Capitulo 16
Eu gritava, arqueava as costas, unhas cravadas nos meus próprios peitos, olhos revirando de prazer. O plugue pulsava no meu cu, a buceta apertava os dedos dele ritmado, como se quisesse sugar tudo pra dentro. Ondas e ondas de prazer me atravessavam, tão intensas que eu quase chorei.
— Comigo tu não goza assim, Juliana — disse André estranhamente satisfeito
— Cala a boca — falei quase sem conseguir com a respiração pesada.
Daniel me puxou de novo pelos tornozelos, arrastando meu corpo suado até a beirada da cama. Com um movimento rápido ele me torceu de lado e me colocou de quatro, bunda bem empinada pra cima, plugue brilhando entre as nádegas.
Sem aviso, ele desferiu uma série de palmadas fortes na minha bunda.
— Menina safada!
Cada tapa estalava alto, queimando a pele. A palma da mão dele acertava forte, deixando a carne vermelha e latejando. Eu sentia o calor subir, a ardência gostosa se espalhando pela bunda toda. Meu cu apertava o plugue a cada tapa, a buceta babava mais ainda.
— Empina essa bunda! Empina mais, porra!
Eu obedeci, arqueei as costas e empinei ainda mais, joelhos bem abertos, bunda alta e oferecida, o plugue piscando pra ele.
Ofegante, olhei pro André e soltei com a voz rouca de tesão:
— Vem, Dedé… vem me comer junto… por favor, amor…
André engoliu seco com o pau na mão e uma cara de perdido.
— Eu… eu não posso… o Daniel não deixa…
Aquilo me deu um calor ainda maior. Virei o rosto pra Daniel, olhos brilhando de putaria:
— Deixa ele me comer também, vai… eu quero os dois…
Daniel riu baixo, safado, e deu mais uma palmada forte na minha bunda já vermelha.
— Se você quiser ser mal comida, pode ficar com o corno do seu marido. Mas se quiser ser bem comida de verdade… fica de quatro aí mesmo e cala essa boca, vadia.
Ele agarrou meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás e falou bem perto do meu ouvido, voz grossa:
— Agora empina essa bunda direito e abre bem pra mim. Hoje quem decide como você vai levar pau sou eu.
Meu cu piscou em volta do plugue, a buceta soltou um fio grosso de mel que escorreu pela coxa.
Daniel segurou meus quadris com força e pincelou a cabeça grossa do pau bem na entrada da minha buceta encharcada.
Eu gemi alto, um gemido rouco que saiu do fundo da garganta. O calor da cabeça dele roçando meus lábios inchados era insuportável. Cada vez que ele passava devagar, de cima pra baixo, meu clitóris latejava e minha buceta apertava o vazio, desesperada pra ser preenchida.
— Ahhh… porra… — soltei, rindo entre gemidos, o corpo tremendo.
Ele apertou o plugue no meu cu com o polegar, girando devagar enquanto continuava brincando na entrada da buceta. A cabeça do pau entrava só um pouquinho, abrindo meus lábios molhados, esticando a entrada sensível… e saía. Entrava de novo, mais fundo dessa vez, só a cabeça, e saía novamente. Cada vez que ele fazia isso, meu corpo inteiro reagia: as coxas tremiam, a barriga contraía, os mamilos doíam de tão duros.
Minha respiração estava pesada, rápida, quase ofegante. O ar entrava quente pelos meus pulmões, saía em gemidos curtos e desesperados. Meu peito subia e descia rápido, pele brilhando de suor, gotas escorrendo entre os peitos e pela barriga.
— Daniel… por favor… — implorei, voz rouca, quebrada. — Me come… me fode logo…
Ele riu baixinho, safado, e continuou o tormento. Apertava o plugue mais fundo, girava, e ao mesmo tempo enfiava só a cabeça do pau, deixando ela ali dentro por alguns segundos, sentindo minha buceta apertar em volta dele, depois puxava tudo pra fora. Eu sentia cada detalhe: o calor da pele dele contra a minha, o cheiro forte de sexo no ar — meu cheiro, o suor, o tesão puro. A ardência gostosa na bunda vermelha dos tapas, o plugue pressionando meu cu por dentro, o pau dele tão perto e ao mesmo tempo tão longe.
Meus olhos estavam semicerrados, fixos nele, depois voavam pro André, que assistia tudo com a boca aberta, pau latejando na mão.
— Por favor… eu tô pingando… me fode, Daniel… me rasga…
Ele segurou minha cintura com mais força, a cabeça do pau parada bem na entrada, pulsando contra meus lábios molhados. Meu corpo inteiro tremia, pele arrepiada, respiração descontrolada. Eu estava a um fio de gozar só com aquela brincadeira cruel.
E ele meteu.
Daniel segurou minha cintura com força e meteu fundo de uma vez, até o talo.
A cabeça grossa abriu caminho e bateu bem no fundo da minha buceta. Eu travei inteira. A buceta apertou ele com tanta força que quase gozei na hora. Um espasmo violento me atravessou, as paredes internas pulsando rápido em volta do pau dele, o plugue pressionando por trás, tudo apertado, quente, latejando. Meu corpo inteiro tremeu, pernas bambas, um gemido rouco e longo escapou da minha garganta enquanto eu sentia o orgasmo querendo explodir.
Mas ele não deixou.
Tirou quase tudo pra fora, bem devagar, deixando só a cabeça dentro, e começou um vai e vem lento, profundo, torturante.
Cada estocada entrava até o fundo e saía quase completamente, roçando em todos os pontos certos. Minha respiração ficou pesada, descontrolada. O peito subia e descia rápido, pele brilhando de suor, gotas escorrendo pela curva das costas.
— Ahhh… caralho… vou gozar… — gemi alto, voz quebrada.
Ele não mudou o ritmo. Continuou devagar, mãos grandes deslizando pelas minhas costas suadas, apertando minha cintura, subindo até os ombros. Cada vez que ele entrava fundo eu sentia o pau dele inchando, quente, latejando dentro de mim, o plugue pressionando por trás, dobrando o prazer.
Eu não aguentei mais ficar parada.
Comecei a rebolar, jogando a bunda pra trás com força, encontrando as estocadas dele. Empinava mais, rebolava em círculos, me jogava pra trás pedindo mais.
— Mais… por favor… mete mais forte… — implorei, voz rouca, quase chorando de tesão. — Me fode direito… eu quero sentir tudo…
Daniel gemeu baixo, apertou minha bunda vermelha e acelerou só um pouco, ainda controlado, ainda profundo, enquanto eu rebolava desesperada, buceta babando no pau dele, plugue latejando no cu, corpo inteiro pegando fogo.
Eu estava completamente entregue, gemendo, rebolando, implorando pra ele me rasgar.
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