Capitulo 51
De repente um dedo dele entrou direto no meu cuzinho, me fazendo quase gritar. A dor veio rápida, queimando, mas quando eu me tranquei toda, mordendo o dedo dele sem querer, a dor meio que foi embora e me deixou na paz do prazer mais sujo.
— Shhh... shhhh... calma, relaxa... — ele murmurou, a voz rouca e baixa.
O pau ainda estava parado na entrada da minha buceta, me ameaçando, a cabeça grossa pressionando os lábios inchados, abrindo eles devagar. Eu sentia cada veia, cada pulsação dele ali, quente, latejante.
— Enfia, por favor... não seja mal — implorei, a voz tremendo.
Ele fez um movimento atrás que me revirou a barriga inteira, enfiando os dois dedinhos no meu cu, girando devagar, fazendo tudo queimar de um jeito gostoso e dolorido ao mesmo tempo. O plug já tinha aberto o caminho, mas os dedos dele eram mais grossos, mais reais, esticando tudo.
— Pede, Ju. Implora.
Eu chorava quase, as lágrimas escorrendo pelo rosto suado.
— Me come...
— Não. Eu quero sujo, vulgar.
— Mete em mim... mete? — Tentei, da forma mais sem graça possível.
Ele deu um tapa forte na minha bunda que ecoou alto na sala. A pele ardeu na hora, quente, latejando. Depois apertou a mão em cima, como se tivesse o poder de acalmar a dor da palmada. E falou zangado, com a voz grossa:
— Eu disse que eu quero sujo. Que nem puta, piranha, vadia... tudo que você julga errado. Anda...
— Não me bate... eu não gosto... — eu só não sabia que não gostava ainda.
Ele enfiou os dedos mais profundamente no meu cu, dando uma leve girada como quem cutuca uma ferida, e o pau entrou um pouco mais, me fazendo ganir de dor e prazer misturados.
— Cala a boca e faz o que eu mandei. Anda...
Eu respirei fundo, o corpo inteiro tremendo, e tentei.
— Fode sua puta... fode? Me arromba, caralho...
Dizer essas palavras foi algo arrebatador. Foi como se eu tivesse jogado fora uma tonelada acumulada de anos de repressão. A culpa, a moral, tudo queimou junto com o tesão. E ele pareceu satisfeito com isso.
Ele meteu.
Com tudo.
O pau dele entrou fundo de uma vez, abrindo minha buceta inchada, esticando tudo. Eu gritei contra o sofá, o corpo inteiro arqueando, a buceta contraindo violentamente em volta dele. Os dedos dele atrás, grossos, quentes, rasgando. Cada centímetro que entrava me fazia ver estrelas, a dor misturando com um prazer tão forte que eu quase gozei na hora.
Ele não parou. Segurou meus quadris com força e começou a meter fundo, ritmado, o som molhado dos nossos corpos ecoando na sala. Cada estocada fazia meus seios balançarem, os mamilos roçando no tecido do top, e eu me tocava neles, apertando, beliscando, gemendo alto.
— Isso... assim... sua puta... — ele rosnava, metendo mais forte.
O pau dele me invadia, socando forte, duro, rígido. Ele não estava indo devagar nem sendo carinhoso — era bruto, urgente, como se tivesse segurado o tesão a tarde inteira só pra me foder assim. Cada estocada entrava fundo, abrindo minha buceta inchada, a cabeça grossa batendo lá no fundo e voltando quase toda, só pra meter de novo com força. O som molhado dos nossos corpos ecoava no apartamento inteiro — estalos altos, obscenos, pele contra pele, meu mel escorrendo pela coxa toda vez que ele saía. Eu já fui comida por outros caras assim antes, e não foi bom. Na hora lembrei do Vitorino, rico e bonito, um charme de pessoa, mas era frio demais, mecânico. Pedro não. Pedro tinha pegada, força, fome. E eu queria que ele fosse mais forte comigo, queria que doesse gostoso, queria que ele me arrombasse.
Eu tentava segurar os gemidos pra os vizinhos não escutarem, mordendo o braço, o travesseiro, mas era impossível. Minha irmã do banheiro com certeza já tinha ouvido — os gritos abafados, o sofá rangendo, o tapa ecoando. Cada vez que ele metia, meu corpo inteiro balançava, os seios roçando no top, os mamilos duros doendo de tesão. Os dedos no cu não me incomodavam mais, só aumentava o prazer.
— Isso... toma... sua puta... — ele rosnava baixo, segurando meus quadris com força, os dedos cravando na carne.
Eu gemia alto, rebolando contra ele, empinando mais a bunda pra sentir cada centímetro grosso entrando e saindo. O prazer subia rápido, violento, a buceta apertando o pau dele, latejando, o clitóris inchado roçando na base a cada estocada. Tava quase... tava quase...
E quando o orgasmo me acertou de verdade, eu gozei gritando.
— Aaaahhh... caralho... Pedro... tô gozando... — o grito saiu alto, rouco, descontrolado, meu corpo inteiro convulsionando, a buceta apertando o pau dele com força, jorrando quente, molhado, escorrendo pela coxa dele. As pernas tremeram tanto que quase cederam, lágrimas escorrendo, a visão piscando, o prazer me partindo ao meio enquanto eu tremia inteira.
Foi exatamente nesse momento que a porta do banheiro abriu.
Minha irmã parou ali, enrolada na toalha, o cabelo molhado pingando no chão, e olhou a cena: eu de quatro no sofá, bunda empinada, sendo fodida por trás por Pedro, gozando alto, o corpo todo tremendo descontrolado. Ela ficou parada um segundo, os olhos arregalados... e depois começou a rir. Um riso baixo, surpreso, malicioso, quase debochado.
— Caralho, Ju... sua piranha, não tem dez minutos que eu dei as costas e te deixei sozinha, hein?
Eu não conseguia me mover. Ele simplesmente não se dignou a parar quando minha irmã apareceu e continuou no mesmo ritmo, metendo fundo, forte, sem piedade. Eu tentei fugir dele, empurrando o corpo pra frente, mas as mãos dele seguravam meus quadris com força, me puxando de volta pra cada estocada. Eu não aguentava mais o prazer que ele me dava, o orgasmo voltava sempre em ondas, cada vez que o pau grosso batia lá no fundo, roçando o ponto que me fazia ver estrelas, a coluna inteira vibrando.
— Para, pelo amor de Deus... — eu disse entre gemidos e berros, a voz saindo rouca, quebrada.
Minha irmã, ainda de toalha, veio andando displicentemente com os olhos fixos em mim, secando os cabelos como se aquilo fosse algo completamente comum. A toalha mal cobria os peitos e a bunda. Ela parou ao lado do sofá, inclinou a cabeça e ficou olhando a gente foder, o pau do Pedro entrando e saindo da minha buceta encharcada, o som molhado ecoando alto.
— Olha só pra você... toda putinha, gemendo que nem uma vadia no cio — ela riu baixinho, mordendo o lábio. — Tá gostando, né, irmã? Olha como ele te fode... que delícia.
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