Capítulo 52

Pedro não parou. Pelo contrário, meteu mais fundo, segurando minha cintura com aquelas mãos grandes e quentes, puxando meu corpo contra ele como se eu fosse só um brinquedo. O pau dele batia com força lá no fundo, a pele estalando alto contra minha bunda, cada estocada fazendo meu corpo inteiro balançar. Eu gemia alto, o rosto enfiado no sofá, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto, o corpo tremendo sem controle. Minha irmã esticou a mão e passou os dedos nos meus cabelos molhados de suor, segurando de leve, como se me acalmasse... ou me prendesse ali.

— Continua, Pedro. Não para não. Quero ver vocês metendo. — disse rindo.

Eu soluçava de tesão, a buceta apertando o pau dele com força, e o meu cu trancando os dedos dele, o orgasmo ameaçando voltar mais forte, enquanto minha irmã ficava ali, assistindo tudo, o sorriso malicioso no rosto.

Eu estava em outro mundo naquele momento, completamente perdida. Eu não sou idiota, eu sabia que minha irmã sairia do banheiro em algum momento e veria nós dois ali transando na sala. Eu, de alguma forma, queria ser vista ou sei lá o que! Que ela se juntasse talvez? Eu sou uma pessoa muito fraca e me deixei levar pelo tesão, só pode.

Caralho, eu tou me comportando que nem uma puta, aliás, eu tinha virado uma e olha a cena: eu de quatro dando pra um estranho com minha irmã assistindo. Meu corpo foi amolecendo, ficando sem vontade por um instante, mas Pedro pareceu perceber.

— Ih, Pedro, eu acho que ela não tá gostando, mete mais forte! — disse Juju rindo.

Para minha sorte, Pedro foi aliviando as estocadas e diminuindo o ritmo, os dedos foram escorregando para fora devagar, como se estivesse testando um ritmo mais lento pra ver se me agradaria. Ele se inclinou sobre mim, o peito quente encostando nas minhas costas suadas, e murmurou rouco no meu ouvido:

— Tá bom assim, Ju? Ou quer que eu pare?

Eu não consegui responder direito. Só gemi baixo, empinando a bunda um pouco mais contra ele, sentindo o pau grosso ainda dentro de mim, pulsando quente. Juju riu baixinho, sentando na beirada do sofá ao nosso lado, a toalha quase caindo dos peitos. Ela esticou a mão e acariciou meu cabelo de novo, depois desceu os dedos pela minha coluna, devagar, arrepiando tudo.

— Que merda, Juliette, sai daqui! Que saco cara!

— Meu amor, você tá de quatro no meio da sala aos berros, o apartamento é um ovo, não existe "sai daqui".

Eu tentei rir, mas não dava. O pau entrava e saía mais lento, o que fazia tudo ser tão torturante quanto as estocadas que eu recebia antes. Cada movimento devagar me deixava louca, a cabeça grossa roçando bem no fundo, abrindo minha buceta inchada sem pressa nenhuma.

Minha irmã ajeitou a toalha no corpo mais um pouco, deu o último risinho malicioso e se levantou dizendo:

— Vou ser legal com você irmã. Vou deixar vocês dois aproveitarem tá? Mas olha, não tem jeito eu vou ter que passar aqui toda hora para ir pra cozinha.

Pedro parou pra ouvir a conversa com o pau parado dentro de mim. Minha vagina engolia aquilo apertando forte, e cada vez que eu apertava involuntariamente soltava um suspiro pesado. Eu não queria discutir, eu sentia culpa, tesão e vergonha misturados. E o que quisessem me dar eu aceitaria naquele momento.

— Não... não! — disse de forma cortada, com o rosto enfiado no sofá e os cabelos suados cobrindo o rosto.

Juju, que estava saindo, parou e me olhou de novo.

— Não o que, sua maluca?

— Fi.... fica.

As palavras saíram baixas, quase engasgadas, mas ela escutou. Juju virou o rosto devagar, erguendo uma sobrancelha, surpresa. O sorrisinho dela voltou, mais sacana agora.

— Fico? — perguntou, como se quisesse ter certeza que tinha ouvido direito.

Eu assenti com a cabeça, sem coragem de levantar o rosto do sofá. Meu corpo inteiro queimava de vergonha. Eu, a certinha, pedindo pra minha própria irmã ficar ali enquanto um cara me comia. Que porra eu tinha virado?

Pedro soltou uma risadinha rouca atrás de mim, o pau ainda bem fundo, latejando.

— Caralho... vocês duas são foda mesmo — murmurou ele, apertando minha cintura.

Juju deixou a toalha cair de vez no chão, sem nenhuma vergonha, e sentou de novo na beirada do sofá, bem do meu lado. Os peitos dela pequenos e durinhos ficaram ali, mamilos rosados apontando pra mim. Ela esticou a mão e acariciou meu rosto, tirando o cabelo suado da minha testa pela terceira vez.

— Tá bom, irmã. Eu fico. Mas você vai ter que olhar pra mim enquanto ele te fode, hein?

Eu levantei o rosto devagar, vermelha, ofegante. Nossos olhos se encontraram. Juju mordeu o lábio, aquele olhar debochado e excitado ao mesmo tempo. Pedro começou a meter de novo, devagar, fundo, segurando meus quadris com força. Cada estocada fazia meu corpo balançar e meus peitos roçarem no sofá.

— Isso... olha pra ela — Pedro falou rouco, acelerando um pouco o ritmo.

Juju se inclinou mais perto, o rosto a poucos centímetros do meu. Eu sentia a respiração quente dela misturando com a minha. Ela deu um beijinho leve na minha boca, depois outro, mais molhado.

— Tá gostando, né? Fala pra gente... — sussurrou ela contra meus lábios, enquanto Pedro metia mais forte agora, o som molhado enchendo a sala de novo.

Eu gemi alto dentro da boca dela, a buceta apertando o pau dele, o corpo inteiro tremendo. A culpa ainda martelava no peito, mas o tesão tava ganhando feio. Eu estava ali, sendo comida por um quase desconhecido, beijando minha irmã gêmea e adorando cada segundo.

— Tô... tô gostando... — consegui gemer, a voz saindo quebrada.

Juju riu baixinho, satisfeita, e enfiou a língua na minha boca de novo, beijando com vontade enquanto Pedro socava cada vez mais fundo, os tapas da pele ecoando.