Capítulo 33

Ele começou lento, língua plana lambendo devagar de baixo pra cima, circulando o clitóris com calma, o calor úmido da boca envolvendo o pontinho inteiro. Mas eu não queria calma. Eu queria força. Eu queria ser tomada. Bati de leve na cabeça dele com a palma aberta, impaciente, o som seco ecoando no quarto pequeno.

— Forte, porra. Rápido.

Ele obedeceu na hora. A língua pressionou forte no clitóris, sugando com força, depois lambendo em movimentos rápidos e duros, como se quisesse me devorar. O som molhado era alto demais — língua batendo, sugando, lambendo —, o molhado escorrendo pelo queixo dele, pingando no chão. Dois dedos entraram na buceta de uma vez, sem aviso, deslizando fundo, curvando pra dentro, batendo no ponto que me fazia ver estrelas. Os dedos grossos esticavam as paredes internas, o atrito quente e firme mandando ondas elétricas subir pela barriga, arrepiar os seios pequenos sob a camiseta, endurecer os bicos até doerem contra o tecido.

Eu mordi a mão pra não gemer alto, dentes cravados na palma, o gosto de pele e suor na boca. O corpo inteiro tremia, quadris empurrando contra a boca e a mão dele, o clitóris pulsando na língua, a buceta apertando os dois dedos como se quisesse engolir a mão inteira. Eu me apoiei no guarda-roupa ao lado da porta pra me manter de pé, as costas arqueando, as coxas tremendo violentamente, o molhado escorrendo pelos dedos dele, pelas minhas coxas, pingando no chão em gotas quentes e viscosas.

Estava quase gozando. O prazer subia rápido, apertado, insuportável. O clitóris ardia na boca dele, a buceta apertando os dois dedos, o cu piscando vazio, querendo mais. Eu tirei a mão da boca por um segundo e sussurrei entre os dentes:

— Enfia mais um.

Ele entendeu que era na frente. Tirou os dois dedos um instante — o vazio foi imediato, cruel —, cuspiu na mão, o som molhado ecoando, e enfiou três. De uma vez. A buceta se abriu inteira, arrombada, esticada, cheia. Os três dedos grossos deslizando fundo, curvando forte, batendo no ponto que me fazia convulsionar. Eu fiquei doida. O corpo inteiro travou, as costas batendo no guarda-roupa, as coxas tremendo violentamente, o clitóris pulsando na língua dele, a buceta apertando os três dedos como se quisesse romper a pele. O prazer era intenso demais, quase dor, quase demais pro corpo aguentar. O molhado jorrava pelos dedos dele, escorrendo pelas coxas em fios quentes, pingando no chão, o cheiro forte de sexo enchendo o quarto inteiro.

Eu mordi a mão com mais força, olhos fechados, corpo inteiro convulsionando em silêncio, o orgasmo vindo rápido, violento, ondas profundas que me deixavam tonta, molhado jorrando, escorrendo, pingando. As costas arquearam, os quadris empurraram pra frente sozinhos, querendo mais, mais fundo, mais forte. O cu piscava vazio, mas a buceta cheia, arrombada, pulsando em espasmos que faziam o corpo inteiro tremer. Eu não conseguia parar. Não queria parar. E ele não parava. Continuava chupando forte, dedos mexendo rápido, me levando além do limite.

Lá fora, um barulho de porta. Minha mãe tinha chegado de volta. O coração disparou na garganta, adrenalina misturada com tesão, o corpo inteiro dando um estalo novo — medo e prazer ao mesmo tempo. Agarrei ele pelas orelhas com as duas mãos, dedos cravados no cabelo, mantive ele preso ali, rosto colado na minha buceta. Ele chupava e dedava mais rápido, olhando pra cima com medo, olhos arregalados, mas sem parar. A língua sugava o clitóris inteiro, os dedos mexiam fundo, curvando forte.

— Vocês vão querer jantar o quê? — minha mãe gritava lá de fora, voz alta, vindo da cozinha.

— Pizza! — Jonathan respondeu rápido, voz um pouco mais alta que o normal, tentando disfarçar.

— Pizza não! Para de comer porcaria! — sermão imediato, como sempre.

Eu respondi, voz rouca, tremendo, tentando soar normal:

— Salada…

O prazer subia rápido, apertado, insuportável. O clitóris pulsava na boca dele, a buceta apertando os três dedos como se quisesse romper a pele, o orgasmo vindo violento, ondas profundas. Eu ia gozar. Ia gozar ali mesmo, com ele preso entre minhas coxas, minha mãe do lado de fora.

— Por que a porta tá trancada? — ela perguntou, voz mais perto agora, vindo pelo corredor.

Jonathan respondeu na hora, sem hesitar:

— Tem uma mala atrás da porta, mãe. A gente já vai tirar!

Eu não aguentei mais. O corpo travou inteiro. O clitóris latejou forte na língua dele, a buceta contraiu em espasmos profundos, apertando os três dedos até doer, molhado jorrando pelos dedos dele, escorrendo pelas coxas, pingando no chão em gotas quentes e viscosas. Gozei quieta, corpo tremendo em ondas lentas e violentas, quadris empurrando contra a boca dele, o prazer explodindo da barriga pros peitos, pra nuca, pras pernas que fraquejavam. Mordi a mão com mais força pra não gritar, olhos marejados, visão embaçada, o corpo inteiro convulsionando em silêncio enquanto ele continuava chupando e dedando, lambendo tudo, sem soltar.

Quando o tremor passou, soltei as orelhas dele devagar. Ele levantou o rosto, boca brilhando do meu molhado, olhos escuros, ofegante, com um sorriso torto de quem sabia que tinha me levado ao limite. Eu fiquei ali, encostada na porta, pernas moles, sem conseguir pensar em nada além do vazio que já voltava, misturado com o cheiro forte de sexo que tomava o quarto inteiro.

Meu irmão foi mais rápido. Limpou o rosto e as mãos numa blusa velha que tava no chão, subiu minha calça me lembrando que minha mãe estava do lado de fora e que era para eu me vestir. Ainda deu tempo de usar a mesma blusa pra me secar um pouco entre as coxas — o tecido áspero roçando o clitóris inchado, me fazendo dar um estalo baixo de dor e tesão misturados — antes de fechar tudo no lugar.

Ele abriu a porta. Minha mãe entrou na hora, nariz franzido, olhando em volta.

— Nossa, eu vou ter que lavar essas roupas, não tem jeito. Tá um cheiro de cu desgramado nesse quarto, vocês tão sentindo?

— É Nicole peidando, mãe.

Ela olhou pra ele rindo e zangando ao mesmo tempo, balançou a cabeça como se fosse uma mãe legal e falou voltando pra cozinha:

— Hoje vai ser pizza mesmo. Vocês tão merecendo.

O silêncio voltou.

Eu ainda com as pernas tremendos