Capitulo 45
Olha, quem é mulher sabe: mostrar o peito é bem mais tranquilo que mostrar a buceta, e mostrar a buceta e o cu de quatro então... eu não sei explicar, mas rola uma escala de vergonha enorme. Mas eu fiz sem nem querer pensar. Na verdade eu tava gostando mais do que eu deveria, e a culpa que isso me dava era estranha, porque eu sentia culpa de não ter culpa e nessa confusão eu ia fazendo, sentindo e culpada, gostando demais daquilo. Fiz o que ela mandou e parei na posição: de quatro no sofá, joelhos afastados, bunda empinada, calcinha abaixada até o meio das coxas, o plug brilhando bem no meio da minha bunda.
— Porra de buceta babada... Vanessa, limpa ela ali e desenrola a calcinha por favor.
Eu gelei quando ouvi o nome. Vanessa. Pela primeira vez eu prestei atenção de verdade na menina. Ela veio rápido, com um lenço umedecido na mão, se ajoelhando atrás de mim. Meu corpo inteiro travou. Eu não esperava que alguém fosse me tocar ali, ainda mais com o plug enfiado e tudo escorrendo.
Vanessa posicionou a mão com cuidado, segurou a calcinha enrolada nas minhas coxas e puxou devagar pra baixo, desenrolando o tecido molhado. Depois passou o lenço úmido nos lábios da minha buceta, limpando o excesso de tesão que escorria. O toque foi leve, mas quando o pano frio encostou bem no canto, roçando de leve na entrada e no clitóris inchado, meu corpo deu um choque elétrico. Minhas coxas tremeram forte, a buceta contraiu sozinha em volta do nada, e eu soltei um gemidinho involuntário, quase um miado.
— Eita, calma mulher... que tesão é esse? — ela falou baixinho, surpresa, mas com um sorrisinho no canto da boca.
Todo mundo riu. Patricia, Pedro, até a Juju soltou uma risadinha. Eu fiquei sem graça pra caralho, o rosto queimando, querendo sumir dentro do sofá. Meu Deus, eu tava ali de quatro, calcinha na metade da coxa, plug no cu brilhando, buceta babada sendo limpa por uma menina que eu nem conhecia direito, e ainda gemendo como uma vadia no cio.
Vanessa continuou explicando, a voz calma e profissional enquanto ajeitava minha posição:
— Empina mais esse rabinho, Ju... isso, arqueia a lombar. A calcinha tem que ficar assim, enroladinha nas coxas, marcando mas sem esconder tudo. E abre mais as pernas... deixa o plug aparecer bonito na foto.
Cada toque dela, cada ajuste na minha bunda ou na calcinha, fazia meu corpo gritar. O plug apertava lá dentro, a buceta latejava pedindo mais, e eu só conseguia pensar que eu tava gostando demais dessa humilhação toda. A culpa batia forte, mas o tesão batia mais forte ainda.
Eu mordi o lábio com força, tentando não gemer de novo, enquanto o flash da câmera estourava sem parar.
Juju, vai ali agora, abre a bunda da sua irmã e faz como se tivesse dando uma linguada, mas sem encostar a língua, tá? Deixa que a pessoa que tá vendo a cena imagine a continuação. E você, Ju, olha pra câmera, nem precisa fazer caras, porque essa sua cara de quem tá com tesão tá ótima.
Eu gelei.
Juju não hesitou. Veio por trás de mim, ainda de quatro, e colocou as duas mãos nas minhas nádegas. Os dedos dela eram quentes, firmes. Ela abriu minha bunda devagar, bem devagar, separando as carnes até o plug rosa ficar completamente exposto e minha buceta babada ficar aberta pra todo mundo ver. O ar frio bateu direto na pele molhada e eu estremeci inteira.
Ela se inclinou. O rosto dela ficou a poucos centímetros. Eu sentia o calor da respiração dela batendo bem no meu cuzinho e na entrada da buceta. O cheiro dela subiu forte — aquele cheiro de pele quente, suor e buceta molhada misturado com o perfume doce que ela usava. Meu corpo inteiro reagiu como se tivesse levado um choque. O plug apertou lá dentro, minha buceta contraiu sozinha, soltando mais um fiozinho grosso de tesão que escorreu pela coxa.
— Assim, Paty? — Juju perguntou baixinho, a voz rouca, e eu senti o ar quente da boca dela roçando direto no meu grelo inchado.
Eu não consegui responder. Meu clitóris latejava tanto que doía. Cada vez que ela respirava, o ar quente batia ali, fazendo meu corpo todo tremer. Eu queria desesperadamente que ela encostasse a língua. Queria que ela lambesse tudo, que enfiasse a boca inteira, que chupasse meu clitóris enquanto o plug ficava preso no meu cu. A vontade era tão forte que eu quase subi pra trás, quase sentei na cara dela ali mesmo, na frente de todo mundo, esfregando minha buceta molhada na boca da minha própria irmã até gozar.
Mas eu não podia. Só fiquei ali, de quatro, olhando pra câmera com a cara que eu nem conseguia controlar — olhos semicerrados, boca entreaberta, respiração curta e rápida. O suor escorria pelas minhas costas, pingando no sofá. Meu coração batia tão forte que eu sentia na garganta. O plug pressionava lá dentro a cada respiração, e a buceta pulsava, vazia, pedindo pra ser preenchida.
Juju abriu mais minha bunda, os polegares bem perto da entrada, quase tocando, mas sem tocar. A pressão dos dedos dela era insuportável. Eu sentia o calor do rosto dela, o ar que saía da boca dela roçando direto no meu cuzinho apertado em volta do plug, depois descendo até a buceta aberta. Era tortura. Uma tortura gostosa pra caralho.
Eu queria virar, subir em cima dela, sentar na cara dela e rebolar até não aguentar mais. Queria sentir a língua dela me invadindo enquanto eu olhava pra câmera e gozava. A vontade era tão forte que minhas coxas tremiam sem parar, os joelhos quase cedendo.
Patricia clicava sem parar.
— Isso... perfeita... olha essa cara de puta no cio... continua, Juju, abre mais... deixa a câmera ver tudo.
Tudo foi indo com a graça de Deus, eu já estava ficando bem mais solta. Hoje não tinha sexo envolvido de verdade, a ideia era vender nós duas aos poucos pro público, criar aquela tensão devagar, então as fotos eram mais sensuais, eróticas mesmo. E o que mais me chamou atenção foi como a Paty sabia exatamente o que estava fazendo. Ela não pensava, mandava a gente mudar de pose o tempo inteiro, fazia isso e aquilo sem pestanejar, como se já tivesse tudo na cabeça.
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