Capitulo 49

Eu ainda estava de calcinha enrolada nas coxas e um topzinho fino. Cada beijo dele mandava choques direto pro meu clitóris. O plug pressionava lá dentro a cada respiração, e eu sentia o cuzinho pulsar em volta dele. A insegurança batia forte — “o que eu tô fazendo? ele tá vendo tudo, ele tá sentindo o cheiro da minha buceta molhada” —, mas o tesão era maior, me deixando mole, tremendo, escorrendo sem parar.

Ele parou bem atrás do plug. Segurou a base com dois dedos e puxou de leve, bem devagar, só o suficiente pra esticar o anel do meu cuzinho. Soltei um gemidinho involuntário, o corpo inteiro tremendo.

— Tá seco aqui dentro... — murmurou ele, a voz rouca contra minha pele. — Por isso tá queimando.

O som do tubinho sendo aberto foi indecente. O gel frio tocou minha pele quente ao redor do plug. Ele espalhou devagar, circulando a base com o dedo, pressionando de leve. Depois começou a mover o plug em círculos lentos, empurrando um pouco pra dentro e puxando um pouquinho pra fora, lubrificando tudo lá dentro. A sensação era insuportável — o silicone deslizando, o gel frio contrastando com o calor, o plug girando e esfregando pontos que me faziam ver estrelinhas.

Eu sentia todo o toque. Ele respirava de propósito, assoprando levemente minha buceta que piscava sem parar, o ar quente batendo direto no clitóris inchado e latejante, fazendo ele pulsar como um coração fora do lugar. Eu não conseguia me controlar, os gemidos pulavam da minha boca, altos, roucos, meio que não consentidos, misturados com a coisa do trabalho, dele ser um colega de job, tudo se somando e deixando a coisa ainda mais excitante pra mim.

Ele, sem pedir permissão e nem precisava, espalmou a mão na minha buceta por fora. A palma rustica roçou a pele molhada, quente, inchada, e ele começou com um movimento leve, preciso, quase um carinho, pra depois voltar bruto, como se os dedos quisessem cortar a carne. Eu senti cada detalhe: o calor da mão dele queimando minha pele, os calos raspando nos lábios inchados, os dedos abrindo eles devagar e depois apertando com força, espremendo minha buceta toda. Um choque elétrico subiu pela minha barriga, minha buceta latejou forte, contraindo e soltando um fio grosso e quente de tesão que escorreu pela coxa até o joelho. Meu cuzinho apertou o plug com violência, mandando outra onda de prazer pro clitóris que me fez ver estrelinhas. Eu gemi alto, quase um grito abafado, e sem perceber fui me abrindo cada vez mais, empinando a bunda pra ele como uma vadia desesperada, rebolando de leve contra a mão dele.

A culpa e o juízo às vezes vinham me atormentar enquanto eu estava naquela situação — a imagem do meu pai no hospital, as contas, a moral que eu sempre tive —, mas nem isso fazia meu tesão ir embora. Pelo contrário, a culpa tornava tudo mais forte, mais sujo, mais gostoso, como se eu estivesse traindo tudo que eu era e amando cada segundo.

Quando o último toque dele — um dedo deslizando devagar pela minha entrada encharcada, roçando o plug por fora e pressionando o clitóris inchado com a palma — me fez quase chorar de prazer, eu tremi inteira, as pernas fraquejando, a buceta contraindo tão forte que senti um jorro quente escorrendo, o corpo inteiro convulsionando num orgasmo seco e profundo que me deixou mole, ofegante, com lágrimas nos olhos.

...Eu estava pegando fogo. Completamente entregue.

Ele não esperou mais. Sem pedir, sem aviso, enfiou um dedo devagar na minha buceta encharcada. Logo no primeiro contato, no primeiro centímetro que ele tomou espaço dentro de mim, eu senti um pré-orgasmo me atravessar como uma onda quente e violenta. Meu corpo inteiro contraiu forte, a buceta apertando o dedo dele com tanta força que quase o prendeu, um tremor profundo subindo da base da coluna até a nuca, fazendo meus olhos revirarem. Soltei um gemido longo, quase um soluço rouco, os joelhos tremendo no sofá.

Ele foi lento no começo, empurrando fundo, tomando cada espaço, sentindo minhas paredes quentes, molhadas e inchadas abraçarem ele como se não quisessem soltar. Depois tirou quase tudo e enfiou de novo, até o fundo, algumas vezes, ritmado, profundo, cada estocada fazendo o plug no meu cu se mover junto, pressionando por dentro, como se os dois estivessem se encontrando lá no meio e me fodendo ao mesmo tempo. Eu sentia tudo duplicado — a buceta cheia, o cuzinho esticado, o prazer vindo de dois lados ao mesmo tempo, me rasgando por dentro.

Depois ele mudou. Começou a fazer movimentos de abrir, os dedos separando minhas paredes devagar, circulares, leves, explorando. Não era exatamente no ponto G... parecia que, em vez de tocar ele, estava estimulando o plugue por dentro, empurrando ele contra as paredes finas que separavam os dois buracos. O incomodo era gostoso pra caralho, um alongamento que queimava leve e virava prazer puro, cada círculo fazendo o plug girar e pressionar mais fundo, esfregando tudo lá dentro.

Eu gemia sem controle, o rosto enterrado no sofá, a bunda empinada tremendo. A insegurança ainda batia — “e se a Juju sair do banho agora e nos pegar assim?” —, mas isso só deixava tudo mais intenso. O cheiro de sexo enchia o ar, suor, lubrificante, minha buceta pingando tanto que escorria pelas coxas. Meu clitóris latejava inchado, a buceta contraindo em ondas cada vez mais fortes.

De repente o orgasmo ameaçou me acertar como um soco. Começou fundo, no ponto onde o dedo dele e o plug se encontravam, uma bola de fogo que cresceu pra fora, fazendo minha buceta apertar o dedo dele com violência, pulsando forte, quase jorrando. Meu cuzinho apertou o plug tão forte que eu senti ele latejar dentro de mim, o corpo inteiro convulsionando, as pernas cedendo, um grito abafado saindo da minha boca enquanto eu tremia descontrolada, lágrimas nos olhos, a visão piscando. O prazer veio em camadas — seco, molhado, profundo, superficial —, me partindo ao meio...

Mas ele parou.