Capitulo 18
Daniel gemia alto embaixo de mim, mãos cravadas na minha cintura, socando pra cima pra encontrar minhas descidas violentas. Eu rebolava mais rápido, mais forte, quicando com fome, peitos balançando pesados, suor voando do meu corpo.
Mantinha o pau do meu marido bem fundo na boca, chupando com mais intensidade, saliva escorrendo pelo queixo. Os dois paus me preenchendo — um enchendo minha garganta, o outro esticando minha buceta até o limite — me deixavam completamente louca.
Eu gemia abafado em volta do pau do André, vibrando nele, rebolando desesperada no pau do Daniel, buceta apertando, cu piscando no plugue, corpo inteiro pegando fogo.
O que era mais magnífico em tudo aquilo era ouvir os dois homens gemendo pra mim. Dois gemidos diferentes, dois desejos diferentes, só pra mim. Saber que meu corpo estava dando prazer pra eles, que os dois estavam perdidos de tesão por causa de mim… isso me enchia de uma sensação deliciosa de poder e de ser completamente amada e protegida ao mesmo tempo.
Daniel gemia como uma cobra no cio: silvos longos, agudos, quase femininos, daqueles gemidos pornográficos que ele soltava de propósito porque sabia que me deixava molhada só de ouvir. André era mais macho, curto e rouco — soltava uns “ai” baixos, grunhidos graves que saíam do fundo do peito.
“Os homens deviam gemer mais… se soubessem o quanto a gente adora isso”, pensei enquanto rebolava.
Eu não fazia ideia de quanto tempo aquela cena durou. Podiam ter sido minutos ou horas, eu não ligava. Só existia o pau grosso do Daniel me enchendo inteira e o pau do André deslizando quente na minha boca.
Eu rebolava devagar, sentindo cada centímetro dele dentro de mim, apertando a buceta ritmadamente enquanto fazia meu clitóris roçar gostoso na barriga dura e suada de Daniel. Cada giro do quadril fazia a cabeça grossa dele pressionar bem no meu ponto G, e o plugue no cu se encaixava ainda mais fundo, criando aquela pressão tripla perfeita que me deixava zonza de prazer.
Subia devagar, sentindo a buceta se esvaziar quase toda, depois descia até engolir ele inteiro de novo, sentindo as bolas dele molhadas de mel batendo na minha bunda. Ao mesmo tempo chupava o André com calma e fome, língua enrolando na cabeça, garganta apertando, babando tudo enquanto ouvia os dois gemendo pra mim.
Meu corpo brilhava de suor. Os peitos pesados balançavam no ritmo do rebolado, mamilos duros roçando no ar. A buceta latejava, quente, molhada, sugando o pau do Daniel como se nunca quisesse soltar. O gosto salgado do meu marido na língua misturado com o cheiro forte de sexo no quarto me deixava ainda mais louca.
Eu olhava pra Daniel, de boca aberta embaixo de mim, quando uma ideia deliciosamente safada surgiu na minha cabeça. Soltei a boca do meu marido e desci devagar de cima dele. No instante em que ele saiu de dentro de mim, um arrepio quente e profundo me atravessou inteiro, quase me fazendo cair sentada. Minhas pernas estavam dormentes de tanto que eu tinha cavalgado nele com fome.
Ainda não tinha chegado ao prazer máximo… mas eu já sabia exatamente o que queria.
Dei dois tapinhas leves na coxa dele e ordenei, com aquela voz que não admite desobediência:
— Levanta, meu putinho… Quero sentir o gosto do meu amante e do meu marido ao mesmo tempo.
Os dois se puseram de pé na minha frente, duros e retos, como soldados em formação esperando a inspeção. A visão me encheu de um poder que eu nunca havia sentido tão forte. Meu corpo ainda latejava do que tinha acontecido minutos antes, mas agora era diferente. Eu estava no comando. Descobri ali, de joelhos no em cima da cama, que sexo a três não se trata apenas de ter mais estímulos. Trata-se de sensações profundas, de ser adorada, desejada e quase endeusada por dois homens que me olhavam com aquela mistura de desejo e rendição.
Daniel, meu amante, tinha o corpo mais definido, a pele quente e os olhos escuros cheios de urgência. André, meu marido, era mais largo, com aquele olhar familiar que agora carregava um brilho novo de excitação misturada com surpresa. Os dois respiravam pesado, os peitos subindo e descendo, os membros eretos apontando para mim como se suplicassem o toque da minha boca. Eu sorri devagar, sentindo o gosto do poder na língua.
— Olhem só para vocês... — murmurei, a voz baixa e rouca. — Eu acho que eu estou muito bem servida aqui.
Eu me aproximei primeiro de André, meu marido. Minhas mãos subiram pelas coxas dele, sentindo a pele quente e tensa. Segurei a base do pau dele com firmeza, sentindo como pulsava na minha palma. Olhei para cima, direto nos olhos dele, e passei a língua bem devagar pela extensão toda, da base até a cabeça inchada. O gosto salgado e familiar me invadiu. Ele soltou um gemido baixo, os olhos semicerrados, a boca entreaberta. Eu lambi novamente, mais devagar ainda, circulando a cabeça com a ponta da língua, recolhendo a umidade que já brilhava ali.
— Isso... olha para mim — pedi, sem tirar os olhos dele. Minha língua deslizava molhada, deixando rastros brilhantes de saliva ao longo da pele. Eu o tomei na boca devagar, apenas a cabeça primeiro, sugando suavemente enquanto minha mão massageava a base. André gemeu mais alto, a mão dele tremendo ao lado do corpo, resistindo à vontade de segurar minha cabeça.
Do lado, Daniel observava tudo, o pau latejando no ar, uma gota clara escorrendo pela cabeça. Eu me virei para ele sem soltar André completamente, mantendo meu marido na boca enquanto esticava a outra mão e segurava Daniel. Comecei a masturbá-lo devagar, no mesmo ritmo das minhas chupadas. Os olhares dos dois se cruzaram por um segundo, depois voltaram para mim. Eu sentia o poder absoluto.
Troquei. Soltei André com um pop molhado e fui para Daniel. Ele era mais grosso, e eu tive que abrir mais a boca. Passei a língua por baixo, lambendo toda a veia que pulsava ali, sentindo o calor e a umidade da minha própria saliva misturada com o pré-gozo dele. Chupei devagar, girando a língua ao redor da cabeça, sugando com pressão leve. Daniel soltou um suspiro trêmulo, os olhos fixos nos meus, cheios de súplica.
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