Capítulo 22
Meu cu ainda pulsava, lembrando da rola grossa do Daniel me arrombando há poucos minutos. A buceta traidora deu uma contração forte, soltando mais mel só de imaginar a cena: vários paus duros, mãos diferentes, bocas diferentes me usando ao mesmo tempo. Eu odiava que meu corpo estivesse reagindo assim.
Daniel se apoiou no cotovelo, pau semi-duro balançando, e me olhou com fome:
— Calma, Juliana... só uma ideia. Imagina dois, três caras te comendo enquanto o corno assiste... você ia pirar de tesão.
André ficou quieto, mas os olhos dele brilhavam. Ele não negou. Não disse nada pra me defender. Só ficou ali, olhando pra mim, pau duro de novo.
Eu apertei o lençol contra o corpo, coxas apertadas, sentindo o cu latejar e a buceta piscando junto. Raiva, vergonha e um fogo safado se misturando dentro de mim. Meu corpo traidor já imaginava tudo: bocas chupando meus peitos, paus roçando minha pele, me enchendo por todos os buracos enquanto meu marido assistia.
Respirei fundo, o peito subindo e descendo rápido, os mamilos roçando o lençol fino e ficando duros de novo, traiçoeiros.
— Vocês são doidos... — murmurei, mas a voz saiu fraca, quase embargada de tesão. — Eu vou mijar. Por que vocês não se fodem se olhando se querem tanto ver caras fodendo?
Levantei da cama com as pernas ainda bambas. Andei nua pro banheiro sem olhar pra trás, sentindo o sêmen escorrendo devagar pela minha perna, o gosto salgado de pau ainda grudado na língua.
Fechei a porta, sentei no vaso e soltei tudo. O mijo quente saiu forte, misturado com o resto do que Daniel deixou dentro de mim. Senti o líquido grosso escorrendo, pingando, saindo do meu cu e da buceta enquanto eu ficava ali, olhando pro nada, o corpo ainda vibrando.
— Porra... como eu cheguei até aqui?
Não era arrependimento. Nem um pingo. Meu corpo ainda formigava inteiro. Eu tinha adorado cada segundo, mas era surreal. Meu marido, o Dedé, que era calmo, prático, que nunca demonstrou ciúme na vida, agora me oferecia pra outros caras como se eu fosse uma puta coletiva.
Fechei os olhos e respirei fundo. O cheiro de sexo subia do meu corpo. Peitos pesados, mamilos duros, coxas meladas. Meu cu ainda piscava, aberto, sensível, lembrando da grossura do Daniel me rasgando. E a ideia que ele jogou... outros amigos dele. Mais paus, mãos e mais bocas me devorando...
Senti um arrepio forte subir pela espinha. A buceta deu uma contração involuntária, soltando mais um fio quente.
Levantei da cama com as pernas ainda bambas, o cu latejando gostoso e a buceta inchada pingando o resto da bagunça que os dois tinham deixado em mim. Entrei no chuveiro e abri a água quente no máximo. O jato escaldante desceu pelo corpo, queimando a pele vermelha dos tapas, lavando o suor misturado com porra grossa que escorria pelas coxas. Mas o fogo não apagava, muito pelo contrário, meus dedos desceram sozinhos, fazendo um carinho gostoso no meu clitóris como quem busca conforto. Mordi o lábio com força rindo do gemido que ia soltar, sentindo aquele choque elétrico subir pela barriga toda vez que circulava ele devagar, pressionando.
"Porra, como seria ter mais de um me comendo ao mesmo tempo?" A imagem invadiu minha cabeça enquanto os dedos aceleravam, escorregando na minha própria lubrificação. Dois paus me enchendo, mãos por todo lado, bocas famintas... Meu cu piscou só de imaginar, o corpo inteiro arrepiando apesar da água quente. Eu ri baixinho de mim mesma, puta safada, dois homens me esperando no quarto e eu ali, me tocando como uma adolescente no cio. Os dedos entravam e saíam da buceta, o polegar batendo rápido no grelo, o prazer subindo em ondas quentes que faziam meus joelhos fraquejarem.
Mas aí a realidade bateu.
— Vai devagar, Juliana. Você tá indo rápido demais. Tu se conhece!
A siririca leve parou ali. O corpo, traiçoeiro, começou a sentir as dores: o cu ardendo, a buceta latejando de tanto uso, as marcas vermelhas na bunda. Então, terminei o banho rápido, me enxuguei, sequei o cabelo no secador e vesti um roupão macio que ficava à disposição no banheiro.
Os dois já tinham se vestido. E um por um foram pro banheiro se limpar. O resto da tarde ficou meia esquisita. Eu me sentia a Dona Flor no meio dos dois maridos — um carinhoso e quieto, o outro jovem e dominador. Me incomodava um pouco aquela cumplicidade nova entre eles, como se tivessem virado amigos em vez de rivais. Deviam se odiar. Deviam brigar por mim. Mas não.
Abrimos cervejas geladas, pedimos comida e o papo, claro, virou sobre sexo. Jogamos um jogo idiota de revelações, mas eu e Dedé não tínhamos quase nada pra contar. A gente se conhecia demais, conversávamos sobre tudo, desejos, vontades... nada do que foi dito no jogo era novidade de verdade.
Outro incômodo meu era: e se isso enfraquecesse nossa relação? Ele era um homem bom pra mim, companheiro para qualquer hora. O sexo com ele podia não ser o mais selvagem agora, mas no começo era puro amor, carinho intenso e a gente tinha uma conexão profunda. A rotina tinha matado um pouco disso. Eu queria que Dedé tivesse um pouco daquele ímpeto juvenil do Daniel — aquela fome bruta, pegar sem pedir licença, foder quando dá vontade, sem explicação.
Exemplo perfeito: eu me sentei do lado do Daniel no sofá. Ele não pensou duas vezes. Me puxou com força pro lado dele, me encostando no peito quente, e enfiou a mão pela abertura do roupão sem cerimônia. Dedos grossos apertaram meu peito, acariciando o mamilo ainda sensível e eu tentei fingir indignação:
— Ei, caralho! Tá maluco?
Ele só riu como uma criança mimada e me segurou mais firme, com o braço forte em volta da minha cintura e mão firme me mantendo presa. O olhar inseguro do Dedé, sentado do outro lado, me acertou como um soco de tesão. Aquela mistura de ciúme, desejo e rendição nos olhos dele fez minha buceta pulsar de novo.
Eu gostei.
A tarde seguiu assim, quente, estranha e deliciosamente perigosa com esses pequenos jogos e favores sexuais que eram requisitados, não chegamos a fazer sexo novamente, mas uma chupadinhas aqui e umas mãos bobas rolaram até a hora do Daniel ir embora.
