Capítulo 36
Quando eu me aproximei dela, senti as mãos dela me puxando pelos quadris com força, os dedos cravando na carne como se quisesse me marcar. Depois as unhas se enterraram nas minhas nádegas, apertando, arranhando de leve, e estranhamente aquilo me deixou excitada demais. Um arrepio subiu pela espinha, quente, rápido, e minha buceta pulsou de novo, mesmo depois de tudo que tinha rolado. Meu corpo ainda estava sensível, latejando, e o toque dela ali, possessivo, bruto, só acendeu tudo de novo.
Ela me virou de costas pra ela, me arreganhando sem cerimônia, as mãos abrindo minhas nádegas enquanto ainda estava sentada no vaso fazendo xixi. O jato quente continuava caindo na água, o som molhado misturando com a minha respiração pesada. Eu sentia o calor dela atrás de mim, o cheiro de sexo e banheiro limpo, tudo subindo pro meu nariz e me deixando tonta. Ela não parou. Enfiou dois dedos de uma vez na minha boceta, ainda molhada e escorregadia do gozo anterior, e começou a meter devagar, curvando eles pra dentro, acertando aquele ponto que me faz ver estrelas.
— Porra, Ju... você tá sempre pronta, né? — murmurou ela, a voz rouca, quase rindo, enquanto os dedos entravam e saíam, o som molhado se misturando ao xixi que que agora fazia som de gotejar.
Eu só conseguia gemer, as pernas tremendo, as mãos apoiadas na parede fria do banheiro pra não cair. Meu corpo se entregava inteiro, o quadril empinando sozinho pra encontrar os dedos dela, pedindo mais. A sensação era absurda: ela ali sentada, mijando, me dedando de pé como se fosse a coisa mais normal do mundo, e eu gemendo baixo, mordendo o lábio pra não gritar alto demais.
Então ela se inclinou pra frente, o rosto colando entre minhas nádegas. Senti a língua dela quente, molhada, lambendo devagar a entrada da minha buceta enquanto os dedos continuavam metendo. Ela chupava minha boceta com vontade, a língua deslizando entre os lábios, circulando o clitóris inchado, sugando de leve depois mais forte, como se quisesse me devorar.
— Caralho... Juju... — gemi, a voz saindo quebrada, as coxas tremendo violentamente.
Ela não respondeu. Só chupou mais fundo, a língua entrando um pouco na entrada, lambendo tudo que escorria, o gosto da minha excitação. O som era indecente: a sucção molhada da boca, os dedos estalando dentro de mim, o jato final do xixi batendo no vaso. Meu corpo inteiro arrepiou, o prazer subindo rápido demais, a barriga contraindo, o clitóris pulsando contra a sua língua.
Eu gozei de novo, rápido, forte, as paredes da boceta apertando os dedos invasores, um jorro quente escorrendo. Gemi alto, a voz ecoando no banheiro pequeno, as pernas fraquejando. Ela continuou chupando devagar, lambendo tudo, prolongando o tremor, até meu corpo amolecer inteiro.
Quando terminou, ela tirou os dedos devagar, lambeu eles na minha frente, os olhos fixos nos meus, um sorriso sacana no rosto molhado. Eu fiquei ali, ofegante, encostada na parede, o corpo suado e trêmulo. Mas ela só deu uma risadinha baixa, limpou a boca com as costas da mão e puxou a descarga.
— Senta aqui. — ela ordenou, a voz baixa, mas firme, como se não tivesse espaço pra discussão.
Ela se levantou do vaso devagar, o corpo ainda brilhando de suor e umidade, e cedeu o lugar pra mim. Eu sentei, sentindo a tábua quente do corpo dela ainda grudada na pele da minha bunda, um calor estranho que subiu pelas coxas e me fez arrepiar. Meu coração batia forte, confuso, o corpo todo sensível depois do que tinha rolado no quarto. Ela ficou de pé na minha frente, as pernas abertas, o pubis quase colando no meu rosto.
