Capitulo 17
— Mais forte… Daniel, por favor… me fode de verdade… — minha voz saiu rouca, quase um soluço de tesão.
Ele soltou um riso safado e segurou meus quadris com as duas mãos, dedos cravando fundo na carne. Então meteu de vez. Estocadas longas, brutas, fundo pra caralho. Cada vez que ele batia lá no fundo, o pau grosso roçava no plugue através da parede fina, me enchendo dos dois lados ao mesmo tempo. O som molhado de pele contra pele ecoava no quarto — ploc, ploc, ploc — misturado com meus gemidos altos e o barulho obsceno da minha buceta encharcada.
Meu corpo todo suava. Gotas escorriam pelas costas, entre os peitos, pingavam do meu queixo no lençol. A bunda ardia dos tapas, o plugue pressionava cada vez que ele entrava, e a buceta apertava ele como se nunca quisesse soltar.
Daniel não parou. Segurou meu cabelo com uma mão, puxou minha cabeça pra trás e acelerou, metendo mais forte, mais rápido, o saco dele batendo na minha buceta encharcada.
O orgasmo me acertou como um raio. Meu corpo inteiro travou, buceta apertando o pau dele em espasmos violentos, cu piscando forte em volta do plugue. Gritei alto, sem controle, unhas cravando no lençol, pernas tremendo tanto que quase caí. Jorrei de novo, meu mel escorrendo pelas coxas, pingando na roupa de cama.
Daniel continuou metendo devagar durante o orgasmo, prolongando cada onda, tirando quase tudo e enfiando fundo de novo, me fazendo sentir cada centímetro enquanto eu convulsionava.
Quando o tremor diminuiu, ele puxou o pau pra fora devagar, deixando minha buceta aberta, vermelha, piscando, pingando. A cabeça grossa brilhava com a minha umidade.
Ele deu um tapa leve na minha bunda e falou rouco:
— Vira de lado, safada. Quero que o corno veja direito essa buceta destruída enquanto eu te como de novo.
Eu obedeci, mas meu corpo ainda tremia tanto que precisei pedir um segundo.
— Nossa… essa foi forte pra caralho — falei, respirando ofegante, peito subindo e descendo rápido. — Deita aí. Deixa eu sentar em você.
Daniel me olhou com aquela cara de dominador, sobrancelha erguida.
— Quem manda aqui sou eu. Abre as pernas, barriga pra cima. Anda.
Eu encarei ele de volta, um sorriso safado surgindo nos lábios. Pensei rapidinho e respondi já meio puta:
— Meu filho, baixa a bolinha tá? É só eu não querer e a brincadeira continua sem você.
Apontei pra cama e ordenei, voz firme:
— Deita logo que eu quero sentar.
Daniel não era mais que um garoto. Ele tentou manter a pose, mas obedeceu, deitando com cara de deboche. André riu baixo, pau na mão, e soltou a piada:
— Tá vendo o que eu tenho que aguentar todo dia?
— Cala a boca você também, senão eu boto você pra fora do quarto! — respondi mandona, tentando afastar o cabelo que grudava no corpo suado.
O clima estava leve, gostoso. Ninguém estressado. Depois daquela primeira rodada pesada, a gente tinha relaxado. Ainda era estranho pra caralho estar ali pelada com outro homem na frente do meu marido, mas confesso: era excitante demais.
Daniel se deitou de forma que minha bunda ficaria virada pro Dedé. O safado queria dar a melhor visão possível pro meu marido. Eu tirei os saltos altos, subi nele devagar e peguei aquele pau duro, liso, completamente melado com meu gozo. Encaixei a cabeça grossa na minha entrada e desci devagar.
— Ahhh… porra… — gemi baixo quando ele me abriu de novo.
O plugue no cu ressoava com cada movimento, mandando choques quentes pra cima. Minha buceta ainda sensível do orgasmo anterior apertava ele com força, latejando em volta de cada centímetro. Eu sentia tudo: as veias pulsando, o calor, a grossura me esticando.
Mas eu não sentei só pra sentir prazer.
Eu queria que mostrar para o André, me exibir.
Comecei a rebolar devagar, bem safada, empinando a bunda pra trás, fazendo círculos lentos e fundos pra que André visse tudo: minha buceta engolindo o pau grosso, os lábios inchados esticados, o plugue brilhando entre as nádegas vermelhas.
Olhei direto pro meu marido, voz rouca e provocante:
— Tem certeza que não quer participar, André? Vai mesmo deixar esse moleque mandar na gente? Na sua mulher?
Rebolei mais forte, subindo e descendo devagar, sentindo o pau dele roçar fundo enquanto mantinha os olhos fixos no corno manso que assistia tudo, pau latejando na mão.
— Olha como eu tô gostando… você não quer sentir isso também?
Minha buceta apertava ele a cada descida, o plugue pressionando por trás, meu mel escorrendo pelas bolas dele. Eu rebolava, gemia, me exibia toda, o corpo brilhando de suor, peitos balançando pesados.
— Vem cá, amor… deixa eu fazer um boquetinho em você enquanto eu sento no meu amante. Vem?
André se levantou devagar, ainda meio inseguro, mas obedeceu. Subiu de joelhos na cama e ficou de pé na minha frente, o pau latejando bem na altura da minha boca.
Eu não esperei. Inclinei o corpo pra frente, segurei a base do pau dele com força e engoli tudo de uma vez, até o talo. A boca quente e babada deslizou fundo, garganta apertando em volta da cabeça enquanto eu chupava com fome, sem dó. Subia e descia rápido, babando grosso, saliva escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos meus peitos e no pau do Daniel lá embaixo.
Ao mesmo tempo, comecei a rebolar com força no colo dele.
Descia com tudo, engolindo o pau grosso até o fundo da buceta, depois subia quase tudo e batia de novo, rebolando em círculos rápidos e safados. Minha bunda batia contra as coxas dele com estalos molhados, o plugue sendo empurrado mais fundo a cada descida, mandando choques quentes pelo cu e pela buceta. Eu apertava a buceta com força em volta dele, ordenhando, sugando, molhando tudo com meu mel que escorria sem parar pelas bolas dele.
Chupava o André com vontade, cabeça indo pra frente e pra trás sem parar, garganta apertando, língua girando e pressionando a cabeça inchada, sugando como se quisesse tirar o gozo dele.
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