Capitulo 50
Abruptamente tirou os dedos de dentro de mim, me negando o orgasmo na hora mais gostosa. Eu soluçava, o corpo inteiro latejando, tentando reclamar. Olhei pra ele com os olhos arregalados de espanto e indignação pura. Tirei os cabelos suados do rosto, a boca entreaberta, querendo dizer “seu viado de merda, filho da puta, eu ia gozar loucamente, por que você parou?”, mas da minha boca só saiu um gemido fraco e quebrado:
— Não... por favor...
Ele veio até mim, me beijou um beijo salgado de suor, curto e molhado. Eu mal senti sua boca.
— Você goza só se eu quiser... tá bem? — perguntou com uma maldade tamanha que parecia até um carinho.
Ele tirou de vez minha calcinha que agora me atrapalhava nos joelhos e me abriu mais. Eu estava completamente de cara agora, torta no sofá com o rosto enfiado no estofado, bunda empinada, plug brilhando. Ele me enfiou dois dedos novamente, agora com eles virados pro meu clitóris, e a boca sem cerimônia me tocou, chupando sem dó nenhum.
A língua dele era quente, molhada, faminta. Ele começou lambendo tudo, de baixo pra cima, passando pelos lábios inchados e escorregadios, sugando o mel que escorria sem parar, depois subiu pro clitóris e chupou forte, circulando com a ponta da língua enquanto os dedos metiam fundo, curvados, esfregando tudo lá dentro. Cada chupada era longa e deliciosa — ele sugava o grelo inteiro pra dentro da boca, apertava com os lábios e soltava com um estalo molhado, depois voltava a lamber devagar, saboreando, a língua plana e quente passando devagar pelo clitóris inchado. O plug no meu cu balançava com os movimentos, pressionando por dentro, fazendo o prazer vir de dois lados ao mesmo tempo.
Eu gemia alto, rebolando contra a cara dele, o sofá rangendo. Tava quase, tava quase gozando de novo... mas quando meu corpo começava a tremer, as coxas apertando a cabeça dele, ele diminuía o ritmo na hora, só lambendo devagar os lábios externos, e apertava o plug com o dedo, girando ele devagar, estimulando o cuzinho e negando o orgasmo. O prazer recuava, deixava só uma bola quente latejando, me fazendo choramingar e implorar.
— Por favor... Pedro... eu tô quase... não para...
Ele ria baixinho contra minha buceta molhada, o ar quente vibrando no meu clitóris, e voltava a chupar mais forte, a língua batendo rápido, os dedos metendo fundo e rápido, o som molhado enchendo a sala. Meu corpo subia de novo, as pernas tremendo, a barriga contraindo, o pré-orgasmo me fazendo ver estrelas... e ele parava outra vez. Tirava a boca, só deixava a língua roçando devagar, e apertava o plug com mais força, empurrando ele mais fundo, girando, me mantendo no limite, tremendo, suando, desesperada.
Ele fazia isso várias vezes — me levava até a beira, me negava, me trazia de volta, apertava o plug, chupava devagar, metia os dedos só um pouco, sempre controlando. Cada negação deixava meu corpo mais sensível, mais desesperado. O cheiro de sexo estava forte, minha buceta pingando no sofá, o plug brilhando de lubrificante e tesão. Eu tava no limite, o corpo todo tremendo, a mente vazia, só querendo gozar. Mas ele não deixava. Segurava o orgasmo na palma da mão, brincando comigo, me negando até eu virar uma bagunça molhada e desesperada.
Sem tirar os dedos de dentro de mim e a boca do meu clitóris, ele puxou o plugue para fora devagar. O vazio me preencheu de repente, deixando um sentimento estranho, um formigamento esquisito e quente que se espalhou pelo cuzinho aberto, mas era tão gostoso que eu soltei um gemido longo, quase um soluço. Meu buraco piscava, latejando, sentindo o ar fresco onde antes estava cheio.
Ele soltou a boca, mas não os dedos, e voltou agora com o tubo. Senti o gelado escorrer direto pra dentro de mim, frio contrastando com o calor do meu cuzinho coitado, que devia estar todo aberto, esticado, sensível. O lubrificante escorreu lento, misturando com o meu tesão, pingando. Ele jogou o tubo de lado, e então eu ouvi o barulho de cinto e calça se abrindo e só fechei os olhos, o coração disparado.
Eu sabia o que viria em seguida.
Só a ideia foi o suficiente pra fazer meus seios arderem. Eu me tocava neles, rodeando os mamilos com os dedos e esfregando forte, num gesto de prazer que eu provocava em mim mesma. Naquele momento vazio enquanto ele se preparava, eu olhava ao redor sem entender onde estava, leve e ausente do mundo, só querendo.
Ele veio de novo por trás, em pé. Com a atitude de homem que não pede, senti seu pau duro me tocar. A cabeça grossa e quente esfregou devagar no meu cuzinho aberto, descendo depois até a buceta encharcada, espalhando lubrificante e meu mel, roçando o clitóris inchado com pressão. Ele fazia movimentos lentos, pra cima e pra baixo, esfregando o pau inteiro entre meus lábios e o cuzinho, a veia grossa pulsando contra mim. Cada passada me fazia tremer, a buceta contraindo, quase gozando de novo só com aquela fricção quente e pesada.
Mas ele não deixava. Quando eu começava a rebolar mais rápido, as coxas tremendo, ele diminuía o ritmo, só encostando a cabeça do pau na entrada da buceta, parando ali, me negando. Eu choramingava, empinando mais, implorando com o corpo, mas ele só ria baixinho e voltava a esfregar devagar, torturando, me mantendo no limite.
A cabeça grossa e quente do pau dele encaixou na minha entrada, parando ali uma eternidade. Eu olhei pra trás, ofegante, e vi o homem parado, o peito subindo e descendo, os olhos fixos na minha bunda empinada. Eu não percebia, mas ele acariciava minha bunda devagar, as mãos grandes apertando a carne, espalhando o lubrificante que escorria. Era tanto estímulo que eu mal sentia as mãos dele — só o calor, a pressão, a ameaça do pau ali, roçando a entrada da minha buceta encharcada.
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