— Me chupa! Anda... — mandou, empurrando o quadril pra frente, o cheiro forte subindo direto pro meu nariz.
— Não garota, você tá toda mijada, nem se secou pelo menos — falei, a voz saindo mais fraca do que eu queria, o estômago revirando um pouco.
— Eu mandei você me chupar, garota! — ela cortou, impaciente, a mão já agarrando meu cabelo pela nuca.
Ela se forçou contra mim, o pubis quente e molhado colando na minha boca. Aquilo era nojento, o gosto ocre misturado com o salgado do xixi e o doce da excitação dela, mas eu fui. Aceitei. Abri a boca e deixei a língua sair, lambendo devagar primeiro, sentindo a carne quente e inchada dela contra meus lábios. O gosto invadiu tudo: amargo, quente, proibido pra caralho. Não pensei muito sobre aquilo. Só obedeci.
Ela gemeu alto, uma das pernas subindo e apoiando no bidê ao lado, o corpo se abrindo mais pra mim. As mãos dela entrelaçaram no meu cabelo com força, puxando minha cabeça pra frente, me obrigando a ir mais fundo. A língua deslizou entre os lábios dela, lambendo o clitóris inchado, circulando devagar, depois mais rápido. O som molhado da minha boca trabalhando nela enchia o banheiro pequeno, misturado com os gemidos roucos dela.
— Isso... chupa, sua vadia... — ela murmurava entre os dentes, o quadril rebolando de leve contra minha cara, esfregando o clitóris na minha língua.
Eu suguei mais forte, a língua pressionando firme no grelo, sentindo ele pulsar contra minha boca. Meu próprio corpo reagia de novo, a boceta latejando vazia, o calor subindo pela barriga. Ela tremia, as coxas apertando as laterais da minha cabeça, me prendendo ali.
Então ela se virou de costas, empinando a bunda pra mim, as mãos apoiadas na parede fria do banheiro. A visão era absurda: as nádegas abertas, a buceta lisinha brilhando de saliva e umidade, o cuzinho apertado logo acima.
— Me deda — ordenou, a voz rouca, quase um rosnado.
Eu não hesitei. Enfiei dois dedos de uma vez na boceta dela, sentindo as paredes quentes e molhadas abraçarem eles, apertando forte. Comecei a meter devagar, curvando os dedos pra dentro, acertando aquele ponto que eu sabia que a fazia enlouquecer. Ela gemeu alto, o corpo arqueando pra trás, o quadril empinando mais pra encontrar minha mão.
— Porra... assim... mais fundo... — ela choramingava, rebolando contra meus dedos, o som molhado ecoando no banheiro.
Eu acelerei o ritmo, os dedos entrando e saindo rápidos, o polegar roçando o clitóris dela ao mesmo tempo. Ela tremia inteiro, as coxas contraindo, o corpo todo tenso. Meu braço doía de tanto meter, mas eu não parei. Sentia as contrações dela apertando meus dedos, o calor subindo, o cheiro dela me sufocando.
— Vou gozar... caralho... vou gozar nos teus dedos... — ela gritou rouca, o corpo se partindo.
E veio. A boceta pulsou forte em volta dos meus dedos, contraindo várias vezes, um jorro quente escorrendo pela minha mão, pingando no chão. Ela gemeu longo, trêmulo, o quadril tremendo, as pernas fraquejando. Eu continuei metendo devagar, prolongando o tremor, sentindo cada pulsação dela.
Quando terminou, ela desabou um pouco, apoiando a testa na parede, ofegante. Eu tirei os dedos devagar, eles brilhando de umidade, e fiquei ali parada, o coração martelando, o gosto dela ainda na boca, o cheiro impregnado na pele. Ela virou o rosto devagar, os olhos vidrados, e deu uma risadinha baixa.
— Se vai mijar, mija logo e sai que eu quero tomar um banho. — falou cansada me dispensando.
Eu não estava entendendo nada, mas estava estranhamente gostando daquilo.
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