Capítulo 54

Juju rebolava contra meu rosto, apertando minha cabeça com as coxas quentes e macias, o corpo todo tensionado, tremendo. O calor da pele dela queimava contra minhas bochechas, o mel dela escorrendo pelo meu queixo, pingando no sofá em fios grossos e quentes.

Ela gozou muito rápido.

De repente o corpo dela travou inteiro, as coxas apertaram minha cabeça com tanta força que meus ouvidos zumbiram. Um gemido alto, rouco, quase um grito gutural saiu da boca dela:

— Ju... caralho... tô gozando... aaaahh!

Senti a buceta dela pulsar violentamente em volta dos meus dedos, contraindo em espasmos rápidos e fortes, apertando como se quisesse espremer eles. Um jorro quente, grosso e abundante escorreu direto na minha boca, molhando minha língua, meu queixo, escorrendo pelo pescoço e pingando no sofá. O cheiro dela explodiu — doce, azedo, safado, aquele cheiro forte e íntimo de buceta gozando, misturado com suor, me invadindo o nariz e a cabeça inteira.

Eu continuei chupando, lambendo tudo com fome, sugando o clitóris inchado enquanto ela tremia descontrolada, os quadris dando solavancos bruscos contra meu rosto, quase me sufocando no meio das pernas dela.

Enquanto ela ainda gozava, eu subi pelo corpo dela, deitando por cima, encaixando minhas pernas entre as dela. Nossas bucetas se encostaram direto, quentes, encharcadas, escorregadias. O contato foi elétrico. Eu enfiei a mão entre nós duas, abrindo os lábios inchados dela, e comecei a esfregar minha buceta contra a dela com força bruta.

A sensação foi visceral.

Pele molhada contra pele molhada, clitóris roçando direto no dela, escorregando no mel quente e grosso misturado das duas. O calor era insuportável, quase febril, o atrito molhado fazendo um som obsceno, constante, estalado. O cheiro de sexo subiu forte — suor, buceta, saliva, tesão puro. Nossos peitos colados, mamilos duros e sensíveis roçando um no outro, suados, escorregadios.

Eu perdi completamente a razão.

Beijei ela com força, quase com ódio, mordendo o lábio inferior dela até sentir o gosto metálico de sangue. Juju mordeu de volta, enfiando a língua fundo na minha boca enquanto rebolava mais forte, esfregando a buceta quente e encharcada na minha. A gente se lambia, chupava pescoço, mordia ombro, se agarrava com unhas cravadas na pele, como animais. O suor das duas misturava, escorrendo entre os corpos colados.

— Porra... Ju... assim... me fode... — ela gemia rouca contra minha boca, sem fôlego.

A gente se esfregava cada vez mais rápido, desesperadas, quadris rebolando, bucetas se moendo uma na outra, o clitóris latejando e pulsando junto. Cada movimento mandava choques de prazer pelo meu corpo inteiro. O mel escorria abundante, molhando nossas coxas, a barriga, o sofá. O calor úmido, o cheiro forte, o som molhado e obsceno... era demais.

Era a melhor foda da nossa vida. Nada nunca tinha chegado perto disso. A gente se desligou de tudo — da culpa, do Pedro, da realidade. Só existia o corpo quente e suado da minha irmã debaixo de mim, o gosto da boca dela, o cheiro da buceta dela, o atrito escorregadio e quente das nossas partes molhadas se esfregando sem parar.

Foi nesse momento que senti duas mãos grandes e firmes segurarem meus quadris com força, parando meu movimento por um segundo.

Era Pedro.

Ele se posicionou atrás de mim, o pau ainda duro e melado, e encostou a cabeça grossa bem na entrada do meu cu. Eu arregalei os olhos, ainda com a boca colada na da Juju.

— Pedro... não... aí não...

Mas ele não esperou. Empurrou devagar, firme, abrindo meu cuzinho ainda sensível do plugue. A cabeça grossa forçou a entrada, esticando tudo de uma vez. Eu soltei um gemido alto, quase um grito, contra a boca da minha irmã.

— Ele... ele tá comendo o meu cu... — falei com os olhos arregalados, a voz tremendo, olhando direto pra Juju.

A sensação era louca. O pau dele era muito mais grosso que o plugue, queimando, esticando meu cuzinho ao limite enquanto entrava centímetro por centímetro. A dor veio forte no começo, um ardor quente que se misturava com um prazer sujo e profundo. Meu corpo inteiro ficou confuso — a buceta latejando contra a da Juju, o cu sendo arrombado, o peito apertado contra os peitos dela. Tudo ao mesmo tempo.

Pedro segurou meus quadris com mais força e meteu até o fundo. Eu soltei um gemido longo, rouco, o corpo tremendo inteiro. O pau dele pulsava dentro do meu cu, quente, grosso, enchendo tudo. Ele começou a meter devagar, depois mais fundo, mais forte, o som da pele batendo contra minha bunda ecoando na sala.

A loucura do ato me deixou completamente perdida. Eu não sabia mais o que sentia. Dor, prazer, vergonha, tesão — tudo misturado de um jeito que meu cérebro não conseguia processar. Só conseguia gemer, rebolar contra o pau dele e contra a buceta da Juju ao mesmo tempo. Juju me segurava, beijando minha boca, mordendo meu pescoço, sussurrando safadezas no meu ouvido enquanto eu era comida no cu.

Eu desfaleci de prazer.

Meu corpo inteiro amoleceu, as ondas de prazer vieram tão fortes e confusas que eu quase desmaiei. O cu apertava o pau dele, a buceta roçava na da Juju, os beijos molhados, as mordidas, o suor escorrendo... tudo junto. Eu tremia descontrolada, gemendo sem parar, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto gozava de novo, de um jeito que nunca tinha sentido antes — um orgasmo profundo, anal, que me deixou mole, babando, completamente entregue.

Minha irmã estava com a mão enfiada em mim, dois dedos metendo fundo na minha buceta enquanto eu estava jogada por cima dela, completamente mole. Pedro socava meu cu sem piedade, forte, fundo, sem me dar tempo de entender o que eu sentia — se era dor ou prazer.

O que eu sentia era um orgasmo profundo e intenso que veio e não foi embora. Era como se ele tivesse chegado e ficado preso dentro do meu corpo, pulsando sem parar. Cada estocada dele no meu cu mandava uma onda nova, misturada com os dedos da Juju na minha buceta, roçando um no outro através da parede fina. Meu corpo inteiro tremia descontrolado. Eu não conseguia falar. Só babava na boca da minha irmã, gemendo rouca, os olhos revirados, saliva escorrendo pelo canto dos lábios.

— Hmmm... aaaahh... — era o único som que saía de mim.

Pedro acelerou, metendo com força bruta, as bolas batendo contra minha buceta. O cu ardia, esticado ao limite, mas o prazer era tão profundo que eu não conseguia distinguir mais nada. Era só calor, pressão, latejar. Um orgasmo contínuo que não acabava.