Capítulo 35
O que Juju estava fazendo era se entregar ao erro, era assim, ela sempre lidava mal com as coisas, eu lembro de uma vez que ela tinha começado a fumar só porque o pai pegou cheiro de cigarro na roupa dela, era como se para se desafiar ela enfiasse o pé na jaca, não faz sentido.
Ela se levantou de repente, os olhos ainda brilhando naquela loucura que eu conhecia bem demais, e veio pra cima de mim de novo. Puxou minha calcinha pelas coxas com força, rasgando um pouco a lateral sem nem ligar, e eu deixei. Não levantei a bunda pra ajudar, mas também não fechei as pernas. Meu corpo inteiro tremia, quente, confuso, mas obedecendo. Ela jogou a calcinha molhada pro canto e subiu em cima de mim, os joelhos dos dois lados das minhas coxas, o corpo dela colando no meu.
Enquanto isso ela começou a falar coisas meio sem sentido, parecendo que conversava consigo mesma, a voz baixa, rouca, como se estivesse tentando convencer alguém que não era eu.
— Se eu tenho tesão na minha irmã, eu fodo ela, simples! A cadela tá sempre querendo e gosta também, qual o problema? — murmurou, os olhos fixos nos meus, mas sem realmente me ver, como se estivesse olhando através de mim. — Sempre olhando, sempre curiosa, sempre molhada... porra, Ju, você me deixa louca...
— Juju? Você tá bem? — perguntei baixinho, a voz saindo fraca, preocupada. Ela estava me assustando de verdade agora, o jeito que falava, o jeito que tremia.
Ela não respondeu. Só desceu o corpo devagar, encaixando a buceta dela na minha, quente, molhada, os lábios se abrindo um contra o outro. Fez uma tesourinha perfeita, os quadris se alinhando, o clitóris dela roçando direto no meu, e começou a rebolar devagar primeiro, testando, depois mais forte, mais rápido. A fricção era elétrica, quente, escorregadia de tanta umidade misturada.
— Vadia... puta ordinária... — ela xingava entre os dentes, a voz saindo rouca, os quadris batendo nos meus com força. — Olha só pra você... gostando de ser fodida pela própria irmã... sua puta...
Mas ao invés de ofender, aquilo me acertou como um choque gostoso. Cada xingamento entrava pela minha cabeça e descia direto pro meio das pernas, fazendo minha boceta pulsar mais forte contra a dela. Eu gostava. Caralho, eu gostava demais. Meu corpo respondia sem pedir licença, os quadris subindo pra encontrar os dela, o clitóris latejando, inchado, roçando no dela a cada movimento. O som molhado enchia o quarto, estalos indecentes, pele contra pele, umidade escorrendo pelas coxas das duas.
— Isso... rebola, sua vadia... — ela continuou, os xingamentos saindo misturados com gemidos, as mãos apertando meus quadris com força, me puxando contra ela. — Mostra que gosta... mostra que quer minha buceta na tua...
Eu gemia alto agora, sem conseguir segurar, as mãos agarrando os lençóis, o corpo inteiro tremendo. A fricção era perfeita, o clitóris dela pressionando o meu, deslizando, pulsando junto. O prazer subia rápido, como uma onda que não dava pra parar. Meu Deus... eu ia gozar assim, só roçando na minha irmã, só sentindo ela me chamar de puta enquanto me fodia.
Juju acelerou, os quadris girando loucos, o corpo suado colando no meu, os peitos roçando nos meus a cada movimento. Ela jogou a cabeça pra trás, gemendo alto, o cabelo grudado na testa.
— Porra... vou gozar... vou gozar na tua buceta, Ju... — ela gritou, o corpo todo tenso.
E veio. O orgasmo dela explodiu primeiro, a buceta pulsando forte contra a minha, contraindo, um jorro quente escorrendo e misturando com o meu. Ela rebolou mais umas vezes, devagar, prolongando, gemendo rouco, o corpo tremendo inteiro. E eu não aguentei. O prazer me partiu no meio, seco e molhado ao mesmo tempo, as paredes da minha boceta apertando o vazio, o clitóris latejando forte contra o dela, o corpo arqueando, as coxas tremendo violentamente. Gozei gritando o nome dela baixinho, "Juju... caralho...", o orgasmo me derrubando, me deixando mole, ofegante, o mundo girando.
Ela desabou em cima de mim, o peito subindo e descendo rápido, o suor pingando no meu pescoço. Ficamos ali, coladas, respirando juntas, o cheiro de sexo forte no ar, a pele quente grudando uma na outra.
Depois de um tempo, eu levantei o rosto devagar, os olhos ainda vidrados, e perguntei:
— Onde você aprendeu a fazer isso, hein?
Ela riu, saindo de cima de mim e se levantando pra ir pro banheiro.
— Eu... sei lá... vi num vídeo uma vez... — murmurei como se aquilo não fosse nada.
Eu me ergui da cama devagar, o corpo ainda mole, tremendo de leve, a buceta latejando com o resto do orgasmo, o cheiro de nós duas grudado na pele e no ar do quarto. Meu coração batia forte, confuso, uma mistura de culpa pesada e um tesão que não ia embora. Juju estava esquisita demais. Aquela coisa violenta, o jeito que ela me xingou, que me fodeu com raiva e desejo ao mesmo tempo... eu nunca tinha visto ela assim. Não era só putaria. Era como se ela estivesse brigando com alguma coisa dentro dela mesma.
Levantei e decidi seguir ela até o banheiro. Precisava continuar a conversa, precisava entender o que diabos tinha acontecido. Meus pés descalços bateram frios no piso, o corpo suado colando no ar da noite. Cheguei na porta do banheiro e parei ali, encostada no batente, olhando pra dentro.
Ela já estava sentada no vaso, as pernas abertas, fazendo xixi. O som do jato quente batendo batendo tímido na água ecoou no banheiro pequeno, um barulhinho normal que, naquela hora, me pareceu estranhamente íntimo. Ela ergueu a mão pra mim, sem olhar direito, tipo um gesto preguiçoso, me chamando pra perto.
Eu me aproximei.
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