Capítulo 39
O que eu comecei a descobrir ali era que eu amava anal, e estranhamente fui abençoada com uma facilidade incomum, que eu não ouvia nenhuma outra mulher falar que tinha. Quando o dedo dele entrou, doeu, ardeu forte no começo — uma queimação fina que subia pelas paredes internas, esticando tudo como se rasgasse devagar. Mas ligou coisas dentro de mim que eu não sei explicar. Sempre que me perguntam como é dar o cu, o que eu sinto, eu não sei dizer. A sensação de incômodo parece que pega o prazer da buceta e prolonga, abaixa e intensifica, e quando cresce, explode. Quando ele enfiou os dedos depois de mexer um pouco, eu segurei o pulso dele, fazendo ele parar. Não porque doía, mas porque eu queria sentir mais, rebolei como se ajeitasse dentro de mim e fiquei mordendo os dedos dele com o meu corpo, o orgasmo veio e parou ali do meu lado, parecia que era um ente que me olhava e dizia: eu tô aqui sua safada, só chamar que eu vou aí e destruo você toda.
— Jonath… espera.
— Tá doendo?
Ele fez um movimento brusco de liberar os dedos e eu agarrei seu pulso mais forte ainda, unhas cravadas na pele.
— Não mexe, senão quem vai gozar sou eu.
— Ué, mas você pode gozar…
— Cala a boca, não conversa comigo — respirei fundo, tentando formar as palavras certas, a voz parecendo de uma endemoniada — Bota o pau no meu cu e empurra devagar.
Eu ainda ouvi ele tentando dizer alguma coisa, mas desistiu. Apenas pegou o tubo e besuntou mais o meu cu, o gel frio escorrendo grosso pela entrada, misturando com o molhado da buceta que já formava uma poça no lençol. O pau dele roçou primeiro — quente, grosso, a cabeça inchada pressionando a entrada apertada, esticando a pele ao redor como se fosse romper. Eu mordi o travesseiro mais forte, dentes cravados no tecido, gosto de algodão velho na boca. Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro, o ardor veio forte — uma queimação que subia pela barriga, misturada com uma pressão cheia, invasiva, que enchia o cu inteiro como se não coubesse mais nada. As paredes internas esticavam, apertando em volta dele, pulsando involuntariamente, tentando expulsar e ao mesmo tempo sugar pra dentro. O corpo inteiro tremia, coxas moles, bunda empinada alta, o vento frio batendo no rego aberto, me fazendo sentir exposta, suja, como uma puta indecente oferecendo o proibido no escuro do quarto que a gente dividia desde crianças.
Quando a cabeça passou, veio um alívio misturado com mais ardor — o pau deslizando mais fundo, veias roçando as paredes sensíveis, enchendo tudo até o limite, uma sensação de estar rasgada por dentro mas ao mesmo tempo completa, o prazer subindo devagar da barriga pro peito, pros seios pequenos que balançavam sob a camisola. Eu me sentia puta, suja, pecadora — a voz da mãe ecoando na cabeça: “isso é sodomia, Nicole, o diabo te leva pro inferno, vagabunda sem vergonha”. Culpa cristã apertando o peito, misturada com o tesão que não parava, como se Deus estivesse olhando e eu não ligasse mais. Quando entrou fundo, até a base, ele meteu uma vez forte, batendo pele contra pele, e parou. Pulsando dentro, quente, preenchendo tudo. Eu suspirei rouca, abafado no travesseiro, o cu apertando em volta dele, o corpo inteiro latejando.
Meu corpo tremia tentando assimilar aquilo, eu sentia meu esfíncter mastigando ele, impróprio e dentro. Apertando e soltando em espasmos involuntários, como se quisesse expulsar e ao mesmo tempo prender pra sempre. O pau inteiro enterrado, pulsando quente, grosso, enchendo o cu até o limite onde não cabia mais nada. Tentei com a mão tremendo tocar a minha buceta e com custo consegui — dedos escorregadios de molhado e gel, roçando o clitóris inchado que latejava como se tivesse coração próprio. Me joguei ainda empinada contra a cama, peitos afundados no colchão, bunda alta, olhando pra porta imaginando o que aconteceria se aquela porta abrisse. Meu irmão enterrado inteiro no meu cu, e eu com as mãos entre as pernas tentando buscar o saco dele pra roçar na minha buceta molhada.
— Mete — eu dei a ordem, voz rouca, abafada no travesseiro, quase um rosnado.
Deus e o diabo dançaram em cima do meu cadáver.
Ele não esperou mais. Segurou meus quadris magros com força, dedos cravando na pele, e meteu devagar no começo — saindo quase todo e voltando fundo, cada estocada esticando mais, abrindo mais, o pau deslizando no gel e no calor apertado do cu. O ardor virou prazer puro, uma onda que subia da barriga pro peito, pros seios pequenos balançando sob a camisola, pros bicos duros roçando o tecido. Ele acelerou, batendo pele contra pele baixo, ritmado, o pau entrando e saindo inteiro agora, veias roçando as paredes internas sensíveis, enchendo e esvaziando em movimentos que faziam meu corpo inteiro tremer. Eu não mexia quase nada — só recebia, empinando mais a bunda, abrindo mais as pernas, deixando ele meter como sempre gostei.
A mão na buceta circulava o clitóris rápido, dedos encharcados entrando e saindo da frente enquanto ele socava atrás, cada estocada profunda fazendo o pau roçar nas paredes internas do cu, esticando tudo de novo. A pressão dupla — pau grosso no cu, dedos curvando forte na buceta — era insuportável, um fogo que subia devagar e depois explodia sem aviso. Eu esperei. Esperei de propósito. Queria gozar exatamente quando ele jorrasse dentro, sentir o pau pulsar forte, o gozo quente enchendo o cu inteiro enquanto meu corpo se desfazia. Não queria gozar antes. Queria que fosse junto, que o orgasmo dele me levasse junto.
Meu cu apertou mais forte em volta dele, como se quisesse prender pra sempre. O clitóris latejava sob os dedos, a buceta contraindo em espasmos vazios, molhado escorrendo pelas coxas em fios grossos. Ele acelerou batendo fundo, gemendo como um louco, coxas tremendo contra as minhas. Eu sentia cada veia do pau roçando, cada pulso crescendo dentro.
— Nicole… vou gozar… caralho…
Ele travou de repente, pau inteiro enterrado, pulsando forte. O primeiro jato veio quente, viscoso, enchendo o cu fundo — um calor que se espalhou rápido, subindo pela barriga, queimando gostoso. Depois o segundo, o terceiro, jorros grossos que eu sentia cada um, o pau tremendo dentro, ordenhando contra as paredes apertadas. O gozo dele me encheu até transbordar, escorrendo devagar pela entrada quando ele parou, grosso e quente descendo pelas coxas.
Foi aí que eu quebrei. O orgasmo veio violento, como se o corpo inteiro tivesse sido atingido por um raio. Meu cu apertou em espasmos fortes em volta do pau ainda pulsando, ordenhando cada gota que sobrava. A buceta contraiu em ondas profundas, molhado jorrando forte — um esguicho quente, grosso, espirrando alto no lençol, nas coxas dele, pingando tudo em poças quentes. Eu gritei abafado no travesseiro, corpo travando inteiro, costas arqueando tanto que quase doeu, pernas tremendo violentamente, o prazer explodindo da barriga pros peitos, pros bicos duros que roçavam na camisola, pra nuca, pras coxas que fraquejavam e quase cederam. Ondas e ondas, uma atrás da outra, o cu piscando em espasmos vazios e cheios ao mesmo tempo, o gozo dele misturado com o meu molhado escorrendo devagar, marcando tudo.
Ele ficou parado dentro, ofegante, pau amolecendo devagar enquanto eu tremia inteira, corpo mole, bunda ainda empinada, cu piscando vazio e cheio, gozo escorrendo pelas coxas em fios quentes e viscosos, pingando no lençol manchado.
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