Capítulo 38
Eu obedeci. Fiquei de quatro na cama, camisola levantada até a cintura sem tirar, bunda empinada, pernas um pouco abertas. Ele veio pro meu lado, ajoelhou atrás, mas parou e corrigiu:
— Não, Nicole. Você tá com a coluna virada pra cima, parece um cachorro.
Ele empurrou minha lombar pra baixo com a palma aberta, força firme mas não bruta, me forçando a arquear mais. A barriga afundou no colchão, a bunda subiu alto, o rego se abriu inteiro pro ar frio. A camisola escorregou mais pra cima, deixando tudo exposto: buceta brilhando de molhado, cu piscando ansioso, coxas tremendo de leve.
— Assim. Barriga pra baixo e bunda pra cima. É assim que os homens sabem que você sabe meter bem e aguenta pica.
Eu ri baixo, zombando dele, voz rouca:
— Nossa… você é muito experiente, Jonathan. Tô realmente impressionada.
Mas por dentro era sério. Aquela posição que ele me ajeitou era sinistra. Um choque batia direto na barriga. Eu sentia que ele poderia fazer o que quisesse — entrar de uma vez, enfiar os dedos, chupar, bater, qualquer coisa. Estar de quatro assim, entregue, era um ato de confiança absoluta. Sem defesa, sem poder de parar. E isso me deixava molhada demais, o molhado escorrendo pelas coxas internas, pingando no lençol. O cu piscava ansioso, a buceta latejava exposta, o clitóris inchado roçando no ar frio a cada respiração curta.
O desgraçado veio pra trás de mim e senti a pressão do ar mudar de uma vez. O primeiro toque foi o pincelar forte do pau dele contra a minha buceta — quente, pesado, escorregadio de gel e do meu próprio molhado. Arrancou de mim um gemido forte, rouco, que saiu sem eu conseguir segurar. Meu corpo inteiro foi pra frente, se trancando todo, costas arqueando involuntariamente, coxas tremendo.
— Garota, se controla! Morde o travesseiro!
Eu obedeci na hora. Soquei o rosto no travesseiro, dentes cravados no tecido, cheiro de suor antigo enchendo o nariz. Enquanto isso ele me pincelava sem dó — o pau roçando forte, passando entre os pequenos lábios, rodeando o clitóris inchado, encostando na entrada da vagina e tirando antes que eu pudesse empurrar pra trás. Colocava só a metade da cabeça, esticando de leve, e tirava de novo, fazendo meu corpo implorar inteiro. Eu fazia um movimento de quadris, me arreganhando, empurrando pra trás desesperada, mas ele se afastava toda vez, rindo baixo, safado.
Então, de repente, ele se afastou de vez. Duas mãos apertaram minha bunda, abrindo mais, e a língua dele veio varrendo safada de cima pra baixo — do cu até o clitóris, molhada, quente, sem pressa.
— Vai me guiar você agora.
Eu não queria mais aquela brincadeira. Não conseguia falar. Se eu abrisse a boca ia gritar. O fogo queimava ardendo, um troço esquisito, doente, me atraindo como ímã pro corpo dele.
— Cala a boca e chupa. Enfia o dedo, o pau, o pé… mas faz alguma coisa.
Ele passou as mãos leves em volta da minha buceta, dando foco especial na entrada do cu. O que eu sentia ali era gostoso, mas não era nem de perto quando passava perto do clitóris. A boca dele veio direto no clitóris — sugando forte, língua plana pressionando —, e minha alma desistiu de habitar meu corpo. O polegar dele se enterrou inteiro na buceta, curvando pra dentro, batendo no ponto que me fazia ver estrelas. Mesmo com o travesseiro enfiado na cara, eu tenho certeza que deu pra ouvir meu grito prensado, abafado, rouco. Um dedo mole começou a rodear meu cu diligentemente, circulando a entrada gelada, pressionando de leve.
Eu rebolei pra ele como uma cadela. Puta e indecente. Sem vergonha nenhuma.
Ele socava o dedo na buceta quase empurrando a mão inteira, chupava sem técnica nenhuma — só grande, molhado e forte, do jeito que eu gostava. Sem parar de me chupar e quase me fazendo gozar, ele pegou o lubrificante e espalhou em cima do meu cu. O gelado quando tocou minha pele pareceu ferver. Eu me virei com os dentes cerrados, olhando pra ele com uma cara insana, olhos pesados, boca entreaberta.
Com uma mão livre ele passava a ponta do dedo ali, levemente, querendo entrar como se tivesse me enganando. Milímetro a milímetro eu sentia o dedo incomodando, pressionando, abrindo.
— Enfia, Jonathan. Enfia o dedo no meu cu. Vai com tudo. Pode ir… enfia — ordenei, voz baixa, rouca, tremendo de raiva e tesão.
Ele não esperou mais. Passou mais gel no dedo médio e pressionou firme. Entrou devagar no começo — a entrada apertada resistindo, ardendo forte, uma queimação que subia pela barriga e descia pelas coxas. Eu mordi o travesseiro com mais força, dentes cravados, corpo inteiro travando. Ele não parou. Empurrou mais, centímetro por centímetro, o dedo grosso abrindo caminho, esticando as paredes internas que nunca tinham sido abertas assim. A sensação era cheia, invasiva, estranha — uma pressão profunda que não doía exatamente, mas incomodava de um jeito que virava prazer rápido. O cu piscava em volta do dedo, apertando e soltando, tentando expulsar e ao mesmo tempo puxar pra dentro.
Quando entrou todo, ele parou. O dedo curvou levemente pra dentro, pressionando contra a parede fina que separava o cu da buceta — onde o polegar ainda tava enterrado na frente. Os dois lados se encontraram, uma pressão dupla, cheia, que me fez arquear as costas inteiras. Um choque elétrico subiu da barriga pro peito, pros seios pequenos que balançavam sob a camisola, pros bicos duros roçando no tecido. O clitóris latejava sem ser tocado, a buceta apertando o polegar em espasmos vazios, o cu pulsando em volta do dedo como se quisesse devorar ele.
Eu suspirei rouca, abafado no travesseiro, quadril empinando mais sozinho, pedindo sem palavras. Era intenso demais — ardor virando calor, pressão virando prazer, vazio virando cheio de um jeito que eu nunca tinha sentido. O corpo inteiro tremia, pernas moles, molhado escorrendo pelas coxas, pingando no lençol. A culpa religiosa piscou rápido na cabeça — pecado, sodomia, inferno —, mas o desejo engoliu tudo. Eu só queria mais. Mais fundo. Mais cheio.
Ele mexeu devagar, entrando e saindo, abrindo mais a cada vez. Eu sentia cada veia do dedo roçando as paredes internas, o gel facilitando, o ardor diminuindo e virando uma onda quente que subia pela espinha. O cu apertava forte, ordenhando o dedo, e eu gemia baixo, rosto enterrado, corpo entregue.
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