Capítulo 20
O clima estava pegando fogo, e eu me sentia cada vez mais no meu elemento. Meu corpo inteiro vibrava, molhado de suor e tesão, enquanto Daniel socava fundo e ritmado na minha buceta encharcada. Cada estocada bruta fazia meus peitos balançarem pesados, os mamilos duros roçando o ar quente do quarto. Eu tinha os dedos cravados no cabelo do meu marido, segurando a cabeça dele firme contra minha barriga, obrigando ele a ver tudo de perto.
— Olha bem, corno… — rosnei, voz rouca de prazer. — Olha como o pau dele me abre todinha.
Dedé gemia baixinho contra minha pele, o hálito quente me arrepiando, os olhos vidrados na buceta inchada engolindo o pau grosso do Daniel centímetro por centímetro. Eu não conseguia parar de olhar pra baixo. Era surreal pra caralho: meu marido com a cara colada, vendo outro homem me foder sem piedade, enquanto eu rebolava desesperada, sentindo cada veia daquele pau jovem roçando minhas paredes internas, batendo fundo no ponto que me fazia ver estrelas.
Daniel apertava minha cintura com força, os dedos marcando minha carne, e metia mais fundo, mais rápido, o saco dele batendo molhado contra minha bunda. O plugue no meu cu pressionava junto, criando aquela sensação deliciosa de estar completamente cheia, esticada, possuída dos dois lados. Minha buceta latejava em volta dele, apertando, sugando, escorrendo mel quente que pingava direto na cara do Dedé.
— Porra, Ju… você tá apertando gostoso pra caralho — grunhiu Daniel, acelerando as estocadas.
Eu ri, um riso safado e quebrado pelo prazer, e puxei mais forte o cabelo do meu marido.
— Tá vendo, amor? Tá sentindo o cheiro da minha buceta sendo destruída? — sussurrei, rebolando mais forte, empinando a bunda pra trás pra tomar tudo.
Cada metida me atravessava inteira. O calor subia pela barriga, o clitóris inchado roçando na base grossa do pau do Daniel, os mamilos formigando, as coxas tremendo. Eu me sentia uma puta completa, livre, molhada e insaciável. Nada de vergonha. Só tesão puro correndo nas veias, fazendo meu corpo se arquear e gemer alto, sem filtro.
Daniel agarrou meus peitos, apertando forte, beliscando os bicos enquanto continuava socando. Eu cavei as unhas no couro cabeludo do Dedé, segurando ele ali, forçando ele a assistir cada detalhe: minha buceta vermelha, inchada, babando no pau do outro.
O prazer subia rápido, quente, implacável. Minhas paredes internas contraíam com força, o plugue pressionando, o pau dele batendo sem parar no fundo. Eu estava perto. Muito perto. O corpo inteiro tensionava, as pernas tremendo, a respiração virando gemidos descontrolados.
— Não para… me fode mais forte… vou gozar… — implorei, voz rouca, rebolando como uma cadela no cio.
Daniel obedeceu. Metia com tudo, fundo, rápido, selvagem. E eu explodi.
O orgasmo me acertou como uma onda violenta. Gritei alto, o corpo convulsionando, buceta apertando o pau dele em espasmos fortes, jorrando quente enquanto eu tremia inteira. Dedé sentia tudo contra o rosto: os tremores, o calor, o mel escorrendo. Eu gozei gemendo, rebolando, ordenhando cada gota de prazer daquele pau que me rasgava tão gostoso.
Ainda com o corpo pulsando, olhei pra baixo pro meu corninho e sorri, safada:
— Sua vez de limpar, amor… vem.
Puxei o cabelo do Dedé com força, empurrando a cara dele direto na minha buceta fodida. O pau do Daniel ainda estava meio duro dentro de mim, saindo devagar com um barulho molhado obsceno. Assim que ele saiu, o sêmen grosso e quente começou a escorrer, misturado com meu mel, pingando direto na boca do meu marido.
— Chupa, corno. Lambe tudo que ele deixou dentro de mim — ordenei, voz rouca, empinando a buceta contra o rosto dele.
Dedé gemeu baixo, quase envergonhado, mas obedeceu. A língua quente dele passou devagar pelos meus lábios inchados, recolhendo o gozo do Daniel misturado com o meu. Cada lambida mandava choques direto no meu clitóris sensível. Eu tremia inteira, as coxas apertando a cabeça dele, sentindo o calor da boca dele sugando, bebendo, limpando a bagunça que outro homem fez em mim.
— Isso… assim… engole o leitinho dele, amor. Tá gostoso? — provoquei, rebolando devagar na cara dele, esfregando minha buceta melada em toda a boca e nariz do Dedé.
O prazer era sujo, quente, viciante. Meu corpo ainda pulsava do orgasmo, a pele arrepiada, os mamilos duros latejando. Eu me sentia poderosa pra caralho, completamente puta e livre.
Daniel riu atrás de mim, safado, e deu um tapa forte na minha bunda ainda vermelha.
— Tira o plugue dela, corno. Quero comer esse cu agora.
Meu cu piscou em volta do silicone, excitado com a ideia. Olhei por cima do ombro, voz melosa de tesão:
— Não, Dedé… esse cu é seu. Tira você e me fode primeiro, amor. Quero sentir meu marido me arrombando antes dele.
André levantou o rosto, boca brilhando de porra e mel, olhos vidrados. Respirou fundo, voz baixa e rouca:
— Eu não quero… só quero ver. Quero ver ele te fodendo.
A recusa dele me acertou como um choque direto na buceta. Meu cu apertou o plugue com força, um arrepio gostoso subiu pela espinha. Porra, ele realmente queria só assistir. O tesão me invadiu ainda mais forte, quase insuportável.
— Tá bom então, seu corno manso… — rosnei, me levantando rapidamente e ficando de quatro para o Daniel. — Tira o plugue e abre minha bundinha pra ele, Dedé. Mostra pro moleque como sua mulher gosta de levar no cu.
Daniel não esperou. Empurrou o Dedé de lado e agarrou o plugue, puxando devagar enquanto eu gemia alto, sentindo o silicone grosso esticando meu anel apertado. Quando saiu, meu cu ficou piscando, aberto, faminto.
Daniel cuspiu na mão, passou na cabeça grossa do pau e pressionou contra minha entrada. Eu mordi o lábio, o corpo inteiro tremendo de expectativa, a buceta escorrendo de novo só de imaginar ele me arrombando enquanto meu marido assistia de perto.
— Enfia, Daniel… me fode o cu bem gostoso pra ele ver — pedi, voz quebrada de tesão.
E ele meteu. Devagar no começo, abrindo meu cu centímetro por centímetro, queimando delicioso, me enchendo inteira. Eu gemi alto, unhas cravadas no lençol, sentindo cada veia grossa me esticando, o prazer subindo quente pela barriga, misturando com a humilhação deliciosa de ter meu marido ali, olhando tudo.
Dedé estava sentado ao lado, respirando pesado, pau duro na mão, assistindo o pau do outro desaparecer dentro da minha bunda.