Capitulo 19
— Ah! Vaiiiii... — ele murmurou, com a voz rouca.
Eu sorri ao redor dele, sem parar de trabalhar com a língua. Minha boca estava quente, molhada, escorregadia. Saliva escorria pelos cantos dos meus lábios, descendo pelo queixo e pingando no chão. Eu adorava aquilo – o barulho molhado, o brilho, a bagunça. Enquanto chupava Daniel com mais intensidade, minha mão direita voltava para André, masturbando ele no mesmo ritmo. Os dois gemiam quase em uníssono.
Voltei para André. Agora ele estava mais inchado, a cabeça vermelha e brilhando com minha saliva. Eu o engoli mais fundo, sentindo ele tocar o fundo da minha garganta. Meus olhos lacrimejaram um pouco, mas mantive o contato visual. Ele respirava pela boca, o abdômen contraído, as coxas tremendo. Eu sabia que ele estava perto. Acelerei um pouco, sugando com mais força, a língua pressionando por baixo.
André soltou um gemido mais grave, o corpo enrijecendo.
Na hora, parei. Soltei ele completamente, deixando o pau dele balançando no ar, latejando desesperado, uma gota grossa escorrendo. Ele soltou um protesto baixo, quase um lamento.
Eu continuava alternando entre os dois, mudando a intensidade e a pressão da boca de propósito. Chupava ora com calma, a língua deslizando devagar pela pele quente e aveludada, ora com fome, sugando mais fundo até sentir a cabeça pulsar contra minha garganta. Alimentava-me dos gemidos roucos que escapavam deles, do jeito como os corpos tremiam sob minhas mãos. O cheiro de macho enchia o quarto inteiro — suor, pele aquecida, aquele aroma almiscarado de desejo masculino que me deixava ainda mais molhada.
Daniel e André trocavam piadas baixas, quase como meninos no vestiário, mas com um tom carregado de tesão. Daniel insistia em cutucar André:
— Olha só o corno aí, babando enquanto a mulher dele me chupa...
Eu ficava apreensiva por um segundo, imaginando se aquilo não iria longe demais, se o orgulho do meu marido aguentaria. Mas toda vez que Daniel provocava, eu sentia o pau de André pulsar mais forte na minha boca, latejando com uma força quase violenta. A humilhação excitava ele. E excitava a mim também.
Não aguentei mais esperar. Agarrei o pau do André com uma punheta firme, a pele quente e escorregadia da minha saliva deslizando fácil entre meus dedos.
— Amor... você gosta de ver outro homem me comendo? — perguntei, a voz rouca de desejo.
— Gosto, amor... você fica tão gostosa sendo comida — ele respondeu, a voz grossa, carregada de tesão puro.
Eu sorri, maliciosa, e voltei a boca para a glande dele, envolvendo-a toda com a língua quente e molhada enquanto minha mão continuava castigando Daniel com punhetadas lentas e firmes. Daniel olhava a cena divertido, o pau latejando na minha palma.
— E você gosta de ser esculachado com isso? — provoquei, sugando André com mais pressão, quase não deixando ele falar.
Ele soltou um gemido abafado, o corpo inteiro tensionando.
— Sim...
Foi quase um sussurro envergonhado. Uma confissão pesada. Eu senti o pau dele dar um salto forte na minha boca, o gosto salgado ficando mais intenso. A vergonha dele me excitava de um jeito doentio e delicioso.
Eu me afastei, levantei e me deitei no meio da cama, de barriga para cima. Meu corpo estava quente, a pele arrepiada de expectativa.
— Daniel, de joelhos aqui na minha frente — ordenei, apontando o espaço entre minhas pernas abertas. Depois olhei para André. — E você, corno? Deita aqui com a cabeça na minha barriga. Quero que você veja bem de perto a rola dele entrando em mim.
Os dois se entreolharam por um segundo, surpresos com a intensidade do meu desejo. André obedeceu, deitando a cabeça pesada sobre minha barriga macia. Eu comecei a fazer cafuné nele, os dedos deslizando devagar pelos cabelos, quase carinhosos, enquanto Daniel se ajoelhava entre minhas coxas. Daquela posição, meu marido veria tudo: o pau grosso do amante se aproximando da minha entrada molhada, o cheiro forte de excitação, as gotas de suor do outro homem caindo sobre sua pele.
Segurei André pelos cabelos com firmeza, mantendo a cabeça dele exatamente onde eu queria. Ele respirava pesado contra minha barriga, o ar quente roçando minha pele. Daniel posicionou a cabeça grossa do pau na minha entrada, esfregando devagar, espalhando minha umidade. O som molhado e obsceno enchia o quarto.
— Vai se incomodar com o corno tão perto do seu pau? — provoquei Daniel, a voz doce e cruel ao mesmo tempo. — Quem sabe ele não resolve te fazer uma chupetinha enquanto você me fode...
André tensionou o corpo inteiro.
— Ih, sai pra lá, garota... sou homem — protestou, tentando levantar a cabeça.
Eu puxei os cabelos dele com mais força, obrigando-o a ficar ali.
— Shhh... fica quietinho aí, amor. Quero que você veja bem de pertinho. Sinta o cheirinho de buceta assada!
Daniel começou a entrar bem devagar. Centímetro por centímetro. Eu soltei um gemido longo quando ele me abriu, sentindo a textura grossa e quente me preenchendo. André, colado na minha barriga, via cada detalhe: o pau do amante desaparecendo dentro de mim, minha carne rosada esticada ao redor dele, os líquidos escorrendo. O cheiro forte de sexo invadia o nariz dele. Gotas de suor do peito de Daniel caíam na pele do meu marido.
Eu mantinha a mão firme nos cabelos de André, acariciando e puxando ao mesmo tempo, misturando carinho com domínio. Cada estocada de Daniel fazia meu corpo balançar levemente, e André sentia tudo — o impacto, o calor, a umidade que escorria para fora de mim e molhava sua bochecha.
Daniel acelerou aos poucos, as mãos segurando minhas coxas. O som molhado de carne contra carne ecoava. Eu gemia sem vergonha, os olhos alternando entre o rosto envergonhado e excitado do meu marido e o olhar possessivo do meu amante.
A humilhação, o desejo, o poder e a entrega se misturavam em um turbilhão que me consumia inteira.
Entre para comentar
Para participar dos comentários, faça login com a sua conta! É rapidinho!