Capitulo 46
Val hesitou por um segundo, olhos arregalados. Depois, com as mãos tremendo visivelmente, abriu o botão da calça e puxou o jeans junto com a calcinha até o meio das coxas.
A buceta dela apareceu bem na minha frente, tão perto que eu sentia o calor saindo dela. Mais carnuda que a minha, lábios grossos e macios, um tufo pequeno de pelos castanhos bem aparados logo acima. Já brilhava de molhado, os grandes lábios inchados reluzindo, o clitóris aparecendo timidamente entre as dobras rosadas.
Ela desceu a mão, ajeitou os pelinhos com os dedos, depois esticou a pele nervosa, como se quisesse se arrumar pra mim. Quando começou a se tocar, foi leve, quase tímida — dedos deslizando devagar pela fenda, um suspiro rouco escapando da boca dela junto com um risinho nervoso.
O cheiro de buceta tomou o box inteiro. Doce, quente, molhado. Meu ritmo era forte, dedos entrando e saindo com som indecentemente molhado, escorrendo pela palma, pingando no chão. Eu gemia baixinho, sem vergonha, olhos fixos na buceta dela.
— Nossa… você tá muito molhada, Nicole — ela sussurrou, voz trêmula. — Eu ainda tô sequinha, olha…
Ela tirou a mão e me mostrou os dedos, só levemente úmidos, brilhando pouco.
Eu engoli em seco, o tesão queimando forte.
— Quer ajuda? — gaguejei.
— Como assim? — ela riu sem graça, nervosa.
Não respondi com palavras. Simplesmente estendi a mão e coloquei por cima da dela, guiando seus próprios dedos de volta pra buceta. Comecei a mexer devagar, pressionando os dedos dela contra o clitóris, fazendo círculos lentos e firmes. Ela ficou estática. Boca aberta, olhos arregalados me olhando, corpo inteiro travado. Não disse sim. Não disse não. Só ficou ali, parada, respirando rápido, deixando eu controlar o movimento da mão dela na própria buceta.
O box era tão apertado que nossos joelhos se encostavam, o calor dos nossos corpos se misturando. Meu dedo médio escorregou entre os dela, entrando devagar na entrada quente e apertada dela, enquanto o polegar continuava circulando o clitóris inchado. O som molhado ficou mais alto. Ela soltou um gemidinho baixo, quase um miado, as pernas tremendo de leve.
Eu sorri tímido, olhos pesados, voz rouca:
— Relaxa, Val… deixa eu te fazer gozar.
Val tirou a mão devagar, tremendo, e deixou o espaço livre pra mim.
Eu não esperei. Deslizei meus dedos direto pra buceta dela. Estava quente, molhada e macia. Os lábios grossos se abriram fácil quando eu passei o dedo médio entre eles, sentindo a entrada quente e escorregadia. Comecei devagar, circulando o clitóris inchado com a ponta do dedo, depois descendo e subindo toda a fenda, espalhando o molhado que já escorria dela.
Val soltou um gemido abafado e se inclinou pra frente, apoiando a testa no meu ombro. O corpo dela tremia contra o meu. O cheiro das duas bucetas misturadas ficava mais forte a cada segundo.
— Aqui… — sussurrei, pegando a mão dela e levando até a minha. — Me toca também.
Ela só apertou. Sem ritmo, sem coordenação, só apertou minha buceta com a palma aberta, os dedos tremendo contra meus lábios inchados. Eu gemi baixinho no ouvido dela e enfiei um dedo devagar na entrada apertada dela. Val soltou um “ahh…” rouco, o quadril dando um estalo pra frente.
— Mais um… — murmurei, voz baixa e rouca.
Enfiei o segundo dedo, devagar, sentindo as paredes quentes e molhadas se abrindo em volta deles. Comecei a mexer ritmado, curvando os dedos pra dentro, batendo naquele ponto macio enquanto o polegar circulava o clitóris dela com pressão firme.
Val gemeu mais alto, a boca colada no meu ombro, respiração quente e irregular. Os dedos dela apertavam minha buceta com força, quase desesperados, mas eu não parei. Acelerei um pouco, os dois dedos entrando e saindo com som molhado, o polegar girando mais rápido no clitóris inchado.
O corpo dela começou a tremer mais forte. As coxas apertaram em volta da minha mão. A respiração ficou curta, entrecortada.
— Nicole… — gemeu baixinho, voz quebrada.
Eu não parei. Continuei firme, dedos curvados, polegar pressionando e girando, sentindo a buceta dela ficar cada vez mais inchada e molhada em volta dos meus dedos.
De repente o corpo dela travou inteiro. Um gemido longo e rouco saiu abafado contra meu ombro. A buceta apertou forte em volta dos meus dedos, pulsando em espasmos profundos, molhado quente escorrendo pela minha mão. Val tremeu violentamente, quadril dando pequenos espasmos contra minha palma, as pernas fraquejando. Eu continuei mexendo devagar, prolongando o orgasmo dela até o último tremor.
Val tirou o rosto do meu ombro devagar. Seus olhos estavam pesados, vidrados, completamente tomados pelo tesão. O rosto vermelho, boca entreaberta, respiração quente e rápida batendo na minha pele. Ela não disse nada. Só me olhou fundo, como se estivesse vendo outra pessoa.
Eu estava queimando.
— Sua vez… — sussurrei, voz rouca e urgente. — Mexe os dedos, por favor.
Ela engoliu em seco e começou.
Não era bom. Os dedos dela eram tímidos, lentos, quase sem força. Ela só deslizava pela minha fenda molhada, roçando o clitóris de leve, sem ritmo, sem pressão. Parecia que tinha medo de me machucar ou de fazer algo errado.
Mesmo assim… era suficiente. Meu corpo estava tão sensível que qualquer toque já mandava ondas quentes pela barriga.
— Mais forte… — pedi baixinho, quase implorando. — Val, mais forte.
Ela tentou. Apertou um pouco mais, esfregando meu clitóris com mais firmeza, mas ainda estava hesitante. Os dedos tremiam enquanto circulavam o pontinho inchado.
— Forte, Val… não fica com medo — gemi, voz rouca. — Me toca de verdade. Eu aguento.
Ela respirou fundo e obedeceu. Aumentou a pressão, esfregando mais rápido, dois dedos deslizando pela entrada escorregadia. Ainda não era perfeito, mas o tesão estava tão alto que cada movimento me fazia gemer baixo.
Eu não aguentei esperar mais.
Usei minha outra mão. Coloquei por cima da dela, guiando. Forcei dois dedos dela pra dentro de mim de uma vez, fundo. A buceta apertou forte em volta deles, molhada escorrendo pela palma dela.
— Assim… — gemi, quadril mexendo contra a mão dela. — Três. Coloca três.
Val obedeceu, olhos fixos nos meus. Enfiou o terceiro dedo devagar, esticando minha entrada inchada. Doeu um pouco, mas era bom. Muito bom. Eu estava sensível demais da foda com o professor, mas a ardência só aumentava tudo.
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