, olhos lacrimejando, saliva escorrendo pelos cantos da boca, descendo pelo queixo e pingando nos meus peitos. Cada vez que ele socava até o talo, meu nariz batia na barriga dele, o cheiro viril enchendo meus pulmões. Meu cu apertava o plugue ritmado, a buceta latejava e soltava mel sem parar. Quanto mais ele me usava, mais molhada eu ficava. O tesão queimava tão forte que eu gemia abafado em volta do pau, vibrando nele.
Daniel gemia alto, rebolando o quadril, fodendo minha cara sem piedade.
— Isso… engole tudo… que garganta gulosa… tá levando rola como uma puta profissional… caralho, que delícia!
De repente ele tirou o pau da minha boca, babado e brilhando, e olhou pro André.
— Aí irmão, a boca que tu beija todo dia tá cheia de gosto de pau de outro homem. É isso que tu gosta, né corno?
Ele deu um tapa leve no meu rosto e mandou:
— Vai lá, putinha. Dá um beijo gostoso nele agora. Deixa ele sentir o sabor.
Fiquei surpresa, piscando rápido, olhando pro André. Meu coração deu um salto, mas o tesão era maior que qualquer vergonha. Sem pensar duas vezes, engatinhei até o sofazinho, de quatro, plugue brilhando na bunda, buceta pingando. Subi no colo dele, segurei seu rosto com as duas mãos e colei minha boca na dele.
O beijo saiu molhado, sujo, cheio do gosto forte de pau de outro homem. Minha saliva misturada com o pré-gozo de Daniel invadiu a boca do meu marido. Eu enfiava a língua fundo, esfregando tudo nele, fazendo ele sentir cada gota salgada, cada vestígio do pau que eu tinha acabado de chupar. André tremia. A boca dele vibrava contra a minha, insegura no começo, depois desesperada, chupando minha língua como se quisesse sugar todo o sabor proibido.
Meu corpo queimava de excitação nervosa. Eu peguei o pau dele, segurei forte, apertando a carne quente e latejante enquanto continuava o beijo sujo. Ele estava duríssimo, pulsando na minha palma.
André soltou um gemido abafado na minha boca, depois riu baixo — um riso perdido, trêmulo, cheio de tesão doentio que incendiou ainda mais a minha buceta. Os olhos dele estavam vidrados, cara de corno manso completamente entregue.
— Ai… amor… — foi tudo que ele conseguiu dizer, voz rouca, quase engasgada.
Eu sorri contra os lábios dele, apertando mais forte o pau do meu marido enquanto o gosto de Daniel ainda dominava nossas bocas.
Voltei pra cama rindo, o ambiente ficando cada vez mais leve e quente. Daniel parecia se divertir pra caralho comandando a cena, todo calmo, todo no controle. Eu estava curiosa pra porra: como um moleque tão novo tinha tanta calma e tanto domínio assim? Ele tinha dito que nunca tinha feito nada do tipo, mas parecia completamente natural. Se dependesse de mim organizar essa putaria, a gente ainda estaria na sala sentada jogando baralho.
— Deixa eu chupar sua buceta, Juliana… deita aqui, deita? Abre a perninha pra mim…
Ele disse com aquela voz rouca, quase carinhosa, e me ajudou com cuidado, as mãos grandes me guiando até o meio da cama. Eu obedeci na hora, deitei de costas, abri bem as pernas e empinei a buceta pra ele, joelhos flexionados, salto alto ainda nos pés.
Daniel se ajoelhou entre minhas coxas abertas, segurou minhas pernas com firmeza e mergulhou a boca quente direto na minha carne molhada. A língua dele era macia, molhada, faminta. Começou lambendo devagar, longa e lenta, da entrada do cu até o clitóris, sentindo o gosto doce e salgado do meu líquido escorrendo. Depois focou no grelo inchado, chupando com força, sugando, girando a língua em círculos rápidos e firmes enquanto apertava o plugue no meu cu com o polegar, empurrando ele mais fundo, girando devagar.
Cada pressão no plugue fazia o silicone grosso roçar lá dentro, mandando ondas quentes de prazer direto pro meu ventre. Meu cu piscava em volta dele, apertando, pulsando, o anel sensível queimando gostoso. O som molhado da boca dele chupando minha buceta enchia o quarto inteiro — o som molhado era obsceno — misturado com meus gemidos cada vez mais altos e desesperados.
Eu não aguentei só receber. Minhas mãos subiram pros meus próprios peitos, apertei eles com força, massageei, belisquei os mamilos duros até doer gostoso, puxando eles pra cima. Meus olhos estavam fixos no André. Meu marido estava sentado no sofazinho, pau na mão, olhos vidrados na cena, boca entreaberta, respirando pesado. Ver ele ali, assistindo outro homem me devorar, me deixava ainda mais molhada, mais safada, mais puta.
Daniel enfiou dois dedos grossos na minha buceta encharcada, curvou eles pra cima e começou a foder meu ponto G com movimentos rápidos e firmes, enquanto a boca não parava de chupar meu clitóris inchado. A pressão era perfeita. O plugue sendo apertado e girado, os dedos me invadindo fundo, a língua sugando sem piedade… tudo ao mesmo tempo.
O prazer subiu rápido, queimando minhas coxas, apertando minha barriga, fazendo meu corpo inteiro tremer violentamente.
— Ahhh… porra… Daniel… tá bom demais… não para…
Gozei forte pra caralho. O orgasmo me acertou como uma explosão violenta. Meu corpo inteiro convulsionou, pernas tentando fechar instintivamente, quadril tentando fugir da boca dele. Mas Daniel segurou minhas coxas com força bruta, não deixou eu escapar nem um centímetro. Continuou chupando e fodendo com os dedos enquanto eu jorrava na cara dele, mel quente escorrendo pelo queixo, pelo pescoço, molhando o lençol inteiro debaixo da minha bunda.
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