Capitulo 44

Me ajoelhei rápido atrás dela, larguei o plug e o lubrificante embolados na cama e enfiei a cara ali sem pensar duas vezes. O cheiro dela subiu forte, quente, doce e salgado ao mesmo tempo, aquele cheiro de buceta molhada misturado com suor da sessão de fotos. Minha língua deslizou direto entre os lábios inchados, lambendo todo aquele melado grosso e quente que escorria sem parar. O gosto invadiu minha boca inteira — forte, doce, viciante pra caralho. Eu chupei os lábios dela com vontade, abrindo eles com a língua, depois enfiei mais fundo, sentindo a entrada quente e apertada pulsar contra mim. Subi devagar, lambendo tudo de baixo pra cima até achar o clitóris inchado, duro, latejando. Comecei a chupar ele devagar, sugando com os lábios, a língua fazendo círculos lentos enquanto eu sentia as coxas dela tremendo dos dois lados da minha cabeça.

— Ainnn... garota, não tem tempo, para... — ela gemeu rouca, a voz saindo quebrada, o corpo inteiro tremendo, mas ao mesmo tempo empinando mais a bunda contra minha cara, abrindo mais as pernas como se quisesse me dar tudo.

Eu não parei. Continuei chupando, mais fundo, mais rápido, o som molhado da minha boca enchendo o quarto junto com os gemidinhos dela. Juju esticou o braço, pegou o plug rosa da cama com a mão tremendo e me entregou sem olhar pra trás.

— Enfia... vai... enfia logo — ela pediu, quase choramingando. — A gente tem que voltar pra sala...

Eu peguei o plug, passei um pouco de lubrificante na ponta com os dedos e encostei na entradinha apertada do cuzinho dela. O buraquinho piscou, contraindo de nervoso. Empurrei devagar, girando de leve. Juju soltou um gemido longo, gutural, o corpo inteiro tensionando quando a ponta entrou. Eu continuei empurrando, sentindo o plug deslizar centímetro por centímetro, o cuzinho dela abrindo e engolindo até a base brilhante ficar bem encaixada, a pedrinha rosa brilhando entre as nádegas.

— Caralho... tá dentro... tá todo dentro... — ela gemeu alto, a voz rouca, quase desesperada. — É estranho, mas é gostoso.

Eu voltei a chupar a buceta dela com mais força, a língua batendo direto no clitóris enquanto o plug ficava ali, esticando ela. Juju começou a rebolar contra minha boca, os quadris tremendo sem controle, a bunda empinada balançando. O plug balançava junto com os movimentos dela, brilhando molhado.

— Ai... ai... porra... tá tão cheio... — ela gemia cada vez mais alto, a voz falhando.

Eu enfiei dois dedos na buceta dela sem aviso, metendo fundo enquanto chupava o clitóris sem parar. Juju deu um grito abafado, o corpo inteiro travando de repente. As paredes da buceta apertaram meus dedos com força, pulsando rápido, e ela gozou forte, o gozo quente escorrendo pela minha mão e pelo meu queixo. Ela tremia inteira, as coxas apertando minha cabeça, gemendo meu nome baixinho entre soluços de prazer, o plug ainda bem enfiado no cuzinho piscando a cada contração.

Eu continuei lambendo devagar, prolongando o orgasmo dela até o corpo amolecer todo, ofegante, suado, ainda de quatro na cama. A buceta dela pulsava contra minha língua, o gozo escorrendo quente pelo meu queixo, e eu sentia o plug rosa balançando de leve toda vez que ela tremia. De repente ela se jogou pra frente, desabando de barriga na cama, o rosto enterrado no travesseiro, a bunda ainda empinada com aquela pedrinha brilhando entre as nádegas com a calcinha torta encharutada no rego.

Do lado de fora da porta, Patricia já começou a gritar, a voz afiada atravessando a madeira:

— Suas piranhas, vocês não tão transando aí não né? Demora tanto pra enfiar um troço desse no cu?

A gente levantou como se nossa mãe tivesse prestes a abrir a porta e pegar a gente no flagra. Juju pulou da cama, o plug ainda enfiado, correndo pro espelho pra se ajeitar o cabelo bagunçado e limpar o suor do rosto. Eu peguei o plug preto, passei mais lubrificante e me virei de costas pro espelho também.

Eu esperava muita dor. Tava preparada pra arder, pra queimar, pra doer pra caralho. Mas não. Quando eu empurrei devagar, a ponta entrou fácil, só um incomodozinho estranho, quente, como se meu cuzinho estivesse sendo esticado de um jeito que nunca tinha sido. Respirei fundo, empurrei mais um pouco... e de repente ele encaixou inteiro. A base ficou bem encostada, a pedrinha fria contra minha pele. O primeiro desconforto passou rápido, e logo veio outra coisa: uma sensação cheia, pesada, gostosa pra porra. Era como se tivesse algo vivo dentro de mim, pressionando de dentro pra fora, fazendo minha buceta latejar mais forte ainda. Cada movimento que eu fazia, o plug apertava lá dentro e mandava um choque direto pro clitóris. Meu Deus... tava bom demais.

— Já tamo saindo! — gritamos quase em coro, rindo uma pra outra como duas idiotas que tinham acabado de fazer uma grande travessura.

Quando terminamos de nos ajeitar — cabelo e calcinha de volta no lugar, o plug bem firme dentro de cada uma — voltamos pra sala achando que ninguém ia imaginar o que a gente tinha acabado de fazer.

Mas claro que todos sabiam.

Patricia olhou pra gente com aquele sorrisinho de quem não é boba, o Pedro ergueu uma sobrancelha e deu um risinho baixo, e a menina da maquiagem nem disfarçou o olhar curioso. Nesse tipo de trabalho, todo mundo sabe quando duas meninas saem do quarto com a cara vermelha, o andar meio estranho e o cheiro de sexo ainda no ar.

— Demoraram, hein? — Patricia falou, já voltando pra câmera. — Agora abre as pernas direito que eu quero ver esses plugs brilhando nas fotos.

Juju e eu nos olhamos de canto, o plug apertando gostoso lá dentro a cada passo, e sentamos no sofá de novo, as pernas tremendo de leve. Minha irmã tentou fazer um espetáculo reclamando um pouco mais, mas ela não estava convencendo nem a ela mesma.

— Ju, de quatro com o rabo pra cá e abaixa a calcinha até a metade. A gente começa daí, faz o movimento e para.