Capitulo 47
— Mais forte… vai, mexe — pedi, quase rosnando. — Não para.
Ela começou a mexer os três dedos, entrando e saindo ritmado, ainda sem muita técnica, mas com força. Eu gemia mais alto agora, sem conseguir segurar, o som molhado ecoando no box apertado. Meu quadril empurrava contra a mão dela, querendo mais fundo, mais rápido.
— Isso… assim… mais forte, Val… me fode com os dedos — sussurrava entre gemidos, olhos semicerrados, boca aberta.
A outra mão dela apertava meu ombro com força, quase cravando as unhas. Eu peguei o pulso dela e forcei o polegar contra o meu clitóris, fazendo círculos rápidos e duros. O prazer subia rápido, apertado, quase insuportável. Meu ventre contraía em espasmos, as coxas tremiam violentamente contra a mão dela, a buceta pulsava forte em volta dos três dedos, apertando e soltando sem controle.
Eu estava perto. Muito perto.
— Val… não para… mais forte… — gemi rouca, quase desesperada, quadril empurrando contra os dedos dela.
Ela obedeceu. Enfiou os três dedos mais fundo, mexendo rápido, curvando eles pra dentro enquanto o polegar pressionava meu clitóris inchado com força. O som molhado ficou indecente, alto, ecoando no box apertado. Meu molhado escorria pela mão dela, pingando no chão.
De repente o corpo inteiro travou.
O orgasmo veio violento, forte, quase doloroso de tão intenso.
A buceta contraiu com tudo em volta dos dedos dela, pulsando em ondas profundas e longas, apertando tão forte que quase expulsou a mão dela. Um calor explodiu do fundo da barriga, subindo rápido pelos seios pequenos, endurecendo os bicos até doerem, arrepiando a nuca e descendo pelas pernas que tremiam sem parar.
Eu gozei gemendo contida contra o ombro dela, um gemido longo e quebrado que não consegui segurar:
— Ahh… caralho… tô gozando…
O molhado jorrou quente, escorrendo pelos dedos dela, pela minha coxa, pingando forte no chão do banheiro. Espasmos atrás de espasmos, a buceta ordenhando os três dedos dela, o clitóris latejando loucamente sob o polegar. Meu corpo inteiro convulsionava, costas arqueando, quadril dando estocadas curtas contra a mão dela, como se quisesse engolir os dedos mais fundo.
Foi forte. Demais. Tão intenso que por uns segundos minha visão ficou turva e as pernas quase cederam. Quando os tremores finalmente começaram a diminuir, eu fiquei mole contra ela, ofegante, respiração curta e quente no pescoço dela. A buceta ainda pulsava devagar em espasmos fracos, sensível demais, molhada escorrendo sem parar. Eu não conseguia falar. Só conseguia respirar, corpo mole, coração batendo na garganta.
Val ainda tinha os três dedos parados dentro de mim, sentindo cada pulsação tardia e fraca da minha buceta. Eu ainda não estava satisfeita.
Longe disso.
Sem falar nada, me abaixei devagar naquele espaço apertado. Meu corpo deslizou pela parede até ficar de cócoras no chão frio. Os dedos dela saíram de mim com um som molhado e obsceno, deixando um vazio que me fez gemer baixinho de frustração. Segurei os quadris dela com as duas mãos, puxando-a pra frente até encostar as costas na parede. Val deu um passo desajeitado, pernas tremendo.
— Nicole… — sussurrou, voz assustada e rouca.
Eu não respondi. Abri mais as pernas dela com os polegares e colei minha boca direto na buceta quente na minha frente.
— Não...
O gosto era completamente novo. Doce-azedo, quente, quase metálico, misturado com um leve suor. A textura era intensa: os lábios grossos e macios contra minha língua, o clitóris inchado pulsando forte, o molhado escorrendo abundante, viscoso, quente na minha boca. Era diferente de tudo que eu já tinha provado. Mais doce que o meu, mais quente, mais… vivo. E eu adorei.
Val soltou um gemido surpreso, uma mão voando pra minha cabeça, segurando meu rabo de cavalo.
— Eu não vou te chupar depois não… — murmurou, voz trêmula, quase em pânico. — Mas… pode… continua…
Eu continuei.
Chupei o clitóris dela com vontade, sugando devagar no começo, depois mais forte, língua rodando em voltinhas rápidas e firmes. Ao mesmo tempo enfiei dois dedos na buceta molhada e apertada, curvando pra dentro, batendo naquele ponto macio enquanto chupava sem parar. Não tinha posição boa — o box era minúsculo, meus joelhos doíam no chão, o corpo meio torto —, mas eu não ligava. Chupava e dedava ao mesmo tempo, boca molhada, sons sujos e molhados enchendo o ar.
Val derreteu. Os quadris dela começaram a se mexer contra minha boca, primeiro tímidos, depois mais desesperados. Uma mão apertava meu cabelo, a outra tapava a própria boca pra tentar abafar os gemidos roucos.
— Ahh… Nicole… caralho… tá bom demais… — gemia baixinho, voz quebrada.
Eu acelerei. Três dedos agora, entrando e saindo fundo, língua sugando o clitóris com força, chupando como se quisesse tirar tudo dela. O gosto inundava minha boca, quente, doce, molhado escorrendo pelo meu queixo. Eu adorava. Adorava o jeito que ela tremia, o jeito que a buceta pulsava contra minha língua, o jeito que o cheiro dela me deixava ainda mais molhada.
Val gozou de novo em menos de dois minutos.
O corpo dela travou inteiro, coxas apertando forte dos lados da minha cabeça, quadril dando espasmos curtos e violentos contra minha boca. Um gemido longo e rouco saiu abafado pela mão dela, quase um soluço desesperado. A buceta contraiu com tudo em volta dos meus dedos, pulsando em ondas profundas e longas, molhado quente jorrando direto na minha língua. Eu não tirei a boca. Continuei chupando devagar, engolindo tudo, prolongando o orgasmo até o último tremor violento.
Val deslizou um pouco pela parede, pernas tremendo tanto que mal conseguia se manter de pé. A respiração dela era um caos absoluto, curta e irregular. Eu tirei os dedos devagar de dentro dela, sentindo as paredes ainda pulsarem fracamente, e lambi os lábios inchados, saboreando o gosto doce-azedo que ainda estava na minha boca.
Olhei pra cima. Boca brilhando do molhado dela, olhos pesados de tesão.
De repente ela começou a rir. Uma risada nervosa, quase histérica. Cheirou as próprias mãos, fez uma careta e esfregou na calça, reclamando:
— Meu Deus, eu não posso voltar pra sala assim… eu tô fedendo a buceta, Nicole! Sua buceta!
Entre para comentar
Para participar dos comentários, faça login com a sua conta! É rapidinho!