Capítulo 53

O orgasmo veio como em ondas. Primeiro foi uma contração profunda, lá no fundo, onde a cabeça grossa dele batia sem parar. Meu corpo inteiro travou, a buceta apertou ele com tanta força que até doeu um pouco. Depois veio a segunda onda, mais violenta, subindo pela barriga como um choque quente, fazendo minhas coxas tremerem descontroladas e minha visão piscar. Eu não tive coordenação nenhuma de beijar minha irmã naquele momento. Minha boca ficou aberta contra a dela, babando, gemendo alto, sem conseguir nem fechar os lábios.

— Aaaahh... porra... tô gozando... caralho...

A terceira onda foi a que me destruiu. Meu clitóris latejava loucamente, a buceta dava espasmos curtos e fortes em volta do pau dele, soltando um jorro quente que escorreu pela minha coxa toda. Meu cu piscava sem parar, os seios latejavam, os mamilos duros roçando no sofá. Eu soluçava, choramingava, o corpo inteiro convulsionando enquanto as ondas me rasgavam por dentro. Parecia que não ia parar nunca. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, o suor pingava da testa, e eu gemia rouca, sem controle nenhum:

Tão logo Pedro se certificou que eu tinha gozado, ele tirou o pau de dentro de mim com um estalo molhado e se levantou rápido. Segurou aquela coisa grossa, brilhando do meu gozo, e apontou direto pra nossas bocas que ainda tentavam se beijar. Ele queria que a gente chupasse ele juntas.

Eu estava morta. Completamente destruída, ofegante, as pernas tremendo sem parar, o corpo mole encostado no sofá. Mal conseguia manter os olhos abertos.

— Ah que nojo, piru com gosto de buceta da minha irmã — reclamou Juliette, fazendo uma careta, mas sem afastar o rosto.

Ela olhou pro pau dele, todo melado com meu mel, e riu baixinho, meio nojenta, meio excitada. Eu só consegui gemer fraca, sem forças pra falar nada. Meu corpo ainda dava espasmos leves do orgasmo, a buceta latejando vazia, completamente sensível.

Pedro segurou o pau pela base e esfregou a cabeça quente primeiro nos meus lábios, depois nos da Juju, espalhando tudo.

— Chupa, vai... as duas — mandou ele, a voz rouca de tesão.

Juju me olhou de canto, com um sorriso agora meio sem graça e murmurou:

— Você primeiro, sua vadia. Foi você que gozou nele todo.

Pedro estava com o pau colado nos meus lábios, quente, latejando, todo melado do meu próprio gozo. O cheiro forte subiu direto pro meu nariz — um cheiro de buceta misturado com pau, suor e lubrificante. Meu coração martelava no peito. Eu ainda tava tremendo do orgasmo, as pernas moles, a buceta pulsando vazia.

Eu abri a boca devagar, envergonhada pra caralho. Fechei os olhos com força, como se isso fosse esconder o que eu tava fazendo. O pau dele encostou na minha língua, quente, pesado, com aquele gosto forte da minha própria buceta. Eu chupei devagar, sem jeito, meio desajeitada, só a cabeça primeiro. Sentia o calor da presença da Juju bem do lado, o corpo dela pelado quase colado no meu, a respiração dela quente no meu rosto.

— Isso... chupa gostoso — Pedro gemeu, segurando o pau pela base e esfregando devagar na minha boca.

Juju riu baixinho, aproximando o rosto. Eu sentia o calor dela ali, pertinho. Ela encostou a boca do outro lado do pau dele e começou a chupar junto comigo. Nossas línguas se encontravam na cabeça grossa, molhada, lambendo tudo, o gosto dela misturando com o meu. Era sujo. Era errado pra porra. Mas eu tava molhada de novo só com isso.

Nós duas chupávamos a cabeça enxarcada ao mesmo tempo, os lábios roçando um no outro, a saliva escorrendo pelos cantos da boca. De repente Juju virou um pouco o rosto e me beijou na boca, com o pau do Pedro ainda entre a gente, esfregando na nossa língua. O beijo ficou molhado, bagunçado, cheio de saliva e do gosto dele. Eu gemia baixo, os olhos ainda fechados, sentindo o pau quente pulsando contra nossos lábios enquanto a gente se beijava.

— Caralho... que cena — Pedro murmurou rouco, segurando nossas cabeças.

Eu tava morta de vergonha, mas o tesão era maior. Meu corpo inteiro latejava. Chupar o pau dele com minha irmã ali, nossas bocas se tocando o tempo todo, era uma putaria que eu nunca imaginei fazer. E o pior: eu tava amando.

Amando demais.

Juju afastou a boca um pouquinho, deu uma lambida longa e lenta na cabeça do pau do Pedro e sussurrou contra meus lábios, debochada:

— E agora piranha?

Ela me perguntou como se eu tivesse algum controle sobre o que estava acontecendo ali. Eu entendi a pergunta muito bem. Juju nunca conseguia planejar ou organizar nada, sempre que tinha uma escolha na mão ela travava ou fazia a pior possível. Aquele “e agora” eu tinha ouvido várias vezes na minha vida.

Paramos de chupar só porque Pedro tirou o pau da nossa boca de repente, apertando a base com força, o rosto tenso, respirando pesado. Ele tava se segurando pra não gozar. Enquanto ele parecia momentaneamente indisponível, como um animal se contendo, eu aproveitei. Puxei minha irmã pelos quadris com as duas mãos, fazendo ela se deitar no sofá de lado, meio apertada contra o encosto. Abri as pernas dela sem pedir licença, empurrando uma coxa pro lado. Juju soltou um suspiro surpreso, mas não resistiu.

Eu me enfiei entre as pernas dela e enfiei dois dedos na buceta molhada sem preliminar nenhuma.

Os dedos entraram fácil, escorregando no molhado quente, grosso e abundante que já escorria dela. A buceta da Juju tava ensopada, quente demais, as paredes macias e inchadas apertando meus dedos com força, pulsando em volta deles como se quisessem sugar mais pra dentro. O cheiro subiu forte e imediato — doce, safado, levemente azedo, aquele cheiro marcante de buceta molhada misturado com suor e o perfume dela, tão intenso que me deixou tonta por um segundo.

Sem pensar duas vezes, abaixei o rosto e comecei a chupar.