Capítulo 21
Daniel segurou minha cintura com força e empurrou. Devagar no começo, mas a cabeça grossa dele já forçava meu cu apertado, abrindo caminho centímetro por centímetro. Eu soltei um gemido rouco, longo, quase um urro, sentindo o anel queimar gostoso enquanto ele me esticava toda.
— Aaaahhh... caralho... vai devagar... — gritei, cravando as unhas no ombro do Dedé.
Eu estava de quatro, cara a cara com meu marido. Nossos narizes quase se tocando, a respiração dele quente misturando com a minha. Segurei o rosto dele com as duas mãos, olhos cravados nos dele, enquanto Daniel metia mais fundo no meu cu.
Porra... a sensação era insana. Um ardor delicioso que virava prazer pesado, quente, espalhando pela barriga toda. Meu cu pulsava em volta do pau grosso dele, apertando, sugando, sentindo cada veia, cada latejar. Era cheio demais. Esticada ao limite. O plugue tinha sido só um aperitivo — isso aqui era pau de verdade, quente, latejando, me invadindo sem piedade.
— Tá sentindo, corno? — gemi contra a boca do Dedé, quase sem ar. — Tá vendo ele me arrombando?
Daniel deu mais uma estocada, mais fundo. Eu gritei alto, o corpo inteiro tremendo. Me agarrei no pescoço do meu marido, unhas cravadas na pele dele, rosto colado no dele enquanto eu uivava de tesão.
— Aaaaiii... porra... tá tão fundo... tá me rasgando gostoso... aaaahhh!
Cada metida fazia meu cu queimar e latejar ao mesmo tempo. A pressão era louca. Meu ventre contraía, a buceta vazia piscando desesperada, escorrendo mel pelas coxas mesmo sem nada dentro. O prazer subia diferente, mais profundo, mais sujo. Eu rebolava pra trás, empinando a bunda, pedindo mais sem falar nada. Daniel acelerou, socando com força, o saco dele batendo na minha buceta molhada.
Eu gritava sem parar, cara grudada na do Dedé, gemendo na boca dele, mordendo o lábio dele enquanto o pau do outro me fodia o cu sem dó.
— Tá bom demais... tá me enchendo toda... aaaahhh... mais... mete mais...
Meu corpo inteiro queimava. O cu pulsava loucamente em volta dele, as paredes internas apertando forte. De repente o prazer explodiu de um jeito que eu nunca tinha sentido. Sem tocar na buceta, sem nada. Só o pau dele no meu cu me fez gozar como uma puta desesperada.
— Tô gozando... caralho... tô gozando no cuuuu! — gritei, o corpo convulsionando inteiro.
Minha buceta jorrou sozinha, mel escorrendo forte, coxas tremendo violentamente. O cu apertava o pau do Daniel em espasmos fortes, ordenhando ele enquanto eu tremia e gritava contra a boca do meu marido.
Mas ele não parou. Metia cada vez mais forte, mais bruto, batendo fundo com estocadas pesadas que faziam meu cu arder e latejar ao mesmo tempo.
— Para... Daniel... para um pouco... tá muito forte... ai meu Deus... — pedi, voz rouca e quebrada, ainda tremendo do orgasmo, o cu latejando dolorido de tanto tesão.
Daniel soltou um grunhido safado, mas obedeceu. Segurou meus quadris com firmeza e puxou devagar, centímetro por centímetro. Senti cada veia grossa deslizando pra fora, meu anel apertado piscando, aberto, sensível pra caralho. Quando a cabeça inchada saiu com um “ploc” molhado, soltei um gemido longo, quase um suspiro aliviado, o cu queimando gostoso e vazio.
— Porra... descansa um pouco... tô toda aberta — murmurei, caindo de lado na cama, o corpo mole, suado, tremendo.
Daniel se deitou de um lado, Dedé do outro. Fiquei no meio, pernas entrelaçadas, a pele quente dos dois colada na minha. Meu cu pulsava devagar, latejando com o eco da foda bruta, a buceta ainda molhada e inchada escorrendo pelos lençóis. O quarto cheirava a sexo puro: suor, porra, buceta molhada.
Ficamos uns minutos em silêncio, só respirando pesado. Daniel passou a mão na minha coxa, subindo devagar, todo possessivo.
— Caralho, Juliana... gostei pra porra. Você aperta o cu de um jeito que quase me fez gozar na hora — ele falou, voz rouca, rindo baixo.
Eu sorri, ainda ofegante, e virei o rosto pro meu marido. Dedé estava com os olhos brilhando, o pau duro encostado na minha perna.
Daniel olhou pra ele também.
— E aí, André? O que você achou? Curtiu ver sua mulher levando no cu?
Dedé respirou fundo, passou a língua nos lábios ainda melados do nosso gozo e respondeu calmamente:
— Se vocês dois quiserem sair pra foder sozinhos... podem. Eu não me importo.
Pisquei, incrédula, virando o rosto rápido pra ele.
— Tá falando sério?
Senti um calor traiçoeiro subir pela barriga. Meu cu ainda latejava, a buceta deu uma pulsada forte só de imaginar. Pior que eu gostei. Gostei pra caralho da ideia, mas preferi me fazer de indignada.
— Depois a gente pensa nisso... — murmurei, tentando disfarçar, mas a voz saiu mais safada do que eu queria.
André me olhou nos olhos, sério, sem desviar.
— Não precisa pensar. Tô falando sério. Se quiser sair com ele, foder onde quiser, do jeito que quiser... pode. Eu só quero saber depois.
Fiquei olhando pra ele, o coração batendo forte, o corpo inteiro quente de novo. Meu marido me dando carta branca pra ser a puta que eu queria ser. Porra, isso me deixou molhada na hora.
Daniel riu baixinho do meu lado, apertando minha coxa e eu sorri, mordendo o lábio, já imaginando as possibilidades.
— Então tá... a gente vê como vai ser.
Eu ainda estava com o corpo mole, o cu latejando gostoso, a buceta inchada e melada, quando Daniel abriu a boca de novo. O safado não sabia quando se calar.
— E tu já pensou em chamar outras pessoas? Eu tenho uns amigos que topariam na hora...
O quarto caiu num silêncio pesado. Meu cérebro demorou um segundo pra processar. Pisquei, confusa, o coração ainda batendo forte.
— Eu não entendi... tu quer chamar outros caras pra me comer?
Daniel sorriu, aquele sorriso safado de quem já estava imaginando a cena:
— Sim. Se vocês toparem, claro.
André nem hesitou. E soltou com aquela voz calma de corno e rouca de tesão que já estava começando a me incomodar:
— Se ela quiser... eu topo.
Eu me sentei rápido no meio da cama, puxando o lençol pra cima dos peitos como se eles nunca tivessem me visto pelada. Meu rosto queimava de raiva, choque e um tesão traiçoeiro que subia pela barriga mesmo eu não querendo.
— Cês tão pensando o quê? Vocês só podem estar malucos! — explodi, voz alta, olhando pra um e pro outro. — Tá achando que eu sou o que? Buraco de todo mundo agora